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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

FEMINILIDADES : TÁSSIA REIS NO SESC DO CARMO

Fonte : Comunicação SESC 


Esta atividade faz parte da

Feminilidades - Programação que promove o encontro entre todos que se sintam pertencentes ao universo feminino. 


A compositora e cantora faz do hip hop sua arma contra e à favor do mundo. Sua obra se tornou uma usina criativa de convicções, onde seu discurso tão feminista quanto libertário, dita canções sublimes, embaladas por sua doce voz, em gêneros abertos que vão desde o rap ao reggae.
Venda limitada a 4 ingressos por pessoa.
Dia 26/03 - 19h - Segunda 
Venda online à partir de 20/03 às 12h
Venda nas unidades à partir de 21/03 às 17h
Local: Restaurante 1
Foto: Danyel Sampaio

AILTON GRAÇA E CELSO FRATESCHI NO SESC IPIRANGA

Fonte: Comunicação SESC 

A peça retrata o diálogo entre um escritor perseguido pelo governo e seu carrasco na noite em que este está encarregado de executá-lo sob ordem estatal. Carregado de ironia, o texto discute temas como justiça, liberdade e o intrigante debate sobre a "arte de morrer".
A sessão do dia 19/4 contará com recurso de acessibilidade em LIBRAS.

Ficha técnica
Texto: Friedrich Dürrenmatt
Direção: Roberto Lage
Elenco: Aílton Graça e Celso Frateschi
Local: Teatro (200 lugares)
Foto: João Caldas

Venda limitada a 6 ingressos por pessoa.
De 16/03 a 22/04
Vendas online à partir de 06/03
Vendas na unidade à partir de 07/03

ANELIS ASSUMPÇÃO : LANÇAMENTO DO ÁLBUM TAURINA NO SESC PINHEIROS


Fonte : Comunicação SESC 

A cantora e compositora Anelis Assumpção lança seu terceiro trabalho solo, Taurina, com alusões sonoras a MPB, samba e reggae, entre outros gêneros. O nome do álbum remete ao signo astrológico e a simbologias ora cotidianas, ora mitológicas, relacionadas ao feminino.
O álbum foi produzido por Beto Villares, co-produzido por Zé Nigro e teve direção geral da cantora e autora, com participações de seu filho Benedito, Ava Rocha, Liniker Barros, Tulipa Ruiz, Thalma de Freitas e Céu.
Com Anelis Assumpção (voz), Lelena Anhaia (guitarra), Ed Trombone (trombone), MAU (baixo), Zé Nigro (teclados), Thomas Harres (bateria) e Saulo Duarte (guitarra). 

Local: Teatro Paulo Autran.
Duração: 90 minutos.
Recomendação etária: 10 anos.
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
Venda limitada a 4 ingressos por pessoa.

(Foto: Caroline Bittencourt)

JESSE ROBINSON NO SESC BELENZINHO



Fonte: Comunicação SESC 

O guitarrista e cantor de blues, nascido no Mississippi, tocou e gravou com grandes nomes do blues ao longo de sua carreira, incluindo Cassandra WilsonLittle MiltonBuddy Guy e outros.
À frente da B.B.King Blues Band, neste show, o artista apresenta músicas do repertório do disco "Stray Star", que foi produzido pelo brasileiro Robertinho de Recife e gravado na cidade de Jackson (Mississippi) e no Rio de Janeiro, com artistas do Mississippi e do Brasil, e cujas letras das músicas foram desenvolvidas a partir de escritos do poeta brasileiro Assunção de Maria.
No repertório, além das músicas do álbum, ele também tocará clássicos do Blues Mississippi, incluindo diversos sucessos da B.B. King. Acompanhado por Marcio Chicralla (contrabaixo), Dudu Trentin (teclado) e Naciffe (bateria).

Duração: 01h30
Local: Teatro
 Ingresso no site estogado , só bilheteria. 
[Foto: Hana Kalil]




terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

ESPETÁCULO TEATRAL QUARENTA E DUAS

Opressão violenta do consumo é abordada de
forma onírica no espetáculo Quarenta e Duas

Quarenta e Duas -Cristiano Sales e Daniel Ortega -foto de Cacá Bernardes -b.jpgCom texto de Camila Damasceno, o espetáculo Quarenta e Duas – da Cia Artehúmus e do Núcleo Tumulto - estreia no dia 23 de março(sexta, às 21h) na SP Escola de Teatro com direção conjunta deDaniel Ortega e Emerson Rossini.

O enredo aborda, de forma onírica, desde temas como a opressão do consumo à busca permanente do gozo como sinônimo de felicidade.

A encenação se dá a partir da perspectiva dos últimos momentos de vida de Robson, um adolescente compulsivo que morre após se masturbar 42 vezes. O mundo particular desse garoto é apresentado com suas idiossincrasias e seus desejos tão comuns quanto absurdos, convidando o público a adentrar nos conflitos de uma geração bombardeada por links, likes e imagens editadas.



Em cena, Cibele BissoliCristiano Sales e Daniel Ortega alternam-se nos vários papeis. Álvaro Franco assina os figurinos e divide com Daniel Ortega o cenário e os adereços. A iluminação é de Thatiana Moraes, e a trilha sonora é criação de Vinícius Árabe Penna.



Em ritmos de zapping, flashes de memória e imagens da vida de Robson (vivido por Sales e Ortega) vão expondo questões contemporâneas pelo viés desse adolescente. A relação com o pai ausente, as expectativas idealizadas da mãe, a relação com os padrões sociais e religiosos, o peso de ter que se encaixar em regras, os impulsos primários dos desejos e a solidão nas relações virtuais são como quadros que se alternam no subconsciente de Robson, transbordando tudo que lhe oprime, que lhe consome.



exagero consumista - não só material, mas também humano e psicológico - aparece com dimensões também extremas em Quarenta e Duas: “a metáfora está nas mutilações presentes na encenação, apontando o quanto nos automutilamos diante do mundo, pois o autoconsumo é uma ferramenta para sobrevivermos”, argumenta Rossini.

Para trazer ao palco as reflexões levantadas no texto, os diretores fazem uso da linguagem da performance ao abordar o universo onírico que conduz a trajetória da personagem. A encenação não se propõe a responder as questões, mas ressaltar a relevância dos temas no contexto atual, quando a agilidade da informação e o descarte humano ocupam lugar de destaque no frenesi urbano. A distorção do tempo e a sobreposição de símbolos permitem que o espectador amplie sua percepção diante da cena e da poesia nesses momentos finais de Robson.

A encenação

A dramaturgia foi elaborada a partir de uma notícia veiculada em sites de fake news, em 2012, sobre a suposta morte de um adolescente, no interior de Goiás, após se masturbar 42 vezes, ininterruptamente.

As referências passam pela profusão de informações e pelo ritmo acelerado dos dias atuais. Cenas de filmes, animes, comerciais, redes sociais e situações cotidianas tecem um quadro denso desse “estranho mundo de Robson”, como Ortega costuma se referir, onde não é necessário definir o que é alucinação. “A internet é o universo fake onde se pode ser o que quiser assim como a falsa notícia sobre Robson”, reflete o diretor Emerson Rossini.

Quarenta e Duas quebra a linearidade do tempo onde fantasias e realidades se mesclam no universo das personagens. A opção pela narrativa zapping, pela descontinuidade e fragmentação de imagens e gestos ajuda a revelar o ponto de vista de Robson no momento de epifania diante da morte: uma zona turbulenta onde seu subconsciente se expande.

Os figurinos, objetos de cena e a presença do látex, aplicados sobre algumas peças, trazem a reflexão sobre esse mundo fake em que estamos inseridos. O figurino é composto por peças brancas que fogem ao cotidiano e permitem uma integração maior entre os atores. Com ares nonsense, as personagens vestem saias com tule, reportando ao tutu das bailarinas clássicas. “O contraponto está no figurino e nos traz a leveza do momento onírico, a doçura para essa abordagem densa”, comenta Daniel Ortega.

O cenário segue a linha onírica da encenação. De uma armação suspensa em forma de guarda-chuva surge um emaranhado de fios pretos que envolvem o espaço. Luvas pretas flutuam. Os adereços - máscaras de animais, regadores de plantas, partes de bonecas, moedor de carnes, martelo, serrote, refrigerante - são resignificados e transformados em símbolos para a linha narrativa. Esses elementos dialogam entre si e a cenografia.

