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terça-feira, 23 de julho de 2019

Bar Samba aposta nas rodas de terreiro para agitar às noites de quinta-feira

novidades naCom  programação, a casa receberá em agosto, direto do Rio de Janeiro, Gabriel e o Samba da OuvidorCriolice e os Amigos da 27,  de São Paulo.

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Foto: Samba da Ouvidor / Divulgação

São Paulo – A partir de agosto, o Bar Samba, que funciona de quarta a domingo, na Vila Madalena, terá novidades na programação. Dia 1, já está confirmada a inauguração do projeto Terreiro Divino com rodas de samba, todas as quintas-feiras, das 21 às 2h. As atrações do mês serão os grupos Criolice (RJ), Gabriel e o Samba da Ouvidor (RJ) e Amigos da 27 (SP).

O nome do projeto foi inspirado na música que os músicos e compositores Luizinho SP e Didi fizeram em homenagem ao Bar Samba. A ideia é abrir espaço para rodas de samba com muito alto astral, animação, samba no pé e batido na palma da mão.

A entrada para as quintas custará R$ 30,00 (preço único) e as mesas podem ser reservadas de terça a sexta-feira pelos telefones 11 3819-4619 / 11 95341-0198.

As atrações 

Criolice – apresentações dias 01 e 22/08 – Com a proposta de resgatar a ancestralidade africana da música brasileira, passando pelo jongo e pelas canções de terreiro, o projeto Criolice, formado exclusivamente por músicos negros, rapidamente ganhou adesão popular e, após sete anos de existência, tornou-se a maior roda de samba do Rio de Janeiro.

Gabriel e o Samba da Ouvidor – apresentações dias 08 e 29/08 – A roda de samba movimenta até mil pessoas na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, conta com grandes nomes do samba no repertório. A roda é liderada por Gabriel Cavalcante e composta por vários músicos da nova geração do samba. Clássicos das décadas de 30 a 80 ganham a roupagem dos sambas de terreiro, evocando a popularidade e resistência cultural do samba que vive nas ruas. 

Amigos da 27 – apresentação dia 15/08 - o projeto nasceu em 2005 da reunião de sambistas do Grajaú na rua 27 (R. Manoel Guilherme dos Reis), em São Paulo l. O samba é tocado na rua todos os domingos e desde o início tem chamado a atenção de muitos amantes do samba. A palavra pagode é atribuída a uma reunião de sambistas, por isso a escolha dela para representar este projeto, que traz um repertório de Samba Raiz, preservando assim a qualidade do samba tradicional sem jamais se fechar para o momento atual da cena deste movimento cultural.

Programação de agosto:
Quarta-feira – 07, 14, 21 e 28/08 - Carmem Queiroz
Quinta-feira – 01, 08, 15, 22 e 29/08 – Projeto Terreiro Divino
Sexta-feira – 02, 09, 16, 23 e 30/08 – Grupo Samba Bar
Sábado – 03, 10, 17, 24 e 31/08 – Feijoada com Grupo Samba Bar (13h);  e Timaia (21h).
Domingo - 18 e 25/08 -  Murilo

Sobre o Bar Samba

Poucos lugares em São Paulo guardam ao mesmo tempo a história da cidade e do gênero musical mais popular do Brasil. O Bar Samba completou 15 anos no dia 2 de fevereiro de 2019, e desde sua fundação é o destino de muita gente bamba e dos amantes da boa música e da melhor comida de boteco.

Entrar no bar é penetrar num pedacinho da memória de muitos personagens ilustres, que estão estampados em fotos, ilustrações, pavilhões de escolas de samba e instrumentos musicais. Além, de um painel gigante (13 metros) de caricaturas que eterniza figuras como Cartola, Candeia, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho, entre outros.

Muitas destas personalidades brilharam ao vivo no comando das tradicionais rodas de samba da casa, como Luiz Carlos da Vila, João Nogueira, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara e Wilson Moreira, que foram inseridos no painel nesta nova fase, junto com as caricaturas de personagens do cotidiano como o gari, o coletor de lixo, as baianas e as passistas.

