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quinta-feira, 23 de maio de 2019

RINCON SAPIÊNCIA DOMINGO, NO AUDITÓRIO IBIRAPUERA

Rincon Sapiência  (Andreh Santos/Divulgação)

Fonte : Equipe Auditório Ibirapuera 


Rincon Sapiência sobe ao palco do Auditório Ibirapuera, acompanhado do DJ Mista Luba e de sua banda – formada por Nunah Oliveira (percussão), James Bantu (backing vocal), Kiko de Souza (teclado), Maurilio Santiago (bateria), Nicolas Carneiro (baixo) e Robson Heloyn (guitarra) – para fazer um dos últimos shows da turnê que comemora os dois anos de lançamento de seu primeiro disco, Galanga Livre (2017). Além das músicas desse álbum, o repertório é composto do primeiro sucesso do artista – “Elegância” –, de hits do EP SP Gueto BR (2014) e de singles mais recentes, como “Placo” e “Mete Dança (Verso Livre)”.


“Esse show vai ser muito especial”, fala Rincon Sapiência. “Quando lançamos Galanga Livre, a ideia era reproduzi-lo ao vivo no palco com o máximo de fidelidade possível em relação ao álbum. Mas com o passar do tempo fomos repaginando a apresentação. Agora, a ideia é fazer uma mescla, mantendo o equilíbrio de trazer a energia de sua sonoridade – que passa pelo rock e pela música afro, entre outros gêneros musicais –, mas com novidades e de forma impactante para quem está vendo”, diz. “Posso adiantar que teremos surpresas, inclusive na forma como a banda vai mostrar as músicas.”












Além de subir aos palcos país afora com os shows da turnê de Galanga Livre, o MC vem realizando, nos últimos tempos, trabalhos nas áreas de dublagem (na animação Ugly Dolls, com a voz do personagem Ugly Dog), de publicidade e de produção musical. Ele conta que desde 2018 está atuando como empresário de sua carreira, como diretor do seu próprio selo musical – MGoma – e na construção de seu novo disco (com lançamento previsto para este ano). Rincon diz que está aprendendo bastante e se divertindo muito com todo o processo que envolve “a nova atividade” e a produção do futuro álbum.
“Dois anos é um tempo considerável para ter novas ideias e posturas em relação a como construir, conduzir, compor e tudo mais. E de 2017 [data de lançamento de Galanga Livre] para cá muita coisa mudou na política, na música, no choque geracional”, fala. “Surgiram novos artistas fazendo trabalhos grandiosos que influenciam o público e, inconscientemente, outros artistas também. E isso é cíclico. Sempre tem aquela fonte inspiradora mais velha, depois o sangue novo se inspira nesse mais velho e traz novidades. Então se colocar com personalidade dentro desse processo todo é um desafio. Porém, diria que estou num momento muito especial, não só pelo aniversário de Galanga Livre, mas pela construção do disco novo”.






Grande fã de álbuns, Rincon acrescenta que apesar de todas as novas tecnologias existentes e do imediatismo da internet – que possibilita ao artista lançar trabalhos inteiros nas plataformas digitais – dá muito valor ao álbum não só como produto, mas também como registro de memória e rica fonte de linguagem e informação. E que agora, com o selo MGoma, pretende gerenciar e produzir novos artistas e projetos que tragam contribuição para o cenário musical.



“Sou um cara que dá muito valor para álbuns, mesmo sabendo que hoje em dia, com a velocidade das coisas da internet, ele é mais um ‘cartão’, um registro de memória, do que necessariamente o trabalho essencial de um artista”, diz. “Eu me apaixonei por música ouvindo bons discos – de samba, de música pop, de música norte-americana, de rap nacional e internacional, entre outros. A capa, a fonte, a arte gráfica desses trabalhos, tudo isso é muito relevante para mim. Carrego muitas memórias dessas linguagens na minha construção de música. Então, eu me vejo na responsabilidade de devolver isso, de tentar fazer grandes obras, com grandes capas e grandes músicas. As novidades nos esperam”.
A apresentação conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras




Espetáculo Slowsoul, de Allyson Mendes do Amaral


Fonte : Sampa Online 

A partir das reverberações imagéticas, sonoras e poéticas do álbum “maxinquaye” do rapper Tricky, Allyson amaral aborda de maneira entorpecida e experimental o universo sonoro construído pelo músico. A peça de dança parte da proposta de desaceleração como modo de reorganizar a atenção do mundo e de si. O movimento aqui é forma de preservação da experiência de uma vida preta, cujo campo de batalha é o próprio corpo. 
Duração: 50 minutos
Capacidade: 157 lugares
Distribuição de ingressos 1h antes do início da apresentação. Entrada franca mediante disponibilidade do espaço.

