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domingo, 29 de abril de 2018

CIA. DE TEATRO HELIÓPOLIS APRESENTA : SUTIL VIOLENTO



Sutil Violento -Cia.Heliópolis (cena) -foto Geovanna Gellan -1b.jpg






       sutil VIOLENTO

Com Cia de Teatro Heliópolis


Reestreia: 5 de maio (sábado, às 20h)

Local: Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533. Ipiranga. Tel: (11) 2060-0318

Para reservar seu convite, retorne esta mensagem ou ligue para a Verbena Assessoria: 2738-3209 / 99373-0181 (Eliane ou João Pedro).
Convite válido para toda a temporada.



Cia. de Teatro Heliópolis volta
ao cartaz em maio com Sutil Violento


Depois da temporada de sucesso, em 2017, o espetáculo Sutil Violento, da Companhia de Teatro Heliópolis, reestreia no dia 5 de maio (sábado, às 20h), na Casa de Teatro Maria José de Carvalho, no bairro Ipiranga, em São Paulo. Com texto de Evill Rebouças e encenação assinada por Miguel Rocha (diretor e fundador do grupo), a montagem trata da violência sutil - visível ou comodamente invisível - presente em nosso cotidiano.

A encenação de Sutil Violento - com elenco formado por Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess - começa com um frenesi cotidiano, as pessoas correm. Não param. Mal se percebem. Desviam umas das outras, em alguns momentos se esbarram e, em átimos de atenção, reparam que exitem outros, tão próximos e tão parecidos (ou tão diferentes?). Ali, logo ali, há um corpo caído no chão. Será um homem ou um bicho? Apenas se cansou ou não respira mais? Queria comunicar algo, mas será que conseguiu? Um olhar mais atento ao entorno começa a revelar abusos, agressões, confrontos e opressões diárias: formas de coerção privadas ou públicas. Sutis violências do nosso tempo, tão sutis que se tornam invisíveis, naturalizadas.

O diretor Miguel Rocha explica que o espetáculo aborda o tema microviolência por meio de uma estrutura fragmentada, tanto na cena quanto no texto. “A dramaturgia é composta por um conjunto de elementos: ações físicas, movimentos, música ao vivo e texto”, diz. Na encenação não há personagens com trajetórias traçadas, mas figuras cujas relações com o contexto social estão em foco, a exemplo da mulher que é silenciada e do jovem que usa sapatos de salto diante de olhares atravessados. “As microviolências se revelam a partir dessas relações que se estabelecem entre essas pessoas e a sociedade”, argumenta.

A encenação tem trilha sonora de Meno Del Picchia, executada ao vivo (guitarra, violoncelo e percussão). A música também tem sua carga dramatúrgica em Sutil Violento e ajuda a estabelecer as tensões entre as figuras, muitas vezes a força do discurso está na musicalidade ou na própria canção interpretada. Outro ponto importante é o espaço cênico: a Companhia de Teatro Heliópolis optou pela instalação (de Marcelo Denny) ao invés da cenografia. Nada convencional, o cenário cedeu lugar a um ambiente todo em vermelho (piso, paredes e arquibancadas) que, ao primeiro contato, já propõe sensações diversas.

Miguel Rocha conclui que o espetáculo quer pontuar as microviolências do nosso tempo, do Brasil de hoje, quer mostrar que as pequenas ou sutis violências se potencializam mediante suas naturalizações. “Sutil Violento é muito mais provocação que denúncia. Cada um vai compreender o espetáculo pela perspectiva pessoal. Por isso acho importante trabalhar com símbolos em cena, que reverberam sempre de forma diferente para cada pessoa. O espectador vai se deparar com alguns deles em Sutil Violento. É importante fazê-lo pensar, e um artifício bom para isto é mesmo a provocação.”

Sutil Violento é resultado do projeto Microviolências e Suas Naturalizações, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Uma série de atividades foi realizada, em 2016, durante o processo de pesquisa. Além de entrevistas com pessoas da comunidade de Heliópolis, o grupo promoveu encontros para discutir a “Naturalização da Violência” com importantes pensadores e ativistas: Leonardo Sakamoto, Marcia Tiburi, Zilda Iokoi e Bruno Paes Manso. Os debates, mediados por Maria Fernanda Vomero (também provocadora no processo), foram fundamentais para a construção do trabalho. O projeto teve ainda Alexandre Mate e Marcelo Denny como provocadores teatrais, Lúcia Kakazu na direção de movimento e Samara Costa na criação do figurino, entre outros.

