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terça-feira, 30 de abril de 2019

ITAÚ CULTURAL RECEBE PLACA EM HOMENAGEM AO APOIO À DIVERSIDADE





Ariel Goldenberg, Rita Pook, Joana Morcazel e Jô Santana entregaram hoje no Itaú Cultural, a placa comemorativa de 60 mil espectadores  do Espetáculo "O Reizinho Mandão" da Obra de Ruth Rocha a, Eduardo Saron e Dona Milu Vilella.
Gratidão pela parceria e investimento na Diversidade.
Aguardem o próximo projeto; vem aí o espetáculo infanto-juvenil "Romeu e Julieta".

Jô Santana, Ariel  Goldenberg, Eduardo Saron ( Itaú Cultural) , Rita Pook, Joana Morcazel 




Bar Samba - programação de maio promete agitar a Vila Madalena com muita roda de samba

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Grupo Samba Bar / foto: Divulgação
  
São Paulo - Mês de maio chegando e, com ele, o Bar Samba preparou uma programação animada, com muita roda de samba, começando na véspera do feriado, com o Grupo Samba Bar, às 21h.

Na quinta, 02/05, João Sensação comandará a roda de samba com muita música boa e relembrando grandes sucessos. Na sexta, 03/05, o grupo Samba Bar alegra o público com sua roda de samba agitada. No sábado tem a tradicional  Feijoada com Roda Samba também o comando do grupo Samba Bar. Informações pelo telefone: (11) 3819-4619.


Sobre o Bar Samba
Poucos lugares em São Paulo guardam ao mesmo tempo a história da cidade e do gênero musical mais popular do Brasil. O Bar Samba completou 15 anos no dia 2 de fevereiro de 2019, e desde sua fundação é o destino de muita gente bamba e dos amantes da boa música e da melhor comida de boteco.
Entrar no bar é penetrar num pedacinho da memória de muitos personagens ilustres, que estão estampados em fotos, ilustrações, pavilhões de escolas de samba e instrumentos musicais. Além, de um painel gigante (13 metros) de caricaturas que eterniza figuras como Cartola, Candeia, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho, entre outros.
Muitas destas personalidades brilharam ao vivo no comando das tradicionais rodas de samba da casa, como Luiz Carlos da Vila, João Nogueira, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara e Wilson Moreira, que foram inseridos no painel nesta nova fase, junto com as caricaturas de personagens do cotidiano como o gari, o coletor de lixo, as baianas e as passistas.

Bar Samba: Feijoada, comida de boteco e o melhor torresmo de São Paulo
O cardápio com as comidinhas de boteco oferece porções generosas de pastéis – misto carne, queijo e palmito (R$ 38,00 com 6 unidades); coxinha de frango (R$ 32,00 com 08 unidades); bolinhos de bacalhau (R$ 42,00 com 12 unidades);  filés na chapa – acompanha batatas cozidas, vinagrete, farofa e pão francês (R$ 89,00, picanha; R$ 68,00 frango ou calabresa); o melhor  torresmo de São Paulo (R$ 32,00), que também pode ser saboreado na concorrida feijoada completa (R$ 89,00), servida aos sábados, durante a roda de samba. 

Serviço – Bar Samba – “um novo lugar para uma grande história”

Endereço: Rua Fradique Coutinho, 1007 - Vila Madalena
Televendas e Reservas de mesas: (11) 95341-0198 (das 9 às 19h – terça a sexta-feira)
Telefone: (11) 3819-4619
Cartões: Todos (não aceitamos Ticket Restaurante, Sodexo, Ticket Alimentação)
Estacionamento: não tem valet (várias unidades particulares próximas)
Acessibilidade: Rampa, elevador e banheiros

Programação da semana
Terça-feira (30/04) - Grupo Samba Bar 
Quarta-feira (01/05) – fechado 
Quinta-feira (02/05) – João (Grupo Sensação)
Sexta-feira (03/05) – Samba Bar
Sábado (04/05) Feijoada com Roda de Samba / Grupo Samba Bar

Funcionamento
Quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira das 19h à 01h
Sábado- 13h às 19h (Feijoada com Grupo Samba Bar) e 21h às 03h (Samba Ao Vivo)
Entrada: quarta e quinta - R$ 20,00; sexta e sábado - R$ 35,00 (exceto dias de shows)
Capacidade: 250 pessoas

