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sexta-feira, 28 de junho de 2019

TEATRO | 01/07 | Carta 1 - A infância, promessa de mãe |Teatro de Contêiner Mungunzá

Coletivo Estopô Balaio reestreia o espetáculo
“Carta 1 - A infância, promessa de mãe”
em julho

 
Na foto Erick Zelaya - Foto: Lúcio Telles

De 01 de julho a 06 de agosto de 2019, o Coletivo Estopô Balaio volta em temporada com o espetáculo “Carta 1 - A infância, promessa de mãe”, com direção de João.Junior e Juão Nyn, no Teatro de Contêiner Mungunzá (R. dos Gusmões, 43 - Santa Ifigênia, São Paulo/ SP).
Durante três anos, o Coletivo Estopô Balaio escreveu cartas na Estação Brás da CPTM, em SP, e lá, em busca da realização de um sonho, apareceu Martha Zelaya, uma imigrante boliviana que queria escrever para um programa de televisão para conseguir cortar e vender o cabelo do filho. Carta 1: A infância, Promessa de Mãe é um biodrama, parte integrante do tríptico teatral Nos Trilhos Abertos de Um Leste Migrante, fruto desse trabalho de escrita de cartas do Coletivo e traz a história de Martha e Erick protagonizando eles próprios suas vidas em cena. A montagem teatral teve estreia em 2017.
Sinopse
O espetáculo narra a trajetória de uma mãe e do seu filho a partir da sua busca por pertencimento e construção de sua autoestima a partir do enfrentamento dos valores identitários da cultura ao qual está inserido como filho de imigrantes bolivianos.
A peça põe em cena Erick, que com 12 anos nunca havia cortado o cabelo por promessa feita por sua mãe Martha, imigrante boliviana, que como muitos foi vítima dos movimentos migratórios em busca de mobilidade econômica e melhorias de vida.




“Carta 1 - A infância, promessa de mãe”
A “Carta 1 - A Infância, promessa de mãe” traz a história de Erick, filho de bolivianos. Já no Brasil, Martha, sua mãe, escreveu uma carta para seu pai (avô de Erick, que estava doente na Bolívia). Martha, com o desejo de rever seu pai na Bolívia, fez a promessa de não cortar o cabelo do filho pequeno enquanto não pudesse voltar ao seu país natal e rever seu pai, para que ele mesmo pudesse cortar o cabelo de Erick. Essa prática cultural boliviana - em que alguém mais velho corta o cabelo da criança e dá a ela um presente – não levava em conta as dificuldades financeiras de Martha voltar à Bolívia e o tempo passou, sem que ela conseguisse cumprir a promessa. O cabelo do menino alcançou um tamanho gigantesco, o que gerou problemas na escola, no bairro e na vida social do garoto.
Quando finalmente a mãe de Erick conseguiu voltar ao seu país com o menino, o avô de Erick não se achou à altura de cumprir a promessa e não cortou o cabelo do neto. Foi então que Erick teve a ideia de oferecer sua história para um programa da TV aberta: o cabelo imenso (media cerca de 1,20m) poderia resolver parte dos problemas financeiros da família. E assim foi que o garoto expôs sua história na TV e conseguiu reformar seu quarto.



A história de Erick se entrelaça com o jogo geopolítico existente entre os países da América Latina e suas relações comerciais, afetivas e de poder. De maneira bem-humorada, Erick e Martha propõem uma reflexão sobre os problemas enfrentados pelos cidadãos latino-americanos: das promessas de lucro fácil (na imigração para o Brasil), à realidade da semiescravidão do setor têxtil, tudo é demasiado real e cruel nessa relação de irmandade com os vizinhos brasileiros.