Serviço – Bar Samba – “um novo lugar para uma grande história”

Endereço: Rua Fradique Coutinho, 1007 – Vila Madalena
Cartões: Todos (não aceitamos Ticket Restaurante, Sodexo, Ticket Alimentação)
Estacionamento: não tem valet (várias unidades particulares próximas)
Acessibilidade: Rampa, elevador e banheiros

Funcionamento
Quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira das 19h à 01h
Sábado- 13h às 19h (Feijoada com Grupo Samba Bar) e 21h às 03h (Samba Ao Vivo)
Domingo – 18h às 23h30
Entrada: quarta, quinta e domingo - R$ 20,00; sexta e sábado - R$ 35,00
Capacidade: 250 pessoas

Teatro | O ENCONTRO - MALCOLM X e MARTIN LUTHER KING JR | Sesc Consolação

“O ENCONTRO - MALCOLM X e MARTIN LUTHER KING JR" 
Texto expõe debate sobre rumos e estratégias pelo fim da discriminação racial fundamentados nas ideologias dos dois ícones norte-americano

Uma imagem contendo terno, pessoa, homem, em pé

Descrição gerada automaticamente
Cena do espetáculo O Encontro – Malcolm X e Martin Luther King Jr - Foto de Julio Ricardo

Temática global e urgente, a luta contra a opressão, discriminação e exclusão dos negros na sociedade é o ponto de partida do espetáculo “O Encontro – Malcolm X e Martin Luther King Jr”, que estreia dia 1º de agosto, às 21h, no Sesc Consolação. Dirigida por Isaac Bernat, a encenação narra, num encontro fictício de Malcolm X e Martin Luther King Jr. num hotel do Harlem, as diferentes ideias, atuações e estratégias dos dois maiores líderes negros de todos os tempos.

Primeira montagem brasileira, estreada em 2018 no Rio de Janeiro, o texto do norte-americano Jeff Stetson com tradução e adaptação de Rogério Corrêa não se restringe apenas ao lado político e histórico presentes nas trajetórias dos dois referenciais norte-americanos. O humano em ambos invade a cena e nos faz entender que, por trás de qualquer ideologia ou estratégia de ação, existe alguém com dúvidas, contradições, idealismo e paixão pela causa a que se dedica.

Estamos diante de uma dramaturgia irretocável, contundente, terna e humana, que trata de questões como o racismo, a discriminação e a injustiça social, condutas que impedem a sociedade de ser justa e igualitária. As visões e as práticas de Malcolm e Martin têm muito a nos inspirar e ensinar neste momento onde a humanidade parece perdida e sem esperança. Aline Mohamad e eu estamos há anos tentando encená-lo e agora chegou a hora”, pontua Isaac. 





Enfatizando a luta pelos direitos civis americanos no fim do século passado, o texto segue atual, uma vez que existe um debate dentro dos segmentos progressistas da população sobre como lidar com a desigualdade e a enorme segregação racial do Brasil, que se apresenta de forma mais sutil e insidiosa do que nos Estados Unidos.

A montagem é importante neste momento porque vivemos um período de fortes polarizações e intolerâncias de diversas ordens. Nós, negros, ainda estamos em situações de muita desigualdade. Esse diagnóstico se tornou clichê, mas é uma realidade”, observa Izak Dahora, intérprete de Malcolm. “Ele era cerebral e estrategista e, ao mesmo tempo, instintivo e dono de uma intuição poderosa e uma força demolidora”.

Rodrigo França, que vive Luther King Jr., engrossa o coro. “Embora seja um crime, ainda temos uma tendência de escamotear o racismo, que no Brasil mata, fere, exclui e enlouquece. Esta montagem é mais uma para tocar nessa ferida. À medida que espetáculos trabalham essa temática, a gente contribui para a reflexão sobre esta realidade. Martin mostrou que vale a pena lutar e buscar uma sociedade mais igualitária e com mais equidade, sempre se valendo da diplomacia, cordialidade e pedagogia como ferramentas”.