Ficha técnica

Encenação: Miguel Rocha. Texto: Evill Rebouças (criação em processo colaborativo com a Cia de Teatro Heliópolis). Elenco: Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess. Direção de movimento e preparação corporal: Lúcia Kakazu. Direção musical e preparação vocal: Meno Del Picchia. Músicos: Giovani Bressanin (guitarra), Eduardo Florence (violoncelo) e Luciano Mendes de Jesus (percussão). Cenografia/instalação: Marcelo Denny. Figurino: Samara Costa. Iluminação: Toninho Rodrigues e Miguel Rocha. Direção de produção: Dalma Régia. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Companhia de Teatro Heliópolis. Apoio: 31ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, AGC Vidros, Schioppa, Arno e Tonlight.




Serviço

Espetáculo: Sutil Violento
Reestreia: 5 de maio. Sábado, às 20 horas
Temporada: 5 de maio a 8 de julho (dias 26 e 27 de maio e 24 de junho não haverá apresentação)
Horários: sábados, às 20h; e domingos, às 19 horas.
Ingressos: Pague quanto puder (bilheteria 1h antes das sessões)
Duração: 90 minutos. Gênero: Experimental. Classificação: 14 anos

Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Capacidade: 48 lugares. Não possui acessibilidade. Não possui estacionamento.


Assessoria de imprensa: VERBENA Comunicação

Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 27 de abril de 2018

“Alakazan - A Fábrica Mágica”


Fonte : Andre Moretti

DEVIDO AO GRANDE SUCESSO, O CIRCO DOS SONHOS PRORROGA A TEMPORADA DO ESPETÁCULO


A lona ficará montada até 20 de maio, com apresentações de terça a domingo.

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos. No dia 23 de fevereiro, estreou em São Paulo o espetáculo Alakazan - A Fábrica Mágica, que traz à cena ilusionismo, música, teatro, dança e circo. O espetáculo acontece na lona montada na esquina da Rua Vergueiro com Avenida Ricardo Jafet, com sessões de terça a domingo, até 20 de maio.



Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo conta com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada. Alakazan - A Fábrica Mágica traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani, que disputam a atenção da pequena Ly, a já conhecida menininha do Circo dos Sonhos. Ly é uma criança curiosa, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à Biblioteca, ela é surpreendida por Alan, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial, retirando o tablet de suas mãos. Encantada pelo livro, ela pede que ele leia a história, mas quando ele inicia, é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem tal som, surge Kazani, que transporta todos para a Fábrica Mágica, um universo fantástico onde tudo é possível.




A cada badalar do sino e movimento das engrenagens, Ly é transportada para outro universo com novas atrações, sempre acompanhada pelo seu amigo Alan. Kazani não gosta da interação entre Alan e Ly e compete por sua atenção. Essa disputa irá seguir e se fortalecer até o último ato, onde ocorre o confronto final, quando Ly conseguirá transmitir aos dois o poder da amizade e união, mostrando que é possível compartilharem suas habilidades, assim como os livros e os tablets, que compartilham seus conhecimentos com seus leitores.

Sobre o Circo dos Sonhos
Circo dos Sonhos pertence à família Jardim, que tem mais de 30 anos de tradição circense. Foi fundado em 2004, e já apresentou seus espetáculos para mais de 4 milhões de pessoas. Suas estruturas já visitaram diversos estados brasileiros, encantando com os elogiados espetáculos “Circo dos Sonhos - O sonho vai começar", “Circo dos Sonhos no mundo da Fantasia” e “Quyrey, uma aventura na selva”. Tendo como embaixador o artista Marcos Frota, o Circo dos Sonhos possui atualmente duas lonas que circulam pelo país, e conta com uma equipe de mais de 150 profissionais, entre eles costureiras, designers, artistas plásticos, produtores, diretores, marceneiros, serralheiros, figurinistas, cenógrafos, bailarinos, coreógrafos, acrobatas, malabaristas, palhaços, trapezistas, contorcionistas e produtores.





Além de produzir e levar entretenimento pelo país, a Família Jardim possui grande expertise na realização de oficinas e treinamentos, pois atua também em eventos corporativos, palestras, assessoria circense, locação de tendas e tensionados.

Sobre o ator Marcos Frota
Marcos Frota é ator exclusivo da Rede Globo de Televisão desde 1983, com mais de 30 papéis e destaque para as novelas “Cambalacho”, “América”, “O Clone”, “A Próxima Vítima“ e “Mulheres de Areia. Além de atuar, Frota é Presidente Voluntário da Universidade Livre do Circo, projeto social instalado na Quinta da Boa Vista com atendimento psicossocial e aulas de circo para 350 jovens de comunidades.