Coletivo Estopô Balaio
O Estopô Balaio é um coletivo de artistas formado em 2011 na cidade de São Paulo que conta em sua maioria com a participação de artistas migrantes. É por esta condição de vida, a de um ser migrante, que o coletivo se reuniu, no desejo de aferir um olhar sobre a prática artística encontrando como estrangeiros a distância necessária para enxergar o olhar de destino e dos seus desejos.
A distância geográfica das lembranças e paisagens dos integrantes levaram a uma tentativa inútil na busca por pertencimento à capital paulista. Era preciso reinventá-la para poder praticá-la. Na busca pelo lugar perdido da memória, eles seguiram para fora e à medida que se distanciavam de um tipo de cidade localizada em seu centro geográfico, foram se aproximando de outras cidades, de outros modos de vida e de novos compartilhamentos.
O cinturão periférico da cidade no seu vetor leste revelou um pedaço daquilo que tinha ficado para trás. Havia um Nordeste em São Paulo que estava escondido das grandes avenidas e dos prédios altos do centro paulistano. O Jardim Romano é um pedaço do cinturão periférico que guarda lembranças alijadas da construção histórica da cidade-império.
Os edifícios que arranham o céu ajudam a esconder e afastar um contingente populacional que não consegue se inserir nos apartamentos construídos em novos condomínios. A memória partilhada nos seis anos de residência artística no Jardim Romano são as de estrangeiros de um lugar distante e a destes pequenos deuses alagados de uma cidade submersa pelo esquecimento.
O encontro com o bairro Jardim Romano se deu num processo de identificação, pois a maioria de seus moradores são também migrantes nordestinos que fincaram suas histórias de vida nos rincões da capital paulista. O alagamento do Jardim Romano era real, oriundo da expansão desordenada da cidade, o do coletivo era simbólico, originário da distância e saudade daquilo que deixaram para trás.
O Estopô Balaio traçou no final de 2016 possibilidades para a expansão do seu território cultural. Para tanto, iniciou o projeto “Nos trilhos abertos de um leste migrante” que se estabelece no encontro e no afeto com outros bairros da zona leste de São Paulo.  O Jardim Romano segue com atividades constantes na sede do Coletivo, a Casa Balaio, com saraus, apresentações de espetáculos, oficinas de teatro, projeções de filmes, entre outras.




Ficha Técnica
Encenação: João.Júnior
Direção: João.Júnior e Juão Nyn
Biografados: Erick Zelaya e Marta Zelaya
Elenco: Ailton Barros, Adrielle Rezende, Amanda Preisig, Ana Carolina Marinho, Anna Zêpa, Bárbara Santos, Bastian Thurner, Bruno Fuziwara, Carol Piñeiro, Gustavo Vicente, Júlio Lorosh, Romário Oliveira e Tatiana Caltabiano
Técnico de Som e Palco: Flávio Bittencourt
Técnico de Luz: Rodrigo Silbat
Videomapping: Flávio Barollo
Contrarregra: Tay Martines e Clayton Mendes
Assistente de Produção: Wemerson Nunes
Direção de Produção: Anna Zêpa
Produção: Coletivo Estopô Balaio

Serviço
De 01 de julho a 06 de agosto de 2019
Segundas e terças, às 20h.
Teatro de Contêiner Mungunzá
R. dos Gusmões, 43 - Santa Ifigênia - São Paulo

Tel.: (11) 97632-7852
Capacidade: 99 lugares | Livre

Ingressos*: R$30 (Inteira)/ R$15 (Meia)
*Pré-venda de ingressos em https://www.kickante.com.br/campanhas/temporada-do-espetaculo-carta-01
E no local, 1h antes do espetáculo.