Ficha Técnica:
Concepção, direção e performance: Allyson Amaral 
 Colaboração artística e dramaturgia: Ana Dupas 
 Concepção de trilha sonora: Beth Beli e Jackie Cunha 
 Concepção de luz: Fernando Melo 
 Concepção de figurinos: Alex Cassimiro 
 Colaboração artística nas aulas de danças urbanas: Cia Fusion de Danças Urbanas 
 Produção: Isis Andreatta


SERVIÇO:

Data: 30/05/19 a 02/06/19
Horários: Quinta a sábado às 21h, domingo às 19h
Local: Sala Cultura Inglesa do Centro Brasileiro Britânico - Duke of York Auditorium
Endereço: Rua Ferreira de Araujo, 741, Pinheiros, São Paulo/SP

GRAÇA CUNHA NO SESC 24 DE MAIO


Fonte :SESC Comunicação 


Com mais de vinte anos de carreira, Graça Cunha possui mais de 2000 trabalhos levados ao ar, além de participações em CDs de artistas renomados como Rita Lee e Paulo Miklos, lançamento de álbuns próprios, indicações ao Grammy Latino e participação como integrante da Banda Altas Horas no programa de Sérginho Groisman.Neste show, a cantora reúne uma banda talentosa e experiente para levar ao público a sonoridade da batida dançante do samba-rock, do samba raíz, do forró, bolero, disco music e muito mais.


Local: Sesc 24 de Maio  (Centro)
Elenco/Direção: Acompanham a artista: Dino Barioni (guitarra e violão), Ogair Júnior (teclado), Robertinho Carvalho (contrabaixo) e Giba Favery (baterista de Jair Rodrigues).
Data: Dia 26 de Maio (domingo). Ás 15h.

Preço: Grátis

Roda de Conversa na Biblioteca Parque e IFCS com Mauricio Pestana e Rodrigo França (Ex-BBB)



Fonte e Fotos : Rozangela Silva 
Ontem, o fim da tarde foi pontuado por roda de conversa sobe os crescentes casos de intolerância religiosa, que infelizmente, só aumentam. O bate papo aconteceu na Biblioteca Parque, no Centro da cidade, no lançamento da coleção Lendas e Deuses da África, do autor Maurício Pestana. O autor conta em linguagem lúdica as lendas e os deuses trazidos pelos escravos, que chegam  ao Brasil em porões de navios negreiros e hoje são parte fundamental da formação cultural e social da nação brasileira. A série conta com 12 livretos: Exu, Oxum, Ogum, Obaluaê, Oyá, Oxalá, Obá, Nanã Burukú, Iemanjá, Oxumaré, Xangô e Oxossi. 




Os livros são lindos e de extrema importância, chega em um ótimo momento, uma vez que os relatos de intolerância religiosa têm chegado cada vez com mais força ao ambiente escolar principalmente nos níveis fundamental e médio.
"O encontro ontem, sobre intolerância religiosa, que celebrou o lançamento do meu livro, foi fantástico, foi histórico, o  Dr. Ivanir deu uma aula ontem de como a gente pode utilizar, inclusive os escritos bíblicos pra falar não só da importância das religiões de matriz africana, mas também para combater a intolerância religiosa", afirmo Maurício Pestana.



A roda de conversa contou com o próprio autor, além do Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos - CEAP e CCIR / Rodrigo França - ator, diretor, professor, ativista em direitos humanos fundamentais e ex-BBB - Elisa Larkin Nascimento - IPEAFRO /  Nilza Valéria Z. Nascimento - Coordenadora da frente de Evangélicos pelo Estado de Direito e Maicol Willian - Fundador do Projeto Orixás & Pretagogias.
"Outra coisa que me chamou muita atenção, foi a força da juventude negra que está muito 'interada' sobre a questão da religiosidade africana", completa Pestana
 
Rodrigo França, de forma objetiva alertou quanto à educação étnico racial nas escolas, como uma forma de superar essas dificuldades. Elisa Larkin fez um relato histórico da luta do Abdias Nascimento e movimento negro no Brasil, sem sobra de dúvida, um legada de grande importância. E Maicol Willian abordou com veemência a necessidade de ações efetivas. 

"Espero retornar ao Rio, à essa discussão porque acho que o que ficou muito claro para todos nós, que só a união da academia, da juventude, artista, escritores, ativistas como eu, em uma frente muita mais ampla vai pode combater o racismo e a intolerância religiosa em nosso pais".