Apesar de terem vivido na mesma época, historicamente os ativistas fizeram diferentes trajetórias e só se encontraram durante poucos minutos, num rápido aperto de mãos. Além disso, ambos foram assassinados na década de 1960 e com a mesma idade: aos 39 anos. Cada um, ao seu modo e com suas crenças, deu a vida por um ideal que continua sendo buscado em vários países, inclusive o Brasil, e deixaram marcas eternas na luta pelos direitos humanos.

SINOPSE:
A peça serve como um palco de debate para questões fundamentais sobre os rumos e estratégias da luta pelo fim da discriminação racial. O autor, Jeff Steson, nos revela através dos diálogos a humanidade dos dois grandes líderes americanos.

SOBRE O DIRETOR:
Isaac Bernat é ator, diretor, professor de interpretação no curso de Artes Cênicas da CAL e doutor em Teatro pela UniRio com a tese que resultou no livro “Encontros com o griot Sotigui Kouyaté" (Editora Pallas, 2013). Como ator, seus últimos trabalhos são: Agosto (dirigido por André Paes Leme); Céus e Incêndios (ambos dirigidos por Aderbal Freire-Filho); Cara de Fogo (dirigido por Georgette Fadel). Entre a peças que dirigiu destacam-se Carolina Maria de Jesus - EU Amarelo”, de Elissandro de Aquino; “Por Amor Ao Mundo – Um Encontro com Hanna Arendt”, e “Deixa Clarear”, de Marcia Zanelatto; e “Calango Deu – Os causos da Dona Zaninha“, de Suzana Nascimento. Recebeu o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator por “As Aventuras de Pedro Malazartes”; Prêmio Botequim Cultural de Melhor Ator e Prêmio Aplauso de Melhor Elenco por “Incêndios”; e o Prêmio Zilka Salaberry de Direção por “Lili, Uma História de Circo”.



SOBRE O TEXTO:
A peça recebeu vários prêmios nos EUA, como oito Prêmios de Teatro da NAACP (1987); Prêmio para Dramaturgos Louis B. Mayer (1984); Prêmio Ohio State Achievement of Merit Award (1990), além de seis indicações para o Prêmio New York Audelco (1987).

SOBRE MARTIN E MALCOLM:
Martin Luther King Jr. foi a pessoa mais jovem a receber o prêmio Nobel da Paz, aos 35 anos, em 1964. Quatro anos depois foi assassinado, em 4 de abril de 1968, em Memphis, no Tennessee. Doutor em Teologia pela Universidade de Boston e Pastor de uma igreja Batista de Montgomery, no Alabama, Dr King, como era chamado, assim como Mahatma Gandhi, pregou a não violência como forma de protesto contra a segregação racial. Ele foi também, um grande ativista na luta contra a desigualdade econômica e as guerras, como a dos EUA contra o Vietnã.

De acordo com Manning Marable, o seu mais importante biógrafo, Malcolm X sofreu várias metamorfoses ao longo da curta vida. Nascido numa família pobre na pequena cidade de Omaha, no Nebraska, foi ladrão, agenciador de prostitutas e viciado em drogas antes de se tornar o grande líder muçulmano e preconizador de uma revolução mundial dos negros.  O tempo passado na cadeia também deixou marcas profundas em Malcolm que, neste período, estudou muito e ao sair abandonou o crime, tornando-se um dos maiores oradores de todos os tempos.
FICHA TÉCNICA:
Texto – Jeff Stetson
Tradução e adaptação – Rogério Côrrea
Direção – Isaac Bernat
Elenco – Drayson Menezzes, Izak Dahora e Rodrigo França
Músicos – Caio Nunes e Luíza Loroza
Direção Musical – Serjão Loroza
Assistência de Direção – Luíza Loroza
Assistência de Direção Musical – João Felipe Loroza
Orientação Científica – Lourenço Cardoso
Cenário – Dóris Rollemberg
Figurinos – Desirée Bastos
Fotos – Julio Ricardo
Vídeos – Caleidoskópica Produções - ClaraEyer e Elea Mercúrio
Programação Visual – Raquel Alvarenga
Idealização – Aline Mohamad e Isaac Bernat
Produção e Realização – Corpo Rastreado e MS Arte & Cultura