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Taanteatro Companhia apresenta Mensagens de Moçambique, com Jorge Ndlozy

Espetáculo ‘Mensagens de Moçambique’ aborda a luta por soberania e autorrealização de um país africano

Mensagens de Moçambique’. Foto: : Wolfgang Schmidt

Taanteatro Companhia apresenta Mensagens de Moçambique, com o bailarino moçambicano Jorge Ndlozy,  Kasulo (28 a 30/06) e Teatro Sérgio Cardoso (10 e 11/07). Mensagens de Moçambique tematiza a luta pela soberania e autorrealização humana face à herança colonial portuguesa num país africano. Espetáculo é parte do projeto [des]colonizações da Taanteatro Companhia, contemplado pela 25a edição do Fomento à Dança.
O processo criativo do espetáculo-solo protagonizado pelo dançarino moçambicano Jorge Ndlozy baseia-se na [des]construcão de performance a partir da mitologia [trans]pessoal, abordagem dramatúrgica da dinâmica taanteatro. Explora as tensões fecundas entre conteúdos biográfico-imaginários do performer e pontos-chaves da história sóciocultural e política de seu país de origem. À maneira de um rito de passagem, a dramaturgia coreográfica associa dinâmicas de subjetivação a períodos históricos significativos de Moçambique: pré-colonial (migrações bantu), colonial (chegada, ocupação e domínio português) e pós-colonial (revolução, guerra civil e redemocratização).
A linguagem da coreografia alimenta-se da imersão em rituais ancestrais, releituras de danças tradicionais moçambicanas e estudos de textos poéticos e históricos. A trilha sonora é composta por música original, gravações de sons ambientais e fragmentos de discursos políticos de Samora Machel, líder revolucionário e primeiro presidente de Moçambique.
O processo criativo de Mensagens de Moçambique iniciou-se na ARTT 2018 (Art Residence Taanteatro) em São Lourenço da Serra, SP, Brasil e foi concluído no contexto de [des]colonizações, projeto da Taanteatro Companhia contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo – 25a edição.


Mensagens de Moçambique’. Foto: : Wolfgang Schmidt

Sobre Jorge Ndlozy

Jorge Ndlozy é um dançarino de Maputo/Moçambique. Estudou dança tradicional e contemporânea e aprimorou sua formação com coreógrafos internacionais como George Kumalu, Thomas Auers, David e Máte Zamborano, Boy Zei Tsekuana, Daisy Renzy, Sofisso, Kudos, Francesco Camacho e Luis Filipe. Foi artista residente da Culturarte Moçambique, da escola PARTS (Bélgica) e do Mark Theater (África do Sul). Integrou as companhias Cultuarte, Tingoma to Tsamba, Nhacatandewa e a Companhia Municipal de Canto e Dança da Matola. Apresentou-se em festivais e projetos da África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, França, Líbia, Madagascar, Nigeria, Portugal, Swazilândia e Tunísia. Sob direção de Maura Baiocchi atuou em Xiphamanine – lugar do eterno originar da árvore mphma (2005) por ocasião do intercâmbio cultural Matola-Brasil. Em 2017, no Brasil, integrou como dançarino convidado o espetáculo 1001 Platôs, dirigido por Wolfgang Pannek. Desde então é integrante da Taanteatro Companhia.

Ficha Técnica

Dança: Jorge Ndlozy
Dramaturgia, texto, cenário, figurino: Wolfgang Pannek, Jorge Ndlozy
Direção coreográfica: Maura Baiocchi
Música original: Gustavo Lemos
Trilha sonora: Wolfgang Pannek
Timbila e tambor ao vivo: Jorge Ndlozy
Iluminação e Técnica: Mônica Cristina Bernardes
Foto: Adriano Carmona
Schmidt, Graziella Zapata
Desenho gráfico: Hiro Okita
Produção: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes

Serviço

Mensagens de Moçambique
De 28 a 30 de junho de 2019
Sexta e sábado, às 21h, domingo, às 19h
Local: Kasulo Espaço de Cultura e Arte.
Rua Souza Lima, 300, Barra Funda, São Paulo – SP
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00
Informações: contato@taanteatro.com.br / (11) 99909-5060 / http://www.taanteatro.com/
Duração: 55 min.
Dias 10 e 11 de julho de 2019
Quarta e quinta, às 19h
Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno.
Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo – SP
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00
Informações: contato@taanteatro.com.br / (11) 99909-5060 / http://www.taanteatro.com/
Duração: 55 min.