A noite, outra roda de conversa, dessa vez no IFCS. Alusivo ao dia 25 de maio, que  é considerado o Dia de África, o evento foi aberto ao público, com o objetivo levar a reflexão sobre as múltiplas experiências sociais africanas. Desmistificação das ideias racistas e preconceituosas que ainda exite sobre o continente africano.

A mesa explanou sobre as Experiências Afro-Brasileiras, em Burkina Faso, onde uma delegação brasileira, coordenada pelo Prof. Dr. Babalawô (UFRJ) composta por intelectuais negros e religiosos de matriz africanas, ficou por um mês, entre Nigéria e Burkina Faso. Com depoimento dos Prof. Dr. Jacques D'Adesky (UFF) / Prof. Mestra Mariana Gino (Doutorada em História Comparada - PPGHC/UFRJ) - Prof. Éle Semog (CEAP) e Prof. Mestra Marize Conceição (Doutoranda em História Social - PPGHS -FFP/UFRJ). O evento possibilitou uma diversidade de ideias e de encontros. Prova disso, foi a presença de africanos e pessoas ligadas ao mundo das artes, que entendem e compreende a importância de Burkina Faso como ponto cultural e cheio de diversidades.

"Acredito que é um passo muito importante ao marcamos a importância da data e também pontuar a experiência de afro-brasileira  em um país africanos que não está ligado à cultura yorubana e também não é lusofono", atestou Ivanir dos Santos  

"Para nós, professores negros, a África sempre será um ponto de encontro é reconstruções das nossa subjetividade. Acredito muito que evento como esses possam abrir novos horizontes de pesquisas e perspectivas sobre o continente e também sobre os países que compõem o continente", reiterado por Mariana Gino.

Grátis! - Dia 1º de junho, reestreia o espetáculo infantil O Inimigo no Teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi - Mostra Sonhos em Tempos de Guerra

Mostra Sonhos em Tempos de Guerra da República Ativa de Teatro abre com o espetáculo infantil O Inimigo

















Fonte : Miriam Bemelmans / Fotos :Fernanda Oliveira  

Dia 1º de junho, sábado, às 16h, reestreia o espetáculo infantil O Inimigo no Teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi. A peça integra a Mostra Sonhos em Tempos de Guerra da República Ativa de Teatro, contemplado pela 32ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. A temporada vai até 23 de junhoGrátis!
O Inimigo é um espetáculo teatral que aborda o universo da guerra de maneira inusitada e divertida com dois atores no palco, Leandro Ivo e Thiago Ubaldo. A direção é de Val Pires.
Mostra Sonhos em Tempos de Guerra aprofunda a pesquisa da companhia que aborda questões relevantes e delicadas para crianças e jovens, e que proporciona o desenvolvimento de 5 (cinco) novos espetáculos teatrais, com linguagens distintas e com a participação de diversos outros artistas. O Inimigo é o primeiro dentre os seis espetáculos que serão apresentados através do projeto em Teatros Públicos Municipais. O projeto promoverá ainda debates públicos sobre o Teatro e a Criança na Embaixada Cultural – sede da República Ativa -, que fica na Vila Dom Pedro II – Zona Norte da cidade. 

Sinopse de O Inimigo
Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, há dois buracos. Nos buracos, dois soldados. Eles são inimigos. Sem poderem sair do lugar, eles são obrigados a conviver com o perigo, que está ao lado. Mas será que ele é tão perigoso assim? Será que tudo aquilo que contaram é verdade? De maneira lúdica e divertida, esses soldados vão se surpreender com o que está do outro lado do front.




























Sobre O Inimigo
Inspirado no livro homônimo de Davide Cali, essa é uma daquelas histórias simples e profundas, que nos fazem enxergar além das aparências. Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, há dois buracos. Nos buracos, dois soldados. Eles são inimigos.
Sem poderem sair do lugar, eles são obrigados a conviver com o perigo, que está ao lado. Mas será que ele é tão perigoso assim? Será que tudo aquilo que contaram é verdade? De maneira lúdica e divertida, esses soldados vão se surpreender com o que está do outro lado do front.
Para dar vida a esses personagens, a encenação optou por evidenciar o patético da situação, apresentando os soldados vividos por palhaços, o que traz comicidade e leveza a discussão das incoerências, razões e consequências de uma guerra. Quem é o malvado da história? E o mocinho? Fugindo da simplificação bem x mal, o espetáculo traz luz a complexidade da questão, na qual não há vencedores.
O espetáculo estreou e fez temporada no Centro Cultural São Paulo, já se apresentou no SESC Ribeirão Preto e SESC Campinas, fez temporada no Teatro Paulo Eiró, foi contemplado pelo Edital do ProAC 2016 (num projeto que circulou por 10 cidades do Estado de São Paulo que tiveram batalhas da Revolução de 1932, numa viagem poética e histórica), participou da Mostra SESC Cariri de Culturas 2017, do 45º Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa-PR (Prêmios de Melhor Cenário, Iluminação e Ator) e do Circuito Cultural Paulista em 2018.







Sobre a Mostra Sonhos em Tempos de Guerra

















A partir da temática do espetáculo O Inimigo, a República Ativa de Teatro criou e desenvolveu o projeto Sonhos em tempos de Guerra, contemplado pela 32ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Trata-se do aprofundamento da pesquisa da Cia que aborda questões relevantes e delicadas para crianças e jovens, e que proporciona o desenvolvimento de 5 (cinco) novos espetáculos teatrais, com linguagens e abordagens distintas e a participação de diversos outros artistas.
O projeto propõe debater poeticamente a relação da criança com as chamadas “guerras cotidianas” – conflitos que fazem parte do dia a dia e que a criança nem sempre é convidada a refletir sobre eles. Debater é trocar argumentos, discutir ideias. A partir de um debate rico, em que os lados têm liberdade para colocarem suas opiniões livremente, quem assiste ou participa poderá construir o seu ponto de vista com base no que lhe pareceu mais verossímil. Numa sociedade cada vez mais binária, os debates tendem a ser menos honestos, pautados na intenção de apenas defender a própria ideia sem permitir conhecer a ideia do outro. As pessoas se encastelaram em verdades prontas, e quem discorda delas está contra quem as defende. Essa intolerância que se vê entre adultos também reflete entre as crianças e adolescentes, com consequências igualmente grandes para eles e para a sociedade.
A Cia traz à tona esses questionamentos, se propondo a pensar, discutir e direcionar o olhar para a formação de nossas crianças que cresce em meio a uma sociedade tomada por diversas guerras – como gênero, educação, institucional, entre outras –, apresentando ao público essas problemáticas com responsabilidade e poesia. Os primeiros resultados desse processo de pesquisa poética serão apresentados nesse formato de Mostra, que vai de Junho à Dezembro de 2019.
O Inimigo abre essa Mostra, que seguirá com as apresentações dos demais espetáculos e também debates públicos sobre o Teatro e a Criança. As apresentações serão todas gratuitas, e acontecerão em Teatros Públicos Municipais. Os debates ocorrerão na Embaixada Cultural – sede da República Ativa -, que fica na Vila Dom Pedro II – Zona Norte da cidade. 

Sobre a Cia:
República Ativa de Teatro desenvolve desde 2006 uma sólida pesquisa dentro do universo teatral para crianças, intitulada “O Real Imaginário”. Com um premiado repertório de espetáculos, contações de histórias e oficinas, a Cia continua atuante, experimentando e reafirmando escolhas em prol de um teatro infantil artisticamente relevante.
O início dessa pesquisa se deu através da busca por textos consagrados na dramaturgia brasileira para crianças. Com o olhar atento para temas que fossem relevantes nos dias atuais, a Cia encenou a aceitação do ser diferente em nossa sociedade (“A Bruxinha Que Era Boa” - 2006), as perdas sofridas ao longo da vida e a busca por nossos sonhos (“O Cavalinho Azul” - 2008), a descoberta da liberdade, maturidade, autonomia e autenticidade (“A Menina e o Vento” - 2012). Junto a essa trilogia, foram criadas uma série de contações de histórias e oficinas a partir dos temas dos espetáculos, com adaptações de diversos livros infantis, que somadas à debates, oficinas e reflexões, fizeram parte do projeto “O Universo Infantil em Maria Clara Machado”.
Com o intuito de discutir os medos da criança contemporânea, a solidão, o abandono e as relações entre pais e filhos, a Cia estreou seu primeiro espetáculo totalmente autoral “Quem Apagou a Luz?” (2012). O segundo trabalho autoral foi o espetáculo “Splash ou A História da Gota Que Sonhava Ser Rio” (2016) que trouxe à cena uma discussão sobre os anseios e angústias da criança (e do ser humano) ao ter de se relacionar com o outro. No mesmo ano, a Cia estreou no Centro Cultural São Paulo o espetáculo “O Inimigo” (2016), baseado na obra homônima de Davide Cali e direção de Val Pires, levando à cena as incoerências de uma guerra, com todas as suas contradições e possíveis desdobramentos.
Recentemente, a Cia foi contemplada pela 32ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, com o projeto “Sonhos em Tempos de Guerra”, que conta com a participação de diversos artistas e coletivos para a criação, desenvolvimento e reflexão da criança dentro das pequenas guerras cotidianas. O projeto está em desenvolvimento desde setembro de 2018.
Esse repertório recebeu 29 prêmios em diversos festivais pelo país, além de duas participações em festivais internacionais no Chile – “3º Encuentro de La Red Iberoamericana de Artes Escènicas” (2007) e “XIV Festival Internacional de Teatro ENTEPACH” (2009) – e grande repercussão de público e crítica.
Ficha Técnica
Inspirado na obra de Davide Cali
Adaptação: Leandro Ivo, Val Pires e Vivi Gonçalves
Direção: Val Pires
Elenco: Leandro Ivo e Thiago Ubaldo
Trilha Sonora: André Grynwask
Iluminação: Rodrigo Palmieri
Cenário, Figurinos e Adereços: Helô Cardoso e Leandro Ivo
Assistente de Cenário, Figurinos e Adereços: Gabriela Fuziyama
Costureira: Rosimeire Santos Souza
Operador de Luz e Som: Rafael Lopes e Rodrigo Palmieri
Design Gráfico: Elaine Alves
Fotos: Fernanda Oliveira e Cacá Bernardes
Assessoria de Imprensa: Bemelmans Comunicações
Produção: Fulano’s Produções Artísticas
Produção Executiva: Célia Ramos
Serviço:
Mostra Sonhos em Tempos de Guerra
32ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
Espetáculo: O Inimigo
República Ativa de Teatro
Local: Teatro Décio de Almeida Prado
Endereço: R. Lopes Neto, 206 - Itaim Bibi, São Paulo - SP, 04533-030
Telefone: (11) 3079-3438
                 
Datas: de 01 a 23 de Junho de 2019, Sábados e Domingos, às 16h.
Sessões extras: 04, 05, 12, 13, 18 e 19 de Junho, às 10h e as 14h30

Lotação: 186 lugares
Entrada Gratuita
Classificação: Livre

Assessoria de imprensa
Miriam Bemelmans

miriam@bemelmans.com.br
(11) 3034-4997 e (11) 9 9969-0416
http://www.bemelmans.com.br/

TV Record x religiões afro-brasileiras:

Sindicato dos Jornalistas promove roda de conversa sobre Direito de Resposta e Racismo Religioso

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Dr. Hédio Silva Jr. / Foto: divulgação

Evento, que ocorre dia 30 de maio, às 19h30, na Rua Rego de Freitas, 530, terá como convidado o advogado Dr. Hédio Silva Junior e é promovido pela Cojira-SP – Comissão dos Jornalistas pela Igualdade Racial do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, em parceria com o Nera – Núcleo de Estudos Étnico-Raciais das faculdades FMU-FIAM-FAAM.

Dr. Hédio falará sobre o processo de Direito de Resposta ganho contra o Grupo Record TV, por ofensas e injúria racial dirigidas aos seguidores de religiões Afro-brasileiras. A ação durou 16 anos para ser cumprida, acumulando prejuízos aos seguidores de Umbanda e Candomblé, resultando em práticas de racismo religioso e intolerância religiosa, que extrapolaram a tela da TV.

Jornalistas e convidados poderão debater questões importantes etorno do tema, como o papel da mídia na naturalização de práticas racistas; o lugar da religião na pauta diária de veículos de comunicação; o impacto da invisibilização e da esteriotipação do negro pela mídia brasileira, entre outros.

O evento é aberto, as inscrições gratuitas e podem ser feitas na data do evento, a partir das 18h30. Vagas limitadas sujeitas à lotação do auditório.

Sobre o Dr. Hédio Silva Jr.

DR. HÉDIO SILVA JR. é advogado e ativista histórico. Foi secretário da Justiça do Estado de São Paulo e é um dos mais respeitados defensores da cultura e das religiões de matrizes africanas. Em 2016, foi homenageado com o Troféu Asé Isesé (A força dos nossos ancestrais) conferido pelo Centro Cultural Africano à lideranças religiosas e personalidades públicas que se destacam na luta contra a intolerância religiosa.

Serviço
Roda de Conversa – Direito de Resposta, Religião e Racismo Religioso
Data: 30 de maio
Horário: 19h30
Endereço: Rua Rego de Freitas, 530 - Centro
Evento gratuito
Vagas limitas
Inscrições no local, a partir das 18h30

Assessoria de Imprensa
Central de Comunicação
Camila Alexandre – 11 97326-9170
Cris Molina – 11 97970-8822