SERVIÇO: 
"O ENCONTRO - MALCOLM X E MARTIN LUTHER KING JR"
Temporada: 01 a 11 de agosto de 2019
5ª a Sábado - 21h / Domingo - 18h
Duração: 65 minutos
Classificação Etária – 12 anos
Teatro Anchieta – Sesc Consolação
R. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque
Ingressos - R$ 12,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena) | R$ 20 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) | R$ 40,00 (inteira).

sexta-feira, 19 de julho de 2019

HAPPY HOUR COM SAMBA E MUITO PETISCO NO BAR BIG - CENTRO DO RIO




O grupo Primos do Samba 
Hoje, no Bar Big, no Centro
Aberto ao público

O grupo Primos do Samba, levam um som de "responsabilidade" no Centro. A estreia deles no local, começou com o lançado o 1º CD - com o título "Refém do Desejo", letra de Xande de Pilares e Helinho do Salgueiro. 
E deu tanto certo, que foram convidados para tocar toda sexta no Bar Big. Abreu, sócio do bar, recebeu tantas recomendações e elogios, que tratou de chamar a rapaziada para uma temporada. 


A afinidade musical entre eles foi tamanhaque se titularam "primos", sem ao menos terem algum parentesco genético, mas trazem o DNA do samba no sangue, e assim, surgiu uma parceria musical e de amizade
O grupo foi em junho de 2002, a formação atual conta com Júlio Primos do Samba, Moacy do Pandeiro, Sidney Reco-Reco, Cizinho do Banjo e Marquinhos do Cavaco (voz e instrumentos), o quinteto se diferencia por trazer o legítimo samba de raiz em seu repertório. 
 
Já o Bar Big, virou reduto para um bom papo e cervejinha no esquema. O bar é no estilo de boteco pé sujo, mas surpreende por oferecer deliciosos petiscos como empadinhas, sardinha frita e torresmo, pastel, entre outra gulodices. E claro, que agrada em cheio






Toda sexta, às 18h  
Aberto ao púbico 
Bar Big
Rua Rodrigo Silva, 13 - Centro (perto da Carioca)

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Festival Latinidades leva 12ª edição para São Paulo