Assessoria de Imprensa e Credenciamento:  Central de Comunicação
(11) 93236-4161 – imprensa.barsamba@gmail.com

Atendimento à Imprensa
Camila Alexandre – (11) 97326-9170
Cris Molina – (11) 97970-8822

Sesc Santo Amaro recebe espetáculo Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, com montagem do Grupo Oficcina Multimédia, de Belo Horizonte

Grupo Oficcina Multimédia estreia espetáculo com direção de Ione de Medeiros, artista que está à frente da companhia mineira há 36 anos. O espetáculo Boca de Ouro completa a Trilogia da Crueldade, peças encenadas pelo GOM que discutem a violência na história da humanidade.

Crédito para Netun Lima


Fonte : Canal Aberto / Fotos : Netun Lima e Guto Muniz 


Com um histórico de criações artística-multilinguísticas, onde os espetáculos trazem recursos da performance, do teatro e da música, o Grupo Oficcina Multimédia chega a São Paulo com o espetáculo Boca de Ouro, o segundo da história de toda a companhia a utilizar como base um texto teatral na íntegra – o primeiro foi A Casa de Bernarda Alba, de 2001.  Dirigido por Ione de Medeiros, o clássico de Nelson Rodrigues estreia no Sesc Santo Amaro dia 16 de maio, quinta-feira, às 21h.
A história do Boca de Ouro acontece em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro, mas na montagem da companhia, o espetáculo se desenvolve em um outro cenário. “Pensamos em trazê-lo para o interior de uma casa que poderia ser de um mafioso pertencente a qualquer lugar do mundo. Neste ambiente intimista, duas portas se abrem para o interior da casa de D. Guigui, a personagem que conta a história do Boca de Ouro por meio de três versões diferentes”, conta Ione de Medeiros, que também assina cenografia e figurino.
Ione, que iniciou a carreira artística como pianista, conta que os espetáculos do GOM (Grupo Oficcina Multimédia) possuem um conteúdo mais abstrato e são criados justamente a partir de um olhar que integra várias linguagens artísticas. “Entrei para o teatro pela porta da música, então penso a cena a partir de movimento e sonoridade. O aparato visual das peças que dirijo têm formas e gestos criados a partir de elementos que a música sustenta”, explica.
Na montagem, os integrantes se dividem em diversos personagens e o Boca de Ouro é duplicado, interpretado por dois atores. Mesmo com a presença de uma atriz, os atores fazem papéis masculinos e femininos. As roupas são escolhidas de acordo com a situação ou com o temperamento dos personagens e artistas pop aparecem como referência no figurino da peça. “Michael Jackson é uma afinidade eletiva presente no figurino e na dança. Michael foi lembrado por sua história como pop star que escolheu ser enterrado em um caixão de ouro, o mesmo sonho do personagem do Nelson Rodrigues”, explica.
A artista diz que a ideia de retornar a uma peça de dramaturgia mais tradicional surgiu após a criação da peça Macquinária 21 (2016), inspirada pela tragédia Macbeth, de Shakespeare. “Nelson Rodrigues tem muito em comum com Shakespeare, como pelo fato das personagens de ambos serem vítimas de desejos inconscientes e incontroláveis”. Na montagem, Ione fez questão de preservar expressões, gírias e maneirismos contidos no texto de Nelson. Para ela, esses recursos conferiram agilidade e um modo mais fluído de construir a peça.
O cenário escolhido para dialogar com esse estilo é bastante versátil: uma porta que se levanta torna-se a casa de dona Guigui, e uma mesa que serve de escrivaninha numa redação de jornal também faz às vezes de um caixão. Outros elementos simples e com usos variados estão repartidos no palco na forma de um triângulo, o que também fortalece a proposta do próprio enredo, um entrelace de três histórias.



Boca de Ouro completa a Trilogia da Crueldade, peças encenadas pelo GOM que discutem a violência na história da humanidade. Aldebaran (2013), a primeira peça, é sobre o irreal, do medo e dos monstros alimentados pelas guerras e disputas pelo poder; Macquinária 21’ (2016), tem como foco o Governo e a sede de poder que levou o rei a ser morto antes de assumir seu posto. Já Boca de Ouro revela até onde o ser humano é capaz de ir para ascender socialmente.