A iluminação recortada desenha poeticamente as linhas do caminho de Robson. A trilha sonora criada com base no mundo virtual - é uma referência pop e também é texto. Ela potencializa nossa dependência do consumo enraizado e pincela um quadro cruel de uma realidade quase distópica. Para os diretores, o expectador irá presenciar em Quarenta e Duas um mundo paralelo e individualista, síntese de um aspecto degenerativo da sociedade moderna.

Ficha técnica

Dramaturgia: Camila Damasceno
Direção: Daniel Ortega e Emerson Rossini
Elenco: Cibele Bissoli, Cristiano Sales e Daniel Ortega.
Criação e operação de luz: Thatiana Moraes
Sonoplastia: Vinícius Árabe Penna
Figurinos: Álvaro Franco
Cenário e adereços: Álvaro Franco e Daniel Ortega
Identidade visual: Gustavo Oliveira
Fotografia: Cacá Bernardes
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Produção: Cia Artehúmus
Realização: Cia Artehúmus e Núcleo Tumulto

Serviço

Sinopse: Quarenta e Duas aborda a violência da sociedade de consumo que nos impõe o gozo constante como sinônimo de felicidade, a partir da perspectiva dos últimos dias de vida de um adolescente, que morre após se masturbar 42 vezes. Por meio de uma espécie de zapping, vê-se o mundo de Robson em uma geração bombardeada por links, likes e imagens editadas.

Espetáculo: Quarenta e Duas
Estreia: 23 de março. Sexta, às 21 horas
Local: SP Escola de Teatro (Sala R1)
Tel: (11) 3775-8600
Temporada: 23/03 a 23/04
Dias e horários: sextas, sábados e segundas (às 21h) e domingos (às 19h)
Ingresso: R$ 30,00 (meia entrada: R$ 15,00)
Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita cartão de débito e dinheiro.
Duração: 70 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama. Capacidade: 50 lugares.
Acesso universal. Ar condicionado.

Currículos

Daniel Ortega - É ator formado pela Escola de Arte Dramática da ECA/USP (DRT 20389). Atuou em mais de 30 espetáculos, além de novelas, minisséries e longa metragens. Em sua trajetória como ator de teatro, foi dirigido por nomes importantes do cenário brasileiro como Zeno Wilde, José Rubens Siqueira, Luís Damasceno, Cristiane Paoliquito, Regina Galdino, Marco Antônio Braz, Rubens Rusche, Bete Dorgam, Evill Rebouças, Kiko Mascarenhas, Marcelo Marcus Fonseca, dentre outros. Em 2004 passou a integrar a Cia Artehúmus de Teatro, vencedora de prêmios notáveis como APCA, Shell, Mambembe e FEMSA-Coca Cola, onde iniciou sua pesquisa teatral para espaços não convencionais. No ano de 2015 o Prêmio Fomento ao Teatro de SP viabilizou a pesquisa de intervenção urbana e performance teatral Neverland ou as (in)existentes Faixas de Gaza. Em 2014, foi convidado pela diretora sueca Bim de Verdier a fazer parte da peça “Dissecar uma Nevasca”, texto de Sarah Strindberg. O espetáculo fez uma temporada de apresentações no Odin Theater, em Copenhagen, na Dinamarca. Atualmente, desenvolve sua primeira direção na montagem de “Quarenta e Duas”, na qual também participa como ator.


Emerson Rossini - Bacharel em Direção Teatral pela Universidade de São Paulo e ator pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (D.R.T. 23.020/SP). Trabalhou como Coordenador de Ação Cultural no CEU Heliópolis, da Prefeitura Municipal de São Paulo. Como ator atuou em espetáculos sob direção de Luis Fernando Ramos, Luis Valcazaras e Julio Avanci, além de ter atuado na Cia. Do Latão e na Cia. Teatro de Narradores. Dirigiu o grupo de teatro no Projeto Memórias de Heliópolis e participou como orientador no Projeto Ademar Guerra 2012.

Camila Damasceno - É dramaturga do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Unicamp, é mestra pela mesma instituição sob orientação de Matteo Bonfitto. Formada no curso regular de Dramaturgia da SP Escola de Teatro. Já desenvolveu dramaturgias para a Cia TENDA, coletivo Os Pescadores e Projeto Espetáculo Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha.