FICHA TÉCNICAElenco: Trupe Circo dos Sonhos
Direção Geral: Rosana Jardim
Direção Artística: Wander Rabelo
Produção Executiva: Luiz Jardim, Rody Jardim e Asdrubal Savioli
Gerente de Produção: Andreza Nalini
Produção Musical: Ricardo Fabio
Coreografias: Marcello Ramos
Maquiagem: Dark
Figurinos: Andreza Nalini e Rosana Jardim
Cenografia: Wander Rabelo e Wilson Melo
Ilustrações: Ment Ativa
Fotos: Renan Senra


SERVIÇO
O QUÊ: Alakazan - A Fábrica Magica
QUANDO: Estreiou dia 23 de fevereiro às 20h // Temporada Prorrogada até 20 de maio
HORÁRIOS: Terças a sextas, às 20h // Sábados, domingos e feriados às 16h, 18h e 20h
ONDE: Esquina da Rua Vergueiro com Avenida Ricardo Jafet – Ipiranga - São Paulo – SP (próximo ao Metrô Imigrantes)
QUANTO: Setor Lateral - R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)*
                                    Setor Frontal - R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)*

*Valor da meia entrada para crianças de 02 a 12 anos, estudantes e pessoas com mais de 60 anos.

VENDAS: Bilheteria do Circo - de terça a sexta, das 13h às 20h // No site www.tudus.com.br
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 01h30
MAIORES INFORMAÇÕES: 11 2076 0087 - www.circodossonhos.com

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Cypher Kidz lança clipe da música que exalta ícones negros do rock



Fonte: Ana Cláudia Luiz / Foto: Divulgação

Cypher Kidz lança clipe da música que exalta ícones negros do rock
Jimi Hendrix, Chuck Berry e  Rosetta Tharpe são alguns dos homenageados



São Paulo, abril de 2018 - Trazer à tona artistas negros que se destacaram no cenário internacional do rock’n roll. Essa foi a linha inicial para a composição da música Rock do grupo Cypher Kidz, formado por adolescentes de 13 a 17 anos. O clipe estará disponível no Youtube no dia 25 de abril e, nessa mesma data, haverá um evento de lançamento na hamburgueria Rap Burger, a partir das 19h, com pocket-show do grupo.


A música foi composta por Damyen, MC Cauan, MC Soffia e Mirim e destaca a existência e importância de artistas negros como Jimi Hendrix, Churry Berry, Rosetta Tharpe e Little Richard no cenário do rock mundial. Além disso, a música aborda a influência do rock no rap e na carreira de renomados artistas do hip hop citando Rum DMC e Sabotage. “Cada um fez uma pesquisa individual sobre a história desses artistas e descobrimos muitas informações legais. Muita gente pensa que o rock não faz parte da nossa cultura, mas nossa ideia é mostrar exatamente o contrário”, declara MC Soffia.


Dirigido por Vras77 com co-direção de Anna Julia Bitelli, o clipe foi gravado em um galpão em Caieiras, na zona norte de São Paulo, e apresenta os quatro integrantes com um figurino ousado que remete aos homenageados, com discos e guitarras como pano de fundo. “É muito satisfatório trabalhar com essa galera jovem, cheia de energia e que nos ajuda na construção do melhor resultado” declara o diretor.


Com atuação no mercado de audiovisual há mais de 10 anos, a Vras77 é reconhecida pela produção de videoclipes de artistas independentes, entre eles, Emicida, RAPadura, Mato Seco, Trilha Sonora do Gueto, além de MC Soffia e Damyen, integrantes do Cypher Kidz.


Lançamento do clipe “Rock” + Pocket show do Cypher Kidz
Local: Rap Burger - Rua Augusta, 552
Clipe disponível em: https://www.youtube.com/user/vras77 (a partir de 25 de abril)
Direção: Vras77
Assistente de Direção: Anna Julia Bitelli
Roteiro: Anna Julia Bitelli
Assistente de produção: Trirap e Fernando Perez
Montagem e Finalização: Vras77


Informações para imprensa

Ana Claudia Luiz

Rival - Momento de consagração na carreira de Tiee

Fonte: Rozangela Silva / Fotos : Rahyane 

Momento de consagração na carreira de Tiee!!!
Tiee, um dos grandes nomes do samba e pagode do momento, fez uma mega comemoração ao lado de Xande de Pilares, Sombrinha, Mauro Jr. e Palito, no último dia 19,  com casa lotada no Rival, pra celebrar o primeiro ano de lançamento do seu CD Tiee.

Com shows agendados para até o fