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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Ivanir dos Santos participou a Marcha das Mulheres Negras, nesse domingo.

Com Veronica Lima e Benedita da Silva 




















Em sua 4ª edição, a Marcha das Mulheres Negras reuniu em torno de 7 mil pessoas, na manhã deste domingo (29), em Copacabana, Zona Sul. O grupo protestou contra o racismo e a violência que atinge as mulheres negras no país. A concentração aconteceu por volta das 11h, no Posto 4. Por volta das 14h, a marcha parou em frente ao Hotel Copacabana Palace, onde ativistas discursavam e gritavam palavras de ordem contra o racismo. A Vereadora Marielle Franco, assassinada esse ano, foi homenageada. A mãe Marinete e a irmã Anielle, estiveram na marcha. "Agora, cabe lutar para defender o legado dela", afirmou Marinete .

“A gente vem denunciando isso desde que o mundo é mundo. O Estado brasileiro tem um projeto de execução do povo preto. Ela se dá quando você não tem saúde, quando você não tem casa, não tem educação, não tem qualidade de vida...", atestou Clátia Vieira, do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio, uma das organizadoras da marcha. 

"As mulheres hoje, são mais atuantes, articuladas, com consciência de  política. Todo e total apoio à elas. Essa marcha mostra  o quanto um encontro como esse é importante. Ainda mais nesse momento em que o País passa", afirmou Ivanir dos Santos, que já está no planejamento da 11º Caminhada de Combate à Intolerância Religiosa, que acontece também em Copa.

"A Marcha da mulher negra desse ano representa um momento muito especial, vimos hoje várias mulheres negras protestando juntas a favor do mesmo ideal: Representatividade da mulher negra.  Precisamos de mais representatividade da mulher no poder decisório - Sim Nos Podemos!“, atestou a empreendedora Elaine Negritude.

Com a atriz Juliana Alves 
Fonte : Rozangela Silva 

O babalawô encontrou com diversos ativistas e militantes negros, como Neguinho da Beija Flor, Jurema Batista, Edson Santos, as atrizes Juliana Alves e Maria Ceiça, modelo e ex-jogadora de vôlei - Lica Oliveira, Fátima Malaquias - Pres. do Conselho Municipal de Defesa do Negro, Secretária de Cultura - Nilcemar Nogueira, Gracy Mary Moreira (bisneta da tia Ciata), diversos parlamentares como as vereadoras Teresa Bergher, Luciana Novaes e Talíria Petrone, as pesquisadora Luciene Lacerda e Helena Theodoro, entre outros. Além de pré candidatos como Waldeck Carneiro, Enfermeira Rejane, Chico Alencar, Margot Ramalhete, Verônica Lima (primeira vereadora negra em Niterói), Renata Souza, Mônica Francisco, Benedita da Silva, entre outros. A artista Verônica Pereira, com perna de pau fez uma performance de Yemanjá, a marcha contou com batuques, diversas faixas com frases de ordem, danças e muitas mulheres reivindicando por direitos e respeito.

Com Neguinho da Beija Flor 

Com  a atriz Maria Ceiça 

Com Jurema Batista 

Com Lica Oliveira


Com Verônica Pereira (performance Yemanja)

Com Margot Ramalhete e Elaine Negritude 

Luciane Lacerda e Waldeck Carneiro 

Grupo de Mulheres e com a Enfermeira Rejane 

Com a vereadora Theresa Bergher

Mariete e Anielle , mãe e irmã de Marielle Franco 

Fátima Malaquias e Nilcemar Moreira 



Gracy Mary Moreira ( bisneta de Tia Ciata) 

Vereadora do PT Luciana Novais 

SETe, performance inédita do grupo GRUA, ocupa espaços de São Paulo a partir do dia 31 de julho


Fonte: 

Composto por sete bailarinos, performance discute o papel da masculinidade e desdobra as pesquisas do grupo GRUA, criado em 2002 por ex-bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo

O grupo GRUA (Gentleman de Rua), criado em 2002 por Jorge Garcia, Willy Helm e Osmar Zampieri, circula em São Paulo com SETe, performance inédita que fará sessão dia 31 de julho, terça-feira, às 11h, no Largo do Arouche. Em seguida o grupo se apresenta em diversas outras regiões da cidade, como o Pátio do Colégio, na Sé, Parque da Juventude, no Carandiru, e Avenida Paulista. O trabalho foi contemplado pela 23ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.
SETe avança a linguagem artística do grupo GRUA, que há quinze anos circula no Brasil e no exterior com o espetáculo Corpos de Passagem. Na nova obra, sete bailarinos dançam guiados por orientações dramatúrgicas que dividem espaço com o improviso. “São atos poéticos que se relacionam com alguns experimentos que fizemos nos últimos meses”, diz Jorge Garcia, que além de dirigir, também integra a obra como bailarino. O trabalho discute o lugar da masculinidade nos dias de hoje. Corpos que começam enrijecidos vão ganhando sensibilidade a partir do toque. A libido e a sensualidade também ganham espaço sem resvalar em caricaturas. A roupa social como figurino cria uma relação imediata com os locais de apresentação por se tratar de uma vestimenta comum para ambientes urbanos. Dessa forma, os ternos pretos vão ganhando outros contextos a cada dia.
Jorge destaca que as vivências do grupo no Rio São Francisco, em comunidades ribeirinhas na região de Belo Horizonte, foram decisivas para a criação da nova obra. “Foram cinco dias de imersão em que a dramaturgia foi ficando mais evidente e descobrimos nuances que deveriam ser mais aprofundadas em SETe”, diz o coreógrafo.



Os ternos usados no novo trabalho ganharam nova modelagem assinada por João Pimenta, estilista e figurinista que também colaborou com o grupo em Corpos de Passagem. GRUA mantém como fundamentos as discussões sobre masculinidade e a relação da dança com a linguagem cinematográfica, daí a dualidade do nome GRUA, que se usa tanto como sigla para Gentleman de rua e também ao equipamento cinematográfico que permite deslocamentos mais ágeis das câmeras.
O título da obra também dá mais de uma possibilidade de leitura. SETe é o número de bailarinos em cena e também comporta nas letras maiúsculas o “set” de filmagem. “Em Corpos de Passagem a gravação da cena acontecia durante as performances. Em SETe, convidamos o cineasta Heitor Dhalia para trabalhar conosco, o que vai resultar num filme a ser lançado em breve”, adianta Jorge. O olhar do cineasta serviu de apoio para que as cenas da performance se tornassem mais limpas e refinadas. Durante as apresentações haverá uma noção dramatúrgica de começo, desenvolvimento e fim que surgiram a partir encontros com Dhalia.
Performance criada por ex-bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo discute o lugar da masculinidade nos dias de hoje. Sem caricaturas, a coreografia traz momentos de improviso e dá espaço para a libido e a sensualidade. Os ternos utilizados pelos bailarinos são assinados pelo estilista e figurinista João Pimenta. A coreografia, antes gravada em um set de filmagem pelo cineasta Heitor Dhalia, se tornará um filme de dança que será lançado nos próximos meses
Encontros e referências gerais, como a poesia da escritora Hilda Hilst (1930 – 2004), tornam SETe um trabalho que cresceu a partir da escuta. Os bailarinos fizeram mostras de processo para artistas como a atriz Maria Alice Vergueiro e a ex-bailarina e pesquisadora de dança Ana Teixeira, de onde surgiram discussões sobre a obra e o lugar do machismo e da masculinidade nos corpos, bem como as formas de encará-los em cena. Jorge ressalta que o trabalho se propõe a questionar o machismo a partir da escruta de reivindicações contra essa prática, que se mostra tanto no plano mais objetivo, mas também em comportamentos e hábitos que muitas vezes passam despercebidos.
Em cena estão Jorge Garcia, Osmar Zampieri, Henrique Lima, Fernando Martins, Jerônimo Bittencourt, Roberto Alencar e Alexandre Magno. Todos os bailarinos seguem carreiras diversas na dança. Exemplos são Jorge Garcia, que comanda a Jorge Garcia Companhia de Dança; Fernando Martins, idealizador da Plataforma Shop Sui; Jerônimo Bittencourt, com experiência em Le Parkour e Alexandre Magno, bailarino português que desenvolve o “pow AKA Jazz Latin Fusion”, um exercício de dança que faz uma intersecção de vários estilos, como a umbigada, coco, kuduro, jazz e changatuki, entre outros.
O GRUA já se apresentou em diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais e Ceará, e também em outros países, como Inglaterra (Londres), França (Paris) e Chile (Deserto de Atacama).