Ione ressalta que a estrutura fragmentária da obra de Nelson Rodrigues fez com que a montagem tivesse muito a ver com a própria linguagem do Grupo Oficcina Multimédia. “O texto não se encarrega de tudo, ele é parte dos recursos estilísticos que contam essas histórias ao público”, conta.
O elenco é composto por Camila Felix, Gustavo Sousa, Henrique Mourão, Jonnatha Horta Fortes, Lucas Prado e Victor Hugo Barros. Jonnatha Horta Fortes é o assistente de direção, figurino e preparação corporal. Francisco César é o responsável pela trilha sonora.  Agostinho Paolucci, Lucas Fainblat e Rafael Pimenta são as participações especiais na trilha do espetáculo.
 
Grupo Oficcina Multimédia
Fundado em 1977, o Grupo Oficcina Multimédia pertence à Fundação de Educação Artística, FEA, desde que foi criado pelo compositor Rufo Herrera no Curso de Arte Integrada do XI Festival de Inverno da UFMG e BH. O espetáculo Sinfonia em Réfazer, de 1978, inaugurou a linguagem multimeios e, pela primeira vez, levou para o palco os instrumentos de Marco Antônio Guimarães (UAKTI) integrados ao texto, movimento e material cênico.
Desde 1983, sob a direção de Ione de Medeiros, o Grupo mantém um permanente trabalho de corpo, voz, rítmica corporal e pesquisa de material cênico no processo de elaboração de seus espetáculos. Até este período, Ione se dividia entre atuação e direção, até que decidiu se dedicar exclusivamente à direção do grupo, começando com Biografia - Joguinho do poder (1983) e K(1984). Depois vieram Domingo de SolTrilogia JoyceZaac e ZenoelA Casa de Bernarda AlbaBaBACHdalgharaMacquinária 21 e muitos outros.

SINOPSE
Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, ambientada no universo da zona norte do Rio de Janeiro, tem como mito um personagem suburbano, cuja figura emblemática vai ser associada ao submundo do crime. O tema da violência e da disputa pelo poder foi ampliado e, este olhar suburbano, estendido a marginais mundialmente conhecidos. O enfoque da encenação recai sobre o texto falado, mantendo a integração de som, imagem, movimento e material cênico particular ao Grupo Oficcina Multimédia num diálogo com a dramaturgia de Nelson Rodrigues. A direção é de Ione de Medeiros.

FICHA TÉCNICA
Direção, cenário e figurino: Ione de Medeiros
Assistente de direção, figurino e preparação corporal: Jonnatha Horta Fortes
Elenco: Camila Felix, Gustavo Sousa, Henrique Mourão, Jonnatha Horta Fortes, Lucas Prado e Victor Hugo Barros
Texto: Nelson Rodrigues
Trilha sonora Francisco Cesar
Finalização: Pedro Durães
Participações especiais: Agostinho Paolucci, Lucas Fainblat e Rafael Pimenta
Operação de som: Jair Ferreira (Junão)
Iluminação: Bruno Cerezoli
Operação de luz: Jimmy Wong
Projeto Gráfico: Adriana Peliano
Assessoria de imprensa: Canal Aberto
Orientação em danças urbanas: Leandro Belilo
Orientação teórica: Leda Martins e Ram Mandil
Fotógrafo: Netun Lima
Produção: Grupo Oficcina Multimédia
Produção SP: Rodrigo Fidelis – Corpo Rastreado
Teaser: Henrique Mourão sobre arte de Adriana Peliano

SERVIÇO
Boca de Ouro
De 16 de maio a 9 de junho de 2019
Quintas, sextas e sábados, às 21h, e domingo, às 18h
Local: Sesc Santo Amaro (R. Amador Bueno, 505 - Santo Amaro)
Ingressos: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e R$ 9 (credencial plena).
Capacidade: 279 lugares.
Duração: 85 minutos. Classificação: 14 anos.
 
SESC SANTO AMARO
Bilheteria e horário da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505.
Acessibilidade: universal.
Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).
Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

 

Paisagens de Passagem, terceiro gesto coreográfico, é a resultante do encontro entre Helena Bastos e o Núcleo Enxertía.


Paisagens de Passagem - Foto - Keiny Andrade


Quais são as possibilidades da criação de um trabalho cênico a partir do tema Situações de Levante, ou seja, os modos de atuar na área da dança em um período político pouco favorável à arte? Como confrontar os modos de criação de cada companhia a partir de um tema e desdobrar essa ação em debates, espetáculos e partilha entre os artistas? Foi a partir desses e outros questionamentos que o Núcleo EntreTanto criou a ação Gestos Coreográficos parte do projeto Situações Coreográficas#Variação 3: Uma Coisa Muda, contemplado pela 24ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.



Paisagens de Passagem é o terceiro Gesto Coreográfico do projeto que será dirigido por Helena Bastos - diretores do grupo Musicanoar - com o Núcleo Enxertía. As apresentações acontecem de 03 a 05 de maio, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h, no Centro Cultural da Penha.

O quarto artista convidado é o coreógrafo Daniel Kairoz - diretor do Terreiro Coreográfico - e Núcleo KASA (de 03 a 05 de junho, no CRD) e dia 08 de junho, na Funarte acontece a apresentação final do projeto com as quatro criações.

Cada apresentação contempla um coreógrafo de trajetória consolidada na área e um grupo emergente, cujas atividades foram iniciadas nos últimos anos. Em junho haverá um encontro entre todos os participantes dos Gestos Coreográficos, com apresentações das quatro criações. O encerramento do projeto será marcado pela temporada de uma obra inédita do Núcleo EntreTanto a partir do tema que inspirou os outros grupos: Situações de Levante




Sobre o projeto Gestos Coreográficos

Criação de coreografias a partir do tema Situações de Levante é a proposta de Wellington Duarte para discutir o corpo contemporâneo com artistas de diversas modalidades e gerações que estão em atividade na cidade de São Paulo. O livro Levantes, escrito pelo filósofo francês Georges Didi-Huberman, foi o material eleito como principal disparador da criação dos Gestos Coreográficos.

Como forma de reforço do tema proposto, os grupos também receberam uma série de indicações de filmes, vídeos, registros fotográficos de instalações de artes plásticas, fotografias históricas e textos que discutem de alguma forma “as situações de levante”. As linguagens dos oito grupos que integram o projeto são muito diferentes entre si e a proposta é observar como cada um deles constrói a sua dramaturgia e como é possível cada um se contaminar pela criação do outro. É importante que todos estejamos próximos - os mais novos e os mais velhos - e que criemos ações conjuntas e potentes”, afirma o artista.



Um ponto de convergência importante entre os grupos é a busca por alternativas para sustentar seus trabalhos e pesquisas artísticas no contexto político atual. “Fomos todos afetados violentamente pelo desmonte, não dá para ficar indiferente”, ressalta Wellington em referência à extinção do Ministério da Cultura e redução de editais e verbas destinadas à dança em São Paulo e também no Brasil.

Após cada apresentação haverá uma conversa/bate-papo com os integrantes dos grupos, Núcleo EntreTanto e público. Toda a programação é gratuita.






Serviço

Gesto Coreográfico 3
Paisagens de Passagem
Direção:  Helena Bastos com o Núcleo Enxertía.
Dias: 03, 04 e 05 de maio, sexta e sábado ás 20h, e domingo ás 19h
Local: Centro Cultural da Penha (Largo do Rosário, nº 20 - Penha)
Grátis – Retirada de ingresso com 1h de antecedência

Ficha Técnica
Coreógrafa: Helena Bastos
Intérpretes: Bia Rangel, Fernando Sagawa, Franco Galvão (Núcleo Enxertía), Beto Amorim, Caroline Lucena, De Paiva, Erika Malavazzi, Gustavo Muliterno, Layla Bucaretchi, Sylvia Aragão, Tertulina Alves, Thais Ponzoni, Thiago Soares e Victor Pessoa (Intérpretes Convidados), Aline Brasil, Maria Basulto, Wellington Duarte, Donizeti Mazonas e Rafael Costa (Núcleo EntreTanto).
Fotos: Keiny Andrade
Arte Gráfica: Fagus
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Assistente de Direção do Projeto: Rafael Costa
Produção: MoviCena Produções

Gesto Coreográfico 4
Com Daniel Kairoz (diretor do Terreiro Coreográfico) e Núcleo KASA
Dias 03, 04 e 05 de junho, segunda a quarta
Local: CRD – Centro de Referência da Dança

Apresentação dos quatro Gestos Coreográficos
Dia 8 de junho de 2019 – sábado
Local: Funarte