Foto divulgação 



Fonte :Sampa Online 
Latinidades - Festival da Mulher Afro Latino Americana e Caribenha faz sua estreia em 2019 em São Paulo. Pela primeira vez uma edição inteira acontecerá fora de Brasília, onde o evento vem sendo realizado há mais de uma década. A 12ª edição será entre os dias 23 e 27 de julho, no Centro Cultural São Paulo com programação gratuita variada e festa de encerramento com shows na Casa Natura Musical, a única atração com venda de ingressos.
O evento consolidou-se como o maior festival de mulheres negras da América Latina, promovendo diálogos fundamentais e um intercâmbio cultural entre estados brasileiros e países. Mais do que um festival, a iniciativa tem sido uma plataforma de impulsionamento de trajetórias de mulheres negras nos mais diversos campos de atuação.
O Latinidades pauta o fortalecimento de identidades, da formação política e técnica, do empreendedorismo e estímulo à produção artística, cultural e intelectual de mulheres negras. A programação oferece mesas de debates, vivências, oficinas, shows, feira e, principalmente, muita reflexão. A abertura do festival no CCSP traz a força dos tambores femininos do bloco Ilú Obá De Min.
Todas as atividades precisam de pré-inscrição pelo site http://www.afrolatinas.com.br
A edição de 2019 traz o tema Reintegração de Posse. Uma inspiração que vem da historiadora, multiartista e ativista Beatriz Nascimento, do quilombo urbano Aparelha Luzia e da sua idealizadora, Erica Malunguinho. Reintegração de Posse é o tema pensado para refletir sobre tudo aquilo que foi contribuição da população negra nas ciências, na tecnologia, nas artes, na política e em todos os campos do conhecimento e, assim construir, coletivamente, caminhos para o futuro livre de racismo, sexismo, LGBTfobia e outras formas de opressão.
O Latinidades coloca em evidência a produção de conhecimento de mulheres negras e a sua importância na sociedade. Ao mesmo tempo em que denuncia o racismo e machismo e as condições a que são submetidas no continente africano e na diáspora.
A concentração de atividades ocorre na semana de 25 de julho, data estabelecida como o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha desde 1992.
A Feira Latinidades funcionará no decorrer de todo o evento no CCSP e traz diversas empreendedoras negras do Afrolab, projeto da Feira Preta. As mesas e debates trazem como convidadas intelectuais, pesquisadoras, ativistas, escritoras e produtoras culturais (confira a grade da programação abaixo).
No final da semana, o Festival celebrará com show no CCSP e na Festa Latinidades na Casa Natura, que encerra a edição com muita música e moda afro.
Acesse release detalhado Festa Latinidades
Latinidades é realizado pela Griô Produções e Instituto Afro Latinas, em parceria com diversas organizações sociais e redes de mulheres negras no Brasil, África e América Latina. Tem apoio do Centro Cultural São Paulo, Oxfam, Fundo Elas, Casa Natura, Instituto Vladmir Herzog e Cese.
Durante seus 12 anos de atividades, o Festival Latinidades atingiu um público direto de mais de 300 mil pessoas, sempre com o objetivo de buscar a visibilidade das mulheres negras e sua representação digna em todos os espaços, além do fortalecimento e valorização da história e da cultura negra.
PROGRAMAÇÃO
Dia 23 de julho (terça-feira)
Abertura do Festival Latinidades
14h - Saudação às ancestrais e acolhimento: cortejo com o Bloco Ilú Obá de Min.
Local: Sala Jardel Filho
Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab 
Afrolab é o projeto da Feira Preta voltado ao empreendedor negro.
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa
Mesa de abertura
15h - Ancestralidades como pertencimento: as religiosidades negras e práticas de resistência
Local: Sala Jardel Filho
Debate sobre as diferentes tradições religiosas, discutindo ancestralidade, espiritualidade, posse de patrimônio, identidade, luta política e intolerância racial.
Debatedoras: Analia Santana (Irmandade do Rosário dos Pretos – Salvador/Brasil), Ekedi Sinha (Terreiro da Casa Branca/ Ilê Axé Iyá Nassô Oká – Salvador/Brasil), Juliana Maia Victoriano (Comunidade Batista de São Gonçalo – Rio de Janeiro/Brasil) e Iyá Karen D'Osún (Tradição Africana – São Paulo/Brasil). Mediação – Elizandra Souza.
Confira a programação aqui.
Mesa
17h - Eu me vejo em nós: imagens, escritas da gente negra e o poder sobre as nossas histórias
Local: Sala Jardel Filho
Se nossos passos vêm de longe, quem foram e são as mulheres e homens que nos conectam com o passado? Neste debate, uma oportunidade de pensar junto com artistas, pesquisadoras e professoras sobre as experiências de memória e registro ao longo do tempo e vivências indispensáveis para nossa singularidade e vínculos de coletividade.
Debatedoras: Deborah Willis (Fotógrafa e Historiadora – Nova York/EUA), Rosana Paulino (Artista Plástica – São Paulo/Brasil), Miriam Victoria Gomes (Professora de Literatura –Argentina/Cabo Verde) e Fernanda Oliveira (Historiadora e Atinuké – Pelotas/Brasil). Mediação – Allyne Andrade. Confira a programação
aqui.
Apresentação
19h - 1ª Mostra de Autoestilismo do CCSP
Local: Sala Jardel Filho
Orientação: Jaergenton Corrêa (curador de moda do CCSP)
Mostra de estilismo autoral com desenvolvimento crítico em experimentos performativos e protótipos realizados a partir da utilização e idealização de roupas e acessórios identitários. Resultado do projeto em oficinas e rodas de conversa, onde referências culturais herdadas em família, manifestações comunitárias e elementos da paisagem urbana foram potencializadores pelos processos criativos dos participantes.
Dia 24 de julho (quarta-feira)
Vivência
10h - O Toque da Empoderada: Caminhos Diretos ao Prazer
Local: Sala Jardel Filho
Condução: Diane Ghogomu (EUA)
Vivência de Kundalini ioga e meditações tântricas, uma exploração sensorial a partir do movimento, meditação, fala coletiva e toque preparada por Diane Ghogomu, com o objetivo de fortalecer o poder das participantes.
Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab
Afrolab é um projeto da Feira Preta voltado ao empreendedor negro.
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa
Mesa
14h - Onde nos cabe na riqueza que produzimos? Tema: Economia, trabalho e impasses ético-psicológicos
Local: Sala Jardel Filho
Reflexão e debate sobre colonialidade, economia, trabalho e impasses ético-psicológicos vivenciados pela comunidade negra em seus confrontos e lutas pela reintegração de posse em termos de bens, serviços e trabalho.
Debatedoras: Clarice Val (Terapeuta holística – Salvador/Brasil), Ochy Curiel (Feminista negra decolonial – República Dominicana/Colômbia) e Thiago Vinicius (Agência Popular Solano Trindade – São Paulo/Brasil). Mediação - Sueide Kintê (Jornalista Griô – Salvador-São Paulo/Brasil).
Mesa
16h – Em defesa de nossos territórios: trânsitos e permanências das vidas negras
Local: Sala Jardel Filho
Falar de existência e territorialidades negras, urbanas ou rurais, torna-se exercício que vai além da localização espacial de pessoas. Nesta mesa, mulheres que têm evidenciado diferentes possibilidades de representação.
Debatedoras: Keisha-Khan Perry (Brown University – Jamaica/EUA), Adriana Gomes (Comuna Panteras Negras – Planaltina/Brasil), Josemeire Alves (Casa do Beco – Belo Horizonte/Brasil) e Thabata Lorena (Mercado Sul – Taguatinga/Brasil). Mediação - Thamiris Flora (Unegro/UBM).
Performance participativa
18h - "Corpo Fechado para Balanço" 
Local: Sala Jardel Filho
Experimentação artística participativa, coreográfica e sonora que propõe uma reflexão sobre o lugar da mulher negra nos espaços públicos e nos equipamentos culturais da cidade, partindo das relações ritualísticas do passado e da crítica ao presente.
Dia 25 de julho (quinta-feira)
Das 10h às 17h – Feira Latinidades Afrolab
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa
Mesa
10h - Na luta é que a gente se encontra!
Tema: antirracismo e lutas por direito

Local: Sala Jardel Filho
Em diversas frentes de luta, os movimentos negros e de mulheres negras se firmaram como sujeitos políticos coletivos na sociedade brasileira e na diáspora. Nesta mesa, a troca de experiências entre ativistas com trajetórias diversas na defesa de direitos e na ação antirracista, em diálogo também com gente indígena.
Debatedoras: Marivaldo Pereira (PSOL – Distrito Federal/Brasil), Lúcia Xavier (Criola – Rio de Janeiro/Brasil), Ivana Leal (MNU – Goiânia/Brasil), Sonia Guajajara (APIB – Imperatriz/Brasil) e Douglas Belchior (Uneafro e PSOL– São Paulo/Brasil). Mediação: Taina Aparecida dos Santos.
Vivência
13h - Erótico como Poder: poder através do Prazer
Local: Sala Jardel Filho
Experiência de terapia holística e sexual voltada especificamente para o empoderamento de mulheres negras. A oficina embarca no tema do empoderamento por meio da corporificação consciente, utilizando meditações ativas, práticas de tantra, ioga e rituais para a libertação de traumas, conexão com a paz, prazer e poder.
Condução: Diane Ghogomu (EUA)
Mesa
Somos sementes: representatividade negra e disputa política no Estado brasileiro. 
Tema: participação política negra
Local: Sala Jardel Filho
Reflexão compartilhada entre políticas negras com trajetórias diversas, que estão na linha de frente das batalhas do poder público, como enfrentamento ao racismo, machismo, LGBTfobia e outras práticas de exclusão que atingem não só parte da população, mas a nação como um todo.
Debatedoras: Erica Malunguinho (PSOL – São Paulo/Brasil), Regina Sousa (PT – Teresina/Brasil) e Olívia Santana (PCdoB – Salvador/Brasil). Mediação: Amarílis Costa.
17h - Partida para a concentração da Marcha das Mulheres Negras SP. 
O Latinidades aproveita a realização do festival em SP para participar desta importante manifestação.
Dia 26 de julho (sexta-feira)
Oficina
10h30 - Ritmos africanos
Local: Sala Jardel Filho
Condução: Kety Kim
Uma experiência de imersão, a partir de passos simples até mesmo para iniciantes, proposta pela artista e pesquisadora Kety Kim Farafina, que vai transmitir, por meio da dança e das histórias de griôs, um ano de suas vivências no Oeste da África, mostrando a diferença entre sonoridades que, muitas vezes, são confundidas. Os ritmos vão dos movimentos de danças tradicionais, passando pelo sagrado feminino africano às danças urbanas como azonto, ndombolo e coupé décalé (ritmo contemporâneo). Kety Kim Farafina é baiana, pesquisadora de danças e ritmos africanos desde 2007, e já realizou trabalhos com mestres internacionais de renome na dança tradicional como Alsenir Soumah, Youssef Kombassa, Ifono Mohamed e Djanko Camara.
Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa
Mesa
14h – Estéticas do ativismo negro, arte-educação e produção cultural
Local: Adoniran Barbosa
Nesta mesa, discussões a respeito de perspectivas negras, corpos e lugares, criatividade e expressões de sociabilidade, num exercício de reconhecimento do que tem sido feito no Brasil e em outros pontos do mundo negro.
Debatedoras: Preta Rara (rapper, turbanista, professora de história, modelo Plus Size e influenciadora digital - São Paulo), Vanessa Kanga – (Festival Afropolitain Nomad – Camarões/Canadá), Carol Barreto (designer/professora UFBA – Salvador), Diane Lima (Projeto AfroTranscendence – São Paulo). Mediação: Hanayrá Negreiros (pesquisadora em indumentária e memórias negras – São Paulo).
Mesa
16h – Chega mais, parente! - Diálogos com masculinidades negras
Local: Adoniran Barbosa
Racismo, machismo, sexismo são alguns dos assuntos debatidos aqui a partir das experiências de homens negros homo e heterossexuais, cis e transgêneros.
Debatedores: Túlio Custódio (sociólogo - São Paulo), Spartakus Santiago – (youtuber/publicitário - Rio de Janeiro), Lam Mattos (Ibrat - São Paulo), Sidney Santiago (Cia Os Crespos - São Paulo) e Roger Cipó (fotógrafo/educador - São Paulo). Mediação – Marilea Almeida.
Oficina 
17h - Amarrações e turbantes
Condução: Bangé Yhodhy (Guiné Bissau)
Espaço: Anexo Sala Adoniran Barbosa, na Feira Latinidades Afrolab
A design e ilustradora de Guiné Bissau, radicada há doze anos em Cabo Verde, vai ensinar suas técnicas e significados que variam de região para região, trazendo ao Latinidades novas técnicas de amarrações e turbantes.
https://www.afrolatinas.com.br/eventos/oficina-turbantes/
Show
19h - Eva RapDiva (Angola)
Local: Arena Adoniran Barbosa
Eva é um dos maiores nomes da cultura hip hop angolana, a rapper ganhou prêmio de melhor artista feminina no Angola Music Awards em 2018, entre tantos outros. Sua carreira teve início nas ruas, onde participava de batalhas de freestyle, impressionando com seu repertório narrativo. Em 2013 gravou suas primeiras músicas e desde então vem ocupando espaços do underground ao mainstream. Seu último álbum lançado em 2018 é "Eva".
Dia 27 de julho (sábado)
20h - Festa de encerramento 
Local: Casa Natura Musical
Abertura com Dj Donna (DF)
20h30 Desfile África Plus Size (São Paulo)
20h45h Desfile Baobá Brasil (Rio de Janeiro)
21h Desfile Pinto Música (Moçambique)
21h15 Desfile Mônica Anjos (Salvador)
21h30 Show A.M strings (EUA) participação Laylah Arruda (Feminine Hifi)
23h15 Show ZAV (Moçambique)
0h Bia Ferreira e Doralyce - lançamento do show Preta Leveza (MG/PE)
Confira a disponibilidade de ingressos aqui.
Serviço
12ª edição Festival Latinidades
Dias: De 23 a 26 de julho de 2019 (terça-feira à sexta-feira)
Local: Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso, São Paulo - SP
Telefone: (11) 3397-4002
Classificação etária: livre
Entrada gratuita
Mais iformações aqui.
Serviço
Latinidades - Festa de Encerramento
Data: 27/07/2019
Local: Casa Natura Musical
Endereço: Rua Artur de Azevedo, 2134 - Pinheiros
Horário: 20h (abertura da casa: 19h)
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: lote 1: R$ 30,00/R$ 15,00 (meia-entrada). Lote 2: R$ 40,00/R$ 20,00 (meia-entrada). Lote 3: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia-entrada). Lote 4: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia-entrada).
Venda oficial de ingressos online apenas pelo site.
Mais iformações aqui.

RUBENS KURIN E LEANDRO BRAGA apresentam o show "Taiguara, teu sonho não acabou " no palco do Teatro Rival

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Taiguara sempre se mostrou um poeta livre de amarras. Na sua obra deu vazão para todos os assuntos, desde amores e desamores, acendeu questões politico sociais e sempre deixou clara a sua preocupação com as relações humanas principalmente datadas no “agora” do seu tempo. O amor sempre muito presente nas tuas canções se vestiu de diversos olhares e foi abordado nas mais variantes formas de exercitá-lo: amor vício, amor devoção, amor sexo, amor nação, amor ofício, amor esperança, amor enfim...

O cantor e compositor Rubens Kurin e o pianista e arranjador Leandro Braga trazem à tona esta atmosfera visceral onde voz e instrumento conduzem as palavras agridoces e melodias melancólicas deste compositor. 

No repertório canções referências da obra de Taiguara como Universo do teu corpo, Teu Sonho não acabou e Hoje, além das não tão conhecidas Piano e Viola, Geração 70 e Meu Amor Santa Teresa, uma homenagem ao charmoso bairro do Rio de Janeiro.

Sobre Rubens Kurin
Cantor e compositor paulista, radicado no Rio de Janeiro, possui três Cds lançados: “Palavras Sutis”, “Antes do Próximo” e “Uns são comuns, outros felizes”, este último com a participação de Ney Matogrosso. 
Autor de trilhas para teatro, entre elas o infantil “Marcelo, Marmelo, Martelo” de Ruth Rocha. Atuou como intérprete e diretor musical no espetáculo “De tudo se faz canção” com a Cia Jovem Dançar a Vida, com músicas de Milton Nascimento, além de ter participado de outros projetos especias como o CD Cancioneiro Geral Vol.1, onde vários artistas interpretam Belchior, com direção do próprio compositor. 

Sobre Leandro Braga
O compositor, pianista e arranjador Leandro Braga já gravou com diversos nomes da música brasileira, entre eles Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Simone, Djavan, Tim Maia, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Elba Ramalho, Guinga, Leny Andrade, Fafá de Belém, Adriana Calcanhoto, Simone entre tantos outros. Com Ney Matogrosso, atuou como diretor musical, arranjador e pianista em vários dos seus shows e CDs.

Em sua discografia estão os Cds “Pé na Cozinha”, “Primeira Dama” – em que faz uma leitura instrumental da obra de D. Ivone Lara e “Fé Cega”, uma homenagem ao Milton Nascimento. 

SERVIÇO 
Data: 23/07/2019
Local: Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro – Rio de Janeiro/RJ 
Horário: 19h30
INGRESSOS: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia entrada)
Abertura dos portões: 18h 
Classificação etária: 17 anos 



Obs: menores entram acompanhados dos pais, ou dos responsáveis legais mediante apresentação de autorização; proibida venda de bebida alcoólica e permanência após 22h.