Homenagem ao Mestre dos Ogans - renomado Ogan Bángbàlà





Pai Bángbàlà completou na última sexta-feira (21 de junho), 100 anos. As comemorações do centenário de Luiz Ângelo da Silva, Ogan Bángbàlà - um dos líderes mais importantes do Candomblé no país, não param. E ontem (26), na parte da noite, no Salão Nobre da Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia, recebeu o Título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro, condecoração articulada pelo Vereador Átila A. Nunes.
Com salão lotado, vários amigos, inúmeros sacerdotes e admiradores. Presentes ainda outro mestre: José Beniste - ogan, pesquisador, escritor. Sem sobra de dúvida alguma, Bángbàlà e Beniste são dois ícones e grandes referências para o povo de matriz africana e até para quem tem sensibilidade para entender que eles são tutores de histórias do sagrado e de fé. 




"Quero parabenizar o nosso querido Ogan Bangbala pelo seus 100 anos de vida e dedicação à nossa Religião! Que Olódùmarè possa lhe proporcionar anos e mais anos de vida. Seu legado é de suma importância para toda a sociedade. Todas as honras à esse grande mestre", afirmou Ivanir dos Santos, que fez questão de dar um abraço ao veterano ogan. "São 100 anos de entrega total ao candomblé transmitindo seu riquíssimo conhecimento", completa o Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos. 
Bángbàlà que em Yorubá significa "aquele que recebeu riquezas", traz um legado precioso. Em 2007, recebeu o Prêmio Camélia da Liberdade (prêmio oferecido pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), em reconhecimento a instituições de ensino, empresas, órgãos do poder público, veículos de comunicação e personalidades que promovem ações de inclusão social de afrodescendentes). Citando apenas um dos muitos prêmios que já recebeu. Vida longa à Bángbàlà - Mestre dos ogans.


Salgadinho abre a primeira Festa Julina de Cajamar


Salgadinho abre a primeira Festa Julina de Cajamar
Ícone dos anos 90, cantor será o primeiro a se apresentar no dia 06/07



“Sol e Sal” novo single do cantor já é sucesso e ultrapassa a marca de 1 milhão de acessos nas plataformas digitais e traz uma parceria especial, a participação do cantor Ferrugem, um dos grandes sucessos da atualidade.
Reconhecido como um dos maiores nomes da história do samba e do pagode, com mais de oito milhões de álbuns vendidos e hits como “Inara” e “Recado para Minha Smada (Lua Vai)”, o cantor Salgadinho traz na nova turnê, muito romantismo e descontração. Marca registrada do pagode dos anos 90 e mostra porque o gênero se mantém em alta há mais de três décadas!


SOBRE A FESTA JULINA
Festa Julina de Cajamar traz para o público, não só os melhores shows da atualidade como, também, muita diversão, brincadeiras e uma diversificada praça de alimentação! A festa acontecerá entre os dias 06 e 09 de julho e promete entrar para o calendário oficial da cidade.

Para participar da grande festa e fazer desta um verdadeiro espetáculo, vários artistas de renome nacional confirmaram presença. São eles: Luan Santana, Gustavo Mioto, Salgadinho e Mano Walter.  Além dos artistas, a praça de alimentação está recheada de delícias: barracas de doces, pastel, lanches, derivados de milho, cachorro quente, churrasco, pizza e tapioca. Brinquedos e brincadeiras para todas as idades será outro destaque do evento. Na inovação da tradicional festa julina, o destaque fica por conta da moderna infraestrutura. Esta garante aos frequentadores uma tranquilidade jamais vista em qualquer outro evento.

