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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Projeto "Negritudes convergentes: danças independentes" na Funarte SP




Fonte : Marcelo Pria / Fotos : Julia Zakia - Gal Oppido 




Causando na Rua de Tatá Amaral 

Causando na Rua de Tatá Amaral 

Coletivo Desvelo - Praga da Dança 


Érico Santos e Sebastião Biano 



Retratos - Verônica Santos e Raquel Trindade

Corporea Cia. de Corpos 

Sangue - Flip Couto 

Sentir na Pele - Tiago Boogaloo Beggins 



MARTINHO DA VILA RECEBE O TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA PELA UFRJ


Fonte : Rozangela Silva 

Martinho José Ferreira, leia-se Martinho da Vila,
recebe na terça – dia 31 de outubro,
o título de Doutor Honoris Causa, pela UFRJ.


Em sessão solene do Conselho Universitário, no Fundão. Uma justíssima homenagem pelo conjunto da obra do músico. A solenidade será às 15h – No Auditório G-1/Bloco F - Faculdade das Letras, no Fundão – Ilha do Governador.

Após uma conversa entre o professor doutorando Babalawô Ivanir dos Santos com seus orientadores de pesquisa - Professor Flávio Gomes e André Chevitaresi, surgiu a ideia de convidar o músico Martinho da Vila, para realizar uma aula magna do início do ano letivo, dos cursos de graduação e pós graduação, realizada em 21 de março (de 2017), no IFCs. A reunião entre os professores também foi o começo da idealização de um projeto ainda maior: condecorar o escritor e músico com o título de Doutor Honoris Causa, em virtude de todas as suas ações de fomentos em prol da cultura afro-brasileira e africana no Brasil. A indicação foi enviada para o colegiado e seguiu silenciosamente pelos pesquisadores da Coordenadoria de Experiência Religiosas Tradicionais Africanas Afro-brasileira Racismo e Intolerâncias Religiosas (ERARIR – LHER / UFRJ), onde começaram o processo para a homenagear o músico.

Martinho é um dos maiores nomes da música popular no Brasil. Com quase 80 anos (completará em fevereiro de 2017), e 50 anos de carreira, o cantor se dedica atualmente as aulas na faculdade de Relações Internacionais. Pelo jeito estará bem familiarizado no Fundão.





quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Diadorim, do romance de João Guimarães Rosa, inspira Memórias do Rio, do Rei e do Dia

A  atriz Carla Lopes refez a pé, por mais de 170km, trechos no norte de Minas Gerais que o bando do Jagunço Riobaldo percorreu no livro Grande Sertão: Veredas. Em cena, histórias reais da expedição feita pela artista em 2016.

Na foto a atriz Carla Lopes / Foto de Taetê Benedicto





Com três versões cênicas de narrativas diferentes, o público escolhe no início da apresentação qual versão vai assistir


O espetáculo Memórias do Rio, do Rei e do Dia estreia dia 27 de outubro de 2017, às 21h no Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo – Sala Experimental (Av. Paes de Barros, 955, Mooca, SP) inspirado no personagem Diadorim do romanceGrande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. A encenação é assinada por Diego José Villar e tem atuação da atriz Carla Lopes, ambos do núcleo artístico 
UNA Teatro.
A peça Memórias do Rio, do Rei e do Dia aborda um tema profundo e invade uma das mais importantes obras de Guimarães Rosa, além de contar histórias reais da expedição vivida pela dramaturga e atriz Carla Lopes em 2016 - que seguiu pelo norte de Minas Gerais a pé por mais de 170km, refazendo trechos do bando do Jagunço Riobaldo - no Caminho do Sertão.
A encenação é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes (do Rio, do Rei e do Dia), e a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Dessa maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.






Diadorim é o jagunço Reinaldo, e com Riobaldo Tatarana integra o bando de Joca Ramiro no sertão de Minas Gerais. Ela esconde sua identidade real - Maria Deodorina - travestindo-se de homem, e seu segredo só é descoberto por Riobaldo com sua morte no fim.
SinopseEspetáculo livremente inspirado em Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, que narra as histórias de sua primeira caminhada pelo Sertão ao mesmo tempo em que relembra e percorre momentos importantes de sua jornada, passando pela infância até chegar à jagunçagem e encontrar o amor e a morte como guias da travessia. A peça é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes: do Rio, do Rei e do Dia, a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Desta maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora. 
Una Teatro
Desde 2009, o núcleo artístico UNA Teatro - formado pela atriz Carla Lopes e o encenador Diego José Villar - desenvolve um teatro de pesquisa que recolhe, investiga e recria histórias para transformá-las através de um fazer artístico contemporâneo, crítico, propositivo e provocador. Os processos criativos são imersivos e intensos, com base em treinamentos do teatro psicofísico.

Em seu repertório estão os espetáculos autorais Nós (narrando histórias de trajetórias femininas das mães, putas e virgens na sociedade), SagaS (inspirado no cinema mudo e nos contos A hora e a vez de Augusto Matraga e Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa) e Memórias do Rio, do Rei e do Dia, além do espetáculo Henrique V, de Shakespeare (em um formato contemporâneo de Teatro de imersão). 

Já foram contemplados com o Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – PROAC – de Primeira Montagem de artes cênicas; Programa VAI da Prefeitura do Município de São Paulo; Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, no Espirito Santo, com indicação ao prêmio de melhor atriz e PROART da Secretaria Municipal de Educação para realização de circulação nos CEUs.

Minibios
Carla Lopes é atriz, pós-graduada em Corpo: teatro, dança e performance pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Santo Amaro de São Paulo com formação técnica em Artes Dramáticas pelo SENAC-SP.  Participou de grupos de teatro amador na periferia de São Paulo e foi aluna de Augusto Boal no curso de formação de Curingas para Teatro Fórum.  No UNA Teatro desde 2009, produziu e integrou o elenco dos espetáculos NósSagaS e Henrique V. Em 2016 sua pesquisa de pós graduação Corpo Fechado – Caminhos do Signo para a Cena serviu de base para a montagem de seu espetáculo solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia, livremente inspirado em Diadorim do romance Grande Sertão: Veredas e na expedição O Caminho do Sertão, que percorreu à pé cerca de 170km pelo cerrado e chapadas do Norte de Minas Gerais, colhendo historias e depoimentos.  

Diego José Villar é diretor, Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Direção Teatral na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e professor de interpretação dramática, montagem teatral e história do teatro dos cursos técnicos de artes dramáticas do SENAC São Paulo. Em 2016 participou da residência Artística Como pensar através de ações IX – com Eugênio Barba e Julia Valey do Odin Teatret, realizada em Brasília. É coordenador de cursos livres e workshops de ação arquetípica no processo de criação, direção teatral, dramaturgia shakespeariana e interpretação para crianças e adolescentes. Dirige o UNA teatro desde 2009, onde desenvolve pesquisas de cunho prático-teórico, com os atores do elenco fixo e convidados. Nesse período produziu os espetáculos autorais NósSagaS e Henrique V, de William Shakespeare. É responsável pela encenação e dramaturgia do solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia.

Ficha Técnica
Elenco, textos e dramaturgia: Carla Lopes
Encenação, dramaturgia e iluminação: Diego José Villar
Trilha Sonora: Ricardo Luccas e Paulo Henrique Custódio “Kizumba”
Produção e Operação de luz: Aline Baba
ServiçoMemórias do Rio, do Rei e do Dia
De 27 de outubro a 26 de novembro de 2017
Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo - Sala Experimental
Tel: (11) 2605-8007
Duração: 60 min/ Classificação: 12 anos/ Capacidade: 50 lugares
Ingresso: R$20,00 e R$10,00 (estudantes, idosos e classe artística). A bilheteria abre 1h antes dos espetáculos e só aceita dinheiro

Informações para a imprensa
Canal Aberto
Márcia Marques |11 2914-07790 |11 9 9126 0425 | marcia@canalaberto.com.br

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

VITROLLA 70 - O MELHOR DO SAMBA ROCK NO SESC POMPÉIA







Fonte: Priscilla Nogueira 

Formado por Mateus Machado (voz), Dáda Soul (teclado) e Rodrigo Santos Digão (baixo), o trio Vitrolla 70 se apresenta na Comedoria do Sesc Pompeia no dia 25 de outubro, quarta-feira, às 21h30.

Toda a base musical do trio vem das décadas de 1960, 1970 e 1980, inspirando-se em nomes ímpares da música internacional, como Ray Charles, Marvin Gaye, Stevie Wonder, Michael Jackson e Prince. Nomes nacionais como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Elza Soares, Jorge Ben Jor e Wilson Simonal também são influências.

Há oito anos na ativa, fazendo shows em clubes de dança e festas no centro da cidade de São Paulo, o grupo estourou com o lançamento da música ‘Preta Rara’ que, em 2014, ganhou um videoclipe que conta com a participação da atriz Lucy Ramos.





O primeiro álbum, intitulado ‘Rock Samba Style’ (lançado no mesmo ano), traz arranjos que focam no trio bateria-baixo-teclado. Já o EP ‘New Tanger’ (2016) traz uma textura mais modernizada, dando destaques aos acordes de guitarra e aos elementos eletrônicos, por meio de efeitos produzidos por sintetizadores. As referências clássicas se unem a nomes da música atual, como Amy Winehouse, Pharrell Williams, Bruno Mars, Vintage Trouble e outros.


Serviço:
Vitrolla 70
Dia 25 de outubro, quarta-feira – 21h30
Comedoria
*A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados: 150. A compra do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da casa às 20h30.
Ingressos: R$6,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$10,00 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$20,00 (inteira).
Venda online a partir de 17 de outubro, terça-feira, às 17h30.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 18 de outubro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O Babalowô Ivanir dos Santos participa de encontro com artistas de diversos segmentos culturais, no Teatro NET





Fonte : Rozangela Siva 


Organizado e mediado pelo presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR), Eduardo Barata, o debate “Liberdade de Expressão” reuniu ontem, no Teatro Net Rio, em Copacabana, diversos representantes culturais.

O encontro debateu "Liberdade de Expressão", contou com Andréa Pachá, Bianca Ramoneda, Daniela Name, Isabel Lustosa, Ivanir dos Santos, Michel Melamed, Vik Muniz e Viviane Mosé.
O babalawô Ivanir dos Santos, abriu a roda de conversa. Com um legado de combate à intolerância religiosa, Ivanir que é interlocutor da CCIR, vem há anos chamando à razão da sociedade para o perigo de uma ditadura religiosa em um país como o Brasil, que é diversificado, repleto de crenças e laico. A comissão é a única no mundo a reunir diversos credos.



“A intolerância, assim como o racismo, é um fenômeno social construído com o objetivo de cercear os direitos do outro. Compreendemos que a base para uma convivência sadia em nossa sociedade é a alteridade e o diálogo”, afirmou o interlocutor da CCIR.
Foi unânime expressar o descontentamento com os atuais acontecimentos, defenderam aliberdade e fizerem muitas críticas à censura artística no país, assim como, todo tipo de intolerância. Do grupo, saíram diversas propostas, entre elas: articulação para outros debates e ações para envolver a população com a liberdade de expressão.