Sinopse curta sugerida
SETe convoca a percepção para o outro na experiência do encontro. Afeto, vulnerabilidade. Sete homens. Juntos? Como? Corpos plurais atentos as diferenças, que se dispõem ao sensível como possibilidade de questionar seus fazeres, de performar uma ação, de performar um comum.
Grupo GRUA
GRUA – Gentleman de Rua, grupo composto por artistas que, desde 2002, traz em seu nome e proposta um pensamento sobre relação com a cidade: artistas que experienciam o espaço urbano, como observadores acompanhando todos os acontecimentos em seu entorno através de suas ações, criando uma dança torrencial, feita de nexos de conexão com o lugar. O refinado jogo de percepção e escuta do grupo alcançam tamanho sinergismo que estruturam um modo de improvisar com características próprias de cooperação, de ocupação e uso dos lugares e de ressignificação dos paradigmas do humano urbano.
Ficha técnica
Direção e Coreografia - Jorge Garcia, Willy Helm e Osmar Zampieri. Elenco - Jorge Garcia, Osmar Zampieri, Henrique Lima, Fernando Martins, Jerônimo Bittencourt, Roberto Alencar e Alexandre Magno. Figurino – João Pimenta.

Serviço
SETe
Gratuito | Capacidade Indeterminada | 60 minutos | Livre

Dia 31/7, terça-feira, 11h

Dia 1/8, quarta-feira, 11h

Pátio do Colégio
Dia 7/8, terça-feira, 11h
Pç. Pateo do Collegio, 2 - Centro, São Paulo

Catedral da Sé
Dia 7/8, terça-feira, 16h
Praça da Sé s/n – Centro, São Paulo

Parque da Juventude
Dia 8/8, quarta-feira, 11h

Dia 9/8, quinta-feira, 13h
R. Santo Afonso, 199 - Catedral da Penha

Dia 10/8, sexta-feira, 10h

Dia 11/8, sábado, 10h
Al. Santo Amaro, 180 – Metro Largo Treze

Dia 13/8, segunda-feira, 17h

Dia 14/8, terça-feira, 11h e 17h
R. Formosa, s/nº - Praça Ramos

Dia 15/8, quarta-feira, 14h

Dia 15/8, quarta-feira, 19h
Ocupação 9 de Julho

Dia 16/8, quinta-feira, 16h

Dia 17/8, sexta-feira, 16h
Rua Prates, 93 – Parque da Luz


Para entrevistas, fotos e outras informações:
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques | Daniele Valério
Fones: 11 2914 0770 Celular: 11 9 9126 0425 (Márcia) | 11 9 8435 6614 (Dani)

Sesc Vila Mariana apresenta peça de Philip Ridley

O ator Thalles Cabral
Fonte : Eliane Verbena / Fotos : Eliana de Souza 

Darson assina também a tradução de Vincent River, texto pungente sobre a dor
da perda, carregado de suspense e sedução. Thalles Cabral completa o elenco.

O espetáculo Vincent River, drama do premiado autor britânico Philip Ridley, estreia no dia 17 de agosto (sexta, às 20h30) no palco do Auditório do Sesc Vila Mariana.

Com tradução e direção de Darson Ribeiro, a montagem tem no elenco Sandra Corveloni, atriz premiada em Cannes, e o jovem talentoso Thalles Cabral. A dor da perda é a forte característica desse drama curto e tenso, corajoso e pungente, de Ridley.

Vincent River é o nome do único filho de Anita que, na trama, é brutalmente assassinado por uma gang de jovens homofóbicos no banheiro de uma estação de trem abandonada. A mãe não só vai precisar elaborar a dor da perda, mas, principalmente, a sexualidade do rapaz, cuja morte expõe a homossexualidade. É a partir da chegada de Davey que tudo piora – pela crença dela de estar diante do assassino do filho. Mas, o crime do garoto de apenas dezessete anos, ainda está por vir. Ele viu algo que não consegue esquecer. Nesta noite os caminhos dos dois se cruzam com consequências devastadoras. Emocionante, desolador e com o humor negro característico de Ridley, a peça é o olhar antecipado da autodestruição.





Quarto drama de Ridley, Vincent River estreou no Hampstead Theatre, em Londres, em 6 de setembro de 2000. A peça foi remontada por Ros Povey para Old Vic Productions no Trafalgar Studios, em Londres, em 30/10/2007.

O universo de Philip Ridley é bastante familiar ao diretor Darson Ribeiro. Foi ele o responsável por apresentar o autor ao Brasil, com Disney Killer (The Pitchfork Disney), em 2011, além de outras traduções de obras já vistas e estudadas – uma delas, Tender Napalm, foi montada em Curitiba. “Ouso dizer que esta proximidade é também pelo fato do universo familiar que o habita ser bem próximo ao meu. Sua escrita profunda sobre o humano e suas idiossincrasias bate forte em mim. Em Vincent River tento ir de encontro ao seu universo, à sua estética apurada do cotidiano com personagens quase sempre em torno do bairro onde mora, no East End de Londres, mas que ganham universalidade pela crueza e realidade, implícitas”.



O diretor argumenta que Vincent River não poderia ser mais pertinente, diante da incidência de crimes homofóbicos que acontecem pelo mundo e ainda crescem no Brasil. “Frente a esse dado tão real e alarmante, minha vontade, ao invés de amenizar, é salientar, trazendo ainda mais para dentro o espectador. E é nos detalhes que busco essa sustentação: na dinâmica das falas alinhavo a encenação, absolutamente rígida na interpretação dos dois atores em cena, que foram presenteados com esse texto”, diz.

Sobre a encenação, Darson Ribeiro ainda ressalta: “se vou conseguir instalar uma estação de trem abandonada no proscênio do palco do Sesc Vila Mariana, isso é outra conversa (ri), porque diante da simplificação no cenário (Anita acabara de se mudar para uma quitinete), apropriei-me de símbolos sempre presentes na dramaturgia do Phil”, ele explica. Porque os cheiros, os ferros retorcidos, os tijolos à mostra e a atmosfera claustrofóbica do texto estarão no palco. “Como nem tudo é o que parece, é no imagético - milimétrica e delicadamente delineado pelo autor - que minhas mãos pretendem percorrer na interpretação dos atores. Mais do que uma luz feérica ou uma cenografia apoteótica, é na fala que a direção se curva. É nas pausas, às vezes curtas e outras longuíssimas, que busco conduzir, de forma delicada e sinuosa, cada olhar da plateia”. O diretor comenta que o espectador deve se sentir como se estivesse diante da mesma janela da mãe enlutada, que olha para o nada sem entender a razão de sua perda. “Afinal, esse olhar reverso, que busca o dentro para entender o que está fora, é o mais importante. Esse é o maior entendimento”.



Em um clima de luz desvanecida, que caminha lenta com os períodos do dia em uma cidade grande, a história vai tomando cor, em meio a comprimidos pipocando pelo chão e garrafas de gim que reluzem como fogos de artifício no pardo das caixas de papelão. E a solidão, inicialmente simbolizada por uma única poltrona velha de couro, vai ganhando outras formas para compor um mundo possível e agigantado, mesmo dentro da saleta de uma quitinete, como se quisesse correr sobre os trilhos de trem até desaparecer.  

A direção se pautou, de forma cautelosa e carinhosa, no estudo dos detalhes de figurinos, adereços e acessórios, buscando um vazio espacial que, devagarzinho, vai sendo preenchido com “possibilidades-de-existência” que, segundo Darson, é o que mais falta a quem aqui fica depois de uma morte: “o quebra-cabeças de uma tragédia que marca, corrói os ossos e nos põe à prova do viver por estar no nosso dia-a-dia é, então, completado”.

O diálogo na peça é uma das armas mais convincentes e autênticas que já vi num texto de teatro, completa. Principalmente, porque o tema homofobia não é exatamente único. “Vincent River tem tratativa diferente, retrata as consequências, concentrando-se naqueles que precisam continuar a viver, desvendar e aceitar o que aconteceu”, comenta. Sem contar a minúcia da escrita que, de tão eficaz, nos põe literalmente em cima dos trilhos ou debaixo da neve que cai. Ou ainda, dolorosamente sentindo o quente do sangue escorrer pelo corpo ou o cheiro de água sanitária de um banheiro público. “É difícil ao espectador não desistir, não desejar estar em outro lugar; não tomar partido de Anita ou de Davey; o que se ouve pode não ser agradável, mas é um drama muito poderoso e muito bem escrito”, finaliza Darson Ribeiro.

O enredo

Depois de Vince ser assassinado por jovens de uma gangue em um linchamento homofóbico, Anita deve aceitar não só a perda, mas também o fato da oculta homossexualidade do filho de quase 30 anos, que ela se recusou a suportar enquanto estava vivo. Meses se passaram. O complexo momento de tristeza se complica com a chegada de Davey, de 17 anos, ferido no rosto, que lhe confessa não conseguir se livrar do fantasma de Vincent River, pois foi ele quem encontrara o cadáver na estação de trem abandonada. Depois de tratar do ferimento do garoto e travarem um diálogo de frases curtas e recheado de suspense, ela passa a crer que está diante do assassino de seu filho, mas o crime dele ainda está por vir, e é muito mais profundo.

Anita e Davey têm muito em comum, embora isso não fique aparente quando ele adentra pela porta, propositadamente entreaberta, pois ela percebera que o rapaz a seguia no entorno do novo apê para onde foi forçada a se mudar, após a morte de Vince (como ela o chamava). À medida que a história se desenrola, se estabelece um jogo altamente sedutor e de suspense entre eles, onde o comportamento de Davey revela ser ele menos ingênuo que aparenta. Davey, cuja mãe morreu de câncer, não é menino nem homem, mas um adolescente lutando com emoções que ainda não pode controlar nem entender. Acostumado a encobrir sua sexualidade, ele literalmente tem que extirpar sua história para fora das entranhas e, quando finalmente emerge, derrama-a como uma torrente.

Anita é o tipo característico das mães do East End londrino. Sua aparência é dura, mas o interior é macio e contagiante. “É o tipo de mulher que pode ser incapaz de se autovalorizar, mas é também uma mulher com senso de humor afiado, o que a faz se equilibrar, sempre mantendo o sotaque autêntico de East End, ora não muito profundo ora nem muito alto, com uma qualidade quase melódica”, afirma o diretor.

Ficha técnica

Texto Philip Ridley |Tradução e direção geral Darson Ribeiro | Elenco: Sandra Corveloni (Anita, especialmente convidada) e Thalles Cabral (Davey).

Fotografia Eliana Souza | Designer Gráfico Iago Sartini | Hair Style Walter Leal - Studio W | Visagismo Claudio Germano | Cenografia, Trilha e figurino Darson Ribeiro | Design de luz Fran Barros | Edição de som Lalá Moreira | Assistente de direção Roberto Novelli| Estagiário de direção e operação de som e luz João Marcos Costa |Assessoria de imprensa Eliane Verbena | Administração Geondes Antônio | Armazenamento e logística Personnalite Transportes & Mudanças | Idealização Dr Produções| Realização Sesc-SP

Serviço

Espetáculo: Vincent River, de Philip Ridley
Estreia: 17 de agosto. Sexta, às 20h30
Temporada: 17/8 a 29/9 – Sextas, às 20h30, e sábados, às 18h
Duração: 90 minutos. Gênero: Drama. Classificação: 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (credencial plena do Sesc)
Bilheteria: Terça a sexta (9h - 21h30); sábado (10h - 21h); domingo e feriado (10h - 18h30) - ingressos nas unidades do Sesc e portal.
Local: Auditório (128 lugares).

Sesc Vila Mariana
Telefone: 5080-3000
Estacionamento: R$ 5,50 + R$ 2,00 a hora adicional (credencial plena) e R$ 12,00 + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 130 vagas.

Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Tributo a Wander Taffo reúne músicos no Sesc Belenzinho








No dia 4 de agosto (sábado, às 21h30), a Comedoria do Sesc Belenzinho será palco para o show Viva Wander Taffo.

Após 10 anos da morte do guitarrista, cantor e compositor, os integrantes da extinta Banda Taffo se reúnem para homenageá-lo, interpretando os sucessos de sua carreira.

Nomes de peso no cenário do rock como Mauricio Gasperini (voz), Marco Bavini (voz e violão), Edu Ardanuy (guitarra), Ivan Busic (bateria e vocal), Andria Busic (baixo e vocal) e Tiago Mineiro (teclados) prometem um espetáculo vibrante e cheio de emoção.

Viva Wander Taffo retoma a formação original da banda com os irmãos Busic, tendo Ardanuy substituindo Wander nas guitarras e Bavini fazendo seus vocais. Nesta apresentação Tiago assume os teclados, originalmente de Marcelo Souss, impedido de participar do show por uma viagem.

No repertório, músicas de Wander Taffo como Me Dê Sua MãoOlhos de NeonPra Dizer Adeus e Vento Sul, entre outras. Mauricio Gasperini interpreta hits da banda Rádio Taxi, da qual foi integrante, assim como o homenageado, e canta também uma composição de Taffo, Feche os olhos.

Ícone brasileiro da guitarra, além de se destacar também como compositor e vocalista, Wander Taffo tocou com importantes bandas de rock do país como Joelho de Porco, Gang 90, Rádio Táxi e Made In Brazil, além da sua Banda Taffo. Foi também guitarrista de importantes nomes da música brasileira, entre eles Rita Lee, Marina Lima, Cássia Eller e Guilherme Arantes. Taffo fundou a EM&T (Escola de Música e Tecnologia), referência no ensino de Música na América Latina e ganhou de vários prêmios nacionais e internacionais.

Show: Viva Wander Taffo
Com Mauricio Gasperini, Marco Bavini, Edu Ardanuy, Ivan Busic, Andria Busic e Tiago Mineiro
Dia 4 de agosto. Sábado, às 21h30
Local: Comedoria (500 pessoas)
Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

Sesc BelenzinhoEndereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).


Assessoria de imprensa - Período: 15/07 a 02/12/2018
VERBENA ComunicaçãoEliane Verbena / João Pedro
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