Somados todos estes elementos, o resultado final promete agradar ao mais exigente frequentador. A primeira Festa Julina de Cajamar é uma realização da Estância Alto da Serra com o apoio organizacional, estrutural e operacional da Prefeitura e, além de fomentar a diversão e cultura na cidade, trará benefícios aos moradores mais carentes porque o evento arrecadará alimentos, cobertores e agasalhos que serão encaminhados ao Fundo Social de Cajamar.

Os ingressos serão vendidos a preços populares e já estão disponíveis pelo site:  www.totalticket.com.br/festajulinadecajamar

Mais informações podem ser adquiridas no: www.festajulinadecajamar.com.br ou pelo telefone: (11) 4354-0000

06/07 - Salgadinho
07/07 - Gustavo Mioto
08/07 - Mano Walter
09/07 - Luan Santana

Informações à Imprensa
Dany Araújo Comunicação
Tels: 21 96551-4360 (whatsapp)/ 21 97685-6514



quarta-feira, 26 de junho de 2019

ASSUNTO EM PAUTA: Intolerância religiosa e racismo nas escolas e ColoFest - Festival Internacional

Carolina Rocha, Maria Eliane da Costa Midões, Ivanir dos Santos, Júlio José Araujo Jr, Maria V. Rocha, Kaline Lyrio


A agenda de ontem, veio alinhada com a diversidade, trabalho que é necessário e importante para diferentes níveis da espera da sociedade brasileira.
Na parte na manhã, o encontro foi na sede da Procuradoria da República, em São João de Meriti, que abrange os municípios de São João de Meriti, Mesquita, Nilópolis, Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Japeri, Paracambi, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Miguel Pereira e Queimados. 




A chamada partiu do Procurador Júlio José Araujo Junior (MPF), para que pudessem debate a intolerância religiosa e o racismo na escolas. Presentes na reunião o Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos e o Procurador, assim como Carolina Rocha / historiadora, educadora e representante da CCIR (Comissão de Combate à Intolerância Religiosa), Maria Virgínia Rocha - Secretária de Educação SEMED (Departamento de Educação da Secretaria Municipal de Educação), Kaline Lyrio - Superintendência Jurídica / SEMED e Maria Eliane da Costa Midões - Superintedente Pedagógica - SEMED-NI. 



Abordaram ainda sobre a importância da implementação da LEI 10.639, novas e efetivas frentes de trabalho e politicas públicas no combate ao racismo e intolerância religiosa.  

Acredito que, assim como o racismo a intolerância religiosa é um "problema" que precisa ser pensado. A intolerância religiosa é uma questão social, política, econômica e religiosa e precisa ser debatida em todas as esferas desses poderes", pontuou Ivanir. 

Juliana Vargas, Alacimário Júnior, Pedro Gerolimich, Ivanir dos Santos, Tânia Amorim, Edmilson Antonio 


Já na parte da tarde, a agenda foi realizada na Secretaria de Cultura do Rio, no Centro

Pautada para apresentação do ColoFest - festival internacional, que visa ações voltadas para a integração entre africanos, africanos em diásporas e as comunidades negras. a 2ª edição acontece entre os dias 17 e 25 de novembro, em diversos espaços na cidade do Rio de Janeiro, com atividades culturais, colóquio e roda de conversa de negócios.

A secretaria recebeu com entusiasmo o projeto, que contou com Pedro Gerolimich - Superintendente de Leitura e Conhecimento, Tânia Amorim - Coordenadora de Cultura Afro-Brasileira, Edmilson Antônio - Relações Internacionais, Juliana Vargas - Coordenadora de Eventos, Alcimário Júnior - Coordenador do Sistema Estadual de Bibliotecas, além de Ivanir dos Santos - interlocutor do ColoFest.
         
"A reunião com a Secretaria de Cultura foi de uma importância muito grande. Além do apoio para a realização do COLOFEST acredito que grandes outros tantos trabalhos na área da cultura viram", atestou Ivanir 


terça-feira, 25 de junho de 2019

Julho está em festa no Bar Samba

        
                       Rodas de samba animam Vila Madalena de quarta a sábado































Foto Divulgação: Claudio Lira    

São Paulo – Julho chegou e, com ele, o frio típico da estação. Para aquecer, o Bar Samba programou rodas de
 samba agitadas de quarta a sábado, que prometem colocar todo mundo pra dançar.

Carmen Queiroz é a voz que anima todas as quartas-feiras. Às quintas, tem o Pagode do João Sensação com 
muito alto astral e músicas para matar a saudade. O Grupo Samba Bar é o responsável por alegrar a galera nas 
sextas e nos sábados a tarde, junto com a tradicional feijoada do Bar Samba. Para fechar, sábados a noite tem 
Botequim do Timaia comandando a animação.

Informações e reservas pelo telefone: (11) 3819-4619.

Sobre o Bar Samba

Com 15 anos de história, o Bar Samba ganhou um novo local, ainda na Vila Madalena, mantendo suas principais
características, para dar ao samba a importância que ele merece.

Caricaturas de grandes personalidades do samba compõem o famoso painel do Bar, com quase 13 metros de 
comprimento, como Luiz Carlos da Vila, Luiz Grande, João Nogueira, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Dona
 Ivone Lara, Wilson Moreira, além de rostos do cotidiano brasileiro, como gari, coletor de lixo, baianas e mulatas.

As paredes são repletas de fotos de sambistas famosos do Rio de Janeiro e de São Paulo e o ritmo é celebrado 
diariamente com as rodas de samba que a casa oferece. Entre os nomes conhecidos que já se apresentaram por
lá estão Dona Ivone Lara, Luiz Carlos da Vila, Serginho Meriti, Zé Luis do Império, Dudu Nobre e Fundo de Quintal.

O cardápio é outro atrativo. Com as comidinhas de boteco, oferece porções generosas de pastéis – misto carne,
 queijo e palmito (R$ 38,00 com 6 unidades); coxinha de frango (R$ 32,00 com 08 unidades); bolinhos de bacalhau
(R$ 42,00 com 12 unidades);  filés na chapa – acompanha batatas cozidas, vinagrete, farofa e pão francês 
(R$ 89,00, picanha; R$ 68,00 frango ou calabresa);  inconfundível torresmo de São Paulo (R$ 32,00), que 
também pode ser saboreado na concorrida feijoada completa (R$ 89,00), servida aos sábados, durante a roda 
de samba. 

Programação da semana

Quarta-feira (03 – 10 – 17 – 24 – 31/07): 19h – Carmen Queiroz
Quinta-feira (04 – 11 – 18 – 25/07): 19h - Pagode João Sensação
Sexta-feira (05 – 12 – 19 – 26/07): 19h - Samba Bar
Sábado (06 – 13 – 20 – 27/07): 13h - Samba Bar
Sábado (06 – 13 – 20 – 27/07): 21h – Botequim do Timaia
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 1007 - Vila Madalena
Televendas e Reservas de mesas: (11) 95341-0198 (das 9 às 18h – terça a sexta-feira)
Telefone: (11) 3819-4619
Cartões: Todos (não aceitamos Ticket Restaurante, Sodexo, Ticket Alimentação)
Estacionamento: não tem valet (várias unidades particulares próximas)
Acessibilidade: Rampa, elevador e banheiros

Funcionamento
Quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira das 19h à 01h
Sábado- 13h às 19h (Feijoada com Grupo Samba Bar) e 21h às 03h (Samba Ao Vivo)
Entrada: quarta e quinta - R$ 20,00; sexta e sábado - R$ 35,00.
Capacidade: 250 pessoas

Assessoria de Imprensa e Credenciamento:  Central de Comunicação
(11) 93236-4161

Atendimento à Imprensa
Camila Alexandre – (11) 97326-9170 // Cris Molina – (11) 97970-8822