Jorge Garcia Companhia de Dança estreia espetáculo PLANO-SEQUÊNCIA/TAKE 2


Fonte:Márcia Marques - Canal Aberto 
Fotos : Silvia Machado 



Novo trabalho transforma coreografia em filme ao vivo
Figura 1 Plano-Sequência/Take 2 - Foto de Silvia Machado


Para se movimentar nos 2.000 metros quadrados da Casa das Caldeiras, a câmera é mote e parte constante na cena: os bailarinos a usam sobre patins, arrastados no chão ou sobre outro bailarino

Em 16 de outubro, a Jorge Garcia Companhia de Dança estreia PLAN0 – SEQUÊNCIA /TAKE 2, na Casa das Caldeiras, em São Paulo. O espetáculo é inteiramente imerso na interação com o cinema, a coreografia é filmada e transmitida ao vivo, em um único plano-sequência. Em mais de uma hora sem interrupção e umtake, os seis bailarinos em cena – incluindo o próprio diretor Jorge Garcia - se alternam entre filmar e ser filmado. Contemplado pelo 21° Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, o espetáculo fica em temporada até 19 de outubro, sempre com entrada gratuita.
Esse novo trabalho do grupo tem uma importante contribuição no processo de pesquisa e criação: a provocação do cineasta Heitor Dhalia, que ajudou na aproximação com a linguagem cinematográfica, uma característica da Jorge Garcia Companhia de Dança que se mantém ao longo das produções.
O público do espetáculo verá uma coreografia que se projeta e se movimenta em função da câmera. Por outro lado, o próprio ato de filmar se transforma em ação. Quem filma e quem está sendo filmado faz parte da cena. "Gosto dessa mistura de linguagem: um corpo que está em cena filmando um corpo vivo. Para mim, é dança, é movimento. Às vezes, o corpo que filma dança mais do que o que está na frente da câmera”, diz Jorge Garcia.
    
Figura 2 Fotos de Silvia Machado
A companhia mergulhou em um intensa pesquisa com o cinema desde Take a Deep Breath, peça de 2016, feita no espaço do próprio grupo, a Sede Capital 35. Lá, embora o grupo já usasse a ideia de longas sequências em tempo real e discutisse os limites do que é ou não parte da cena, ainda não explorava um lugar aberto, com interferências da cidade.
Interlocutor no projeto, o cineasta Heitor Dhalia lançou ideias de sua experiência com o cinema para ajudar a companhia a ampliar as possibilidades de caminhos e de formatos da união entre dança e cinema.
"O Jorge é um criador totalmente conectado com o nosso tempo. Produz uma arte urgente, em movimento, que pesquisa uma intersecção entre linguagens. No caso, o cinema e a dança. Sou fã dessa pesquisa e acho que novos significados surgem a cada espetáculo. É fascinante ver um grupo com uma visão criativa tão interessante e desafiadora", afirma Dhalia.




Corpo-câmera
Na nova coreografia, os bailarinos se transformam em corpo-câmera no manejo da 70D, da Canon. O trabalho de gruas e travellings feito no cinema geralmente por máquinas, no espetáculo são conduzidos pelos próprios intérpretes, em deslocamentos de grande exigência física - para que as imagens não tremam ou sofram com passagens bruscas.
Fizemos um grande estudo para adaptarmos essa linguagem à dança. Desde como o corpo se comporta para usar a câmera, passando por entender a fotografia e a luz no cinema até a captação direta de áudio,conta o Jorge.
Para chegar a esse resultado, o grupo contou com a experiências de alguns profissionais de diferentes áreas em workshops, realizados ao longo do ano: "Corpo-câmera", com o também bailarino e artista multimídia Joaquim Tomé; "Experiências cênicas na construção de um ato-espetáculo-DRAMATURGIA", com Rogério Tarifa, diretor, ator e dramaturgo; "Experiências cênicas na construção de um ato-espetáculo - O som no cinema”, com Diego da Costa, diretor, roteirista, montador e microfonista de cinema; "Cinematografia", com o diretor de fotografia Azul Serra.  


Plano-Sequência
Divido em três atos, o público acompanha a narrativa sendo construída e pode assisti-la pelo que está enquadrado na grande tela, disposta no galpão de entrada do espaço, ou deslocando-se com os bailarinos, assistindo ao vivo a composição cênica. No fim, todos são convidados a celebrar com o grupo.
Para criar essa estrutura dramática, Jorge Garcia também levou em consideração a relação dos intérpretes entre eles e com o próprio lugar. O que a Casa das Caldeiras representa hoje para a cidade? Qual sua relação com o entorno, sua história? Foram questões levantadas ao longo do processo. A música será executada ao vivo pelo músico Eder “O“ Rocha e terá outras ambientações sonoras.
Jorge Garcia (Diretor e Intérprete)
Jorge Garcia começou sua carreira aos 19 anos, em Pernambuco, na Compassos Cia de Dança. Mas sua inquietação com o movimento vem desde a infância, quando gostava do surfe e do futebol de várzea. Combinou essa herança corporal com estudos em danças populares brasileiras, dança contemporânea e balé clássico.
Chegou a São Paulo aos 23 anos e ingressou como bailarino da Cisne Negro Cia de Dança. Depois, a convite de Ivonice Satie, passou a integrar o elenco do Balé da Cidade de São Paulo. Nesse grupo, permaneceu por sete anos e criou trabalhos marcantes como Divineia (2001) e RG (2006) e Árvore do Esquecimento (2015).
Paralelamente, participou e criou para projetos independentes. Fundou, por exemplo, o GRUA (Gentlemen de Rua), grupo de improviso, vídeo e performance. Também trabalhou com óperas, teatro, circo e cinema.
Em 2005, fundou sua própria companhia, a Jorge Garcia Companhia de Dança, com a qual se dedica a sua pesquisa de linguagem em dança e outras possibilidades artísticas. São mais de 20 trabalhos entre coreografias, videodanças e performances.

Jorge Garcia Companhia de Dança
Desde que foi fundada, em 2005, a companhia desenvolve pesquisa em dança e busca novas possibilidades na intersecção com outras artes e na valorização dos artistas como intérpretes-criadores em potencial.
Sediada em São Paulo, em um espaço próprio, a Capital 35, o grupo conta com mais de 15 trabalhos apresentado ao longo dos anos e estabeleceu diversas e importantes parcerias com outras artes: teatro, música, cinema e artes visuais. Para tanto, conta com colaboração contínua de artistas e grupos, Ari Buccioni, Leo Ceolin e mais recentemente Heitor Dhalia, que conferem às produções da Companhia uma estética própria.
A Jorge Garcia Companhia de Dança possui em seu repertório mais de vinte produções entre espetáculos, videodanças e performances. Entre as peças, destacam-se Cantinho de Nóis (2005), a trilogia Nihil Obstat(2009), Imprimi Potest (2013) e Imprimatur (2014), Área Reescrita (2010) e a mais recente pesquisa Take a Deep Breath (2016). Em 2014, o editor e poeta Cide Piquet organizou a publicação de Lugar Algum, e-book que reflete e revisa a trajetória da Companhia.

Ficha técnica
Direção e Coreografia: Jorge Garcia
Assistência de direção: Mariana Molinos
Elenco: Giuli Lacorte, Jorge Garcia, Manuela Aranguibel, Marina Matheus, Rafaela Sahyoun
Bailarino Convidado: Felipe Teixeira
Design de Luz: Ari Buccioni
Improvisação Sonora: Eder “O“ Rocha
Cenário : Leo Ceolin e Jorge Garcia
Figurino: Jorge Garcia
Design Gráfico: Sonaly Macedo
Registro Fotográfico: Silvia Machado
Produção Executiva: Bufa Produções – Aline Grisa
Assistente de Produção: Bufa Produções – Sol Casal

Serviço
PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2
Casa das Caldeiras, Avenida Francisco Matarazzo, 2.000.
Água Branca. São Paulo. SP. Tel. 11 3873-6696.
Temporada: Dias 16, 17 e 19/10
Duas sessões por dia: 17h e às 20h
Gratuito | 30 lugares | 70 minutos | Livre.