Cristiano Sales - É Ator. Atuou em mais de 15 espetáculos teatrais e em longas e curtas metragens cinematográficos. Foi dirigido por Marco Antônio Rodrigues, Regina Galdino, André Garolli, Marco Antônio Braz, Juliana Galdino, Carla Candiotto (Cia. Le Plate du Jour), Evill Rebouças, entre outros. Formado pela Escola de Arte Dramática da USP. Possui especialização em circo, clown, commedia dell ́arte, canto e dança popular.

Cibele Bissoli - É atriz, contadora de histórias, bonequeira e arte-educadora (DRT 22.141/SP). Formada pela EAD USP e pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Atuou em Noel Rosa, O Poeta da Vila e seus Amores (PROAC/ Montagem 2009) e Vinicius, de Vida, Amor, Morte, dirigidos por Dagoberto Feliz, na Cia Coisas Nossas; Bruto, com Direção de Luiz Fernando Marx, texto de Alexandre Dal Farra; Balada de um Palhaço, direção de Gustavo Trestine (Prêmio Miriam Muniz 2007); e espetáculo musical Gota D’Água Breviário, com a direção de Heron Coelho e Georgette Fadel (Prêmio Shell de melhor atriz) da Cia Breviário.


Mulheres à Obra chega em sua 3ª edição De 3 de março a 10 de abril



Fonte: Rozangela Silva


O projeto Mulheres à Obra, criado pela Palácio da Ferramenta,
rompe fronteiras, e traz para 3ª edição: novas turmas e novos cursos.

O “Mulheres à Obra” dá uma forcinha ao empoderamento feminino, tem o objetivo de ensinar mulheres a utilizarem ferramentas elétricas, assim como a solucionarem pequenos reparos domésticos do cotidianos, e claro, inserindo-as ativamente nessa área do mercado de trabalho, com mais autonomia e capacitação.
São cinco cursos, que acontecem sempre aos sábados e ministrado por uma mulher, Emanuela Fidelis.





·         Dias 03 e 10 de Março – Como manusear ferramentas elétricas
·         Dia 17 de Março – Como fazer reparos hidráulicos básicos
·         Dia 24 de Março – Como fazer reparos elétricos básicos
·         Dia 07 de Abril – Como pintar paredes.

Onde tudo começou – à frente do projeto está Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, que queria algo novo na movimentada loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento, e não é que elas entendem das ferramentas? Ajudam os clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar. E esse cenário despertou em Isabel, algo maior, nasceu assim “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros como Makita, Bosch, Lorenzetti, Suvinil e Legrand. E eles também apostam nessa demanda, no mercado já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até parafusadeira/furadeira e furadeira de impacto cor de rosa.
“Nós percebemo-nos que as mulheres não usavam ferramentas porque muitas vezes tinham medo de não terem jeito, acharem pesado e que poderiam levar choques. Nós decidimos terminar com todos esses mitos através do Mulheres à Obra”, alega Isabel Gomes.  
A 1ª edição foi em março de 2017, o mês escolhido foi de propósito, surgiu para homenagear as mulheres no mês delas, alusivo ao Dia Internacional da Mulher, que é celebrado em 8 de março. Bom, fez tanto sucesso que logo se programou a 2ª edição, realizado em setembro, e hoje, computam-se mais de 250 participantes.
“Saí de lá com autoestima elevada”, atestou Kátia Vargas Barbosa, 56 anos (participante).


“Gostei muito do curso, estou sempre à procura de conhecimentos em pequenos reparos vejo vídeos no Youtube e o curso foi de grande valia pois sou eu que faço sempre alguns reparos em minha casa e não sabia usar a furadeira, agora não gasto dinheiro à toa com pequenos reparos”, Elane de Souza Ramos, 38 anos (aluna da primeira edição).
Palácio da Ferramenta - Com 47 anos, funcionado em quatro endereços: duas lojas na Buenos Aires, e outras duas na Praça da República e na Sete de Setembrofornecendo o que há de melhor no ramo, o Palácio da Ferramenta vem, há anos, sempre com as melhores marcas e preços. A empresa, no Centro do Rio, é considerada como a mais completa, com diversificados produtos, com uma grande variedade de máquinas, fechaduras, material elétrico, ferro fundido, parafusos, dobradiças, tintas, pisos, azulejos, metais e muito mais!
“O Mulheres à Obra é o jeito que o Palácio da Ferramenta encontrou para homenagear mulheres no seu dia internacional, empoderando-as e transformando as suas vidas”, contextualiza Isabel Gomes.
Ah! tudo foi pensado, para despertar o interesse, a logomarca é uma mulher com uma bandana vermelha, o braço em pose de força e os dizeres “O lugar de mulher é onde ela quiser” – E essa mensagem vem inspirada na musa feminista Naomi Parker Fraley, falecida em janeiro de 2018 (ela foi um marco na segunda guerra mundial e na história do feminismo).      
As inscrições já estão abertas, com 50 vagas
Com o valor simbólico de R$ 50,00 (cada curso). Na verdade, esse valor vira um voucher para utilizar na loja. Um dia todo só para mulheres, com aula prática e teórica, dicas e orientações para utilizar diversas ferramentas. Elas ganham alguns mimos como material didático, camiseta, bandana (laço), coffee break, e com direito a sorteio de ferramentas. 
D
as 9h30 às 14h.
Local: Escola Técnica Centro Rio
Mulheres à Obra - 3ª edição
De 3 de março a 10 de abril
Inscrições no site: www.palacio.com.br

Crédito das fotos: Memória Lúdica



segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Craca e Dani Nega fazem show no Centro Cultural Banco do Brasil


Dupla premiada apresenta último show  em São Paulo  de “Craca, Dani Nega e Dispositivo Tralha”. Segundo disco já está no forno.

Fonte: Lau Francisco 

A dupla Craca e Dani Nega está de volta. Após ganhar o 28 º prêmio da música brasileira como melhor álbum de música eletrônica, eles agora são artistas indicados para o Prêmio Profissionais da Música/Music Pro Award na categoria Artista de Música Eletrônica.

E para deixar esse momento mais especial, os artistas têm uma agenda de shows no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo (02 de março), Brasília (03 de abril) e Rio de Janeiro (14 de abril). A apresentação integra o festival “Admirável Música Nova”, que propõe o encontro improvável de artistas que transitam em estéticas diferentes e que convergem para pontos comuns.
Este é o último show em São Paulo do primeiro disco “Craca, Dani Nega e Dispositivo Tralha”, onde fundem rap, hip hop e eletrônico multiético. A dupla  está nos estúdios em processo de gravação de seu segundo álbum.
Neste show o público ainda poderá ouvir “Papo Reto”, onde os músicos convocam todas as mulheres para luta contra o racismo e o machismo, música que, inclusive, foi escolhida para o primeiro videoclipe, com direção de Day Rodrigues, foto e montagem de Lucas Ogasawara.
Entre as diversas participações muito especiais estão as apresentadoras Roberta Estrela D'alva e Adriana Couto, a modelo e performer Aisha Mbikila, a bailarina Verônica Santos, atrizes dos coletivos negros de teatro de SP (Crespos, Clarianas, Capulanas, Cia Sansacroma e Coletivo Negro), a colunista Joice Berth, a rapper Preta Rara, a artista Ana Paula Xongani, além do cantor Rico Dalasam. 

Disco Manifesto
O disco é um manifesto poético, político-social e dançante, tem sonoridade variada, com canções e músicas instrumentais, o rap e hip-hop vem acompanhados por ritmos diversos em músicas como “Sou Preto Mesmo”, expondo ironicamente a apropriação da cultura negra. Entre as instrumentais, “Thoracica”, uma cumbia abrasileirada, e “Vintage Sci-Fi”, mix de coco e afrobeat, sonoridades trazidas por Craca.
Dani Nega é atriz e MC que traz no sangue a música negra. Craca é músico e produtor, com o trabalho diretamente ligado à expressão visual. O som, fruto do ímpeto alquimista cyberpunk de Craca, se mostrou uma base perfeita para que Dani Nega dispare rimas pesadas que discutem sobre a violência sofrida pelas mulheres e negros no Brasil. O disco reúne a melhor parte do repertório nascido originalmente de um projeto audiovisual de música e vídeo mapping que Craca vem apresentando em diversas performances pelo estado de São Paulo desde 2013.


SERVIÇO
Shows Craca e Dani Nega no projeto “Admirável Música Nova”, no CCBB Brasil (São Paulo)
Data: 02 de Março
Local: Rua Álvares Penteado, 112 - Centro – SP
Ingressos: Inteira R$ 20 e meia entrada R$ 10
Informações: (11) 3113-3651
Brasília (03 de abril)
SCES, Trecho 02, Lote 22CEP 70200-002
Rio de Janeiro (14 de abril).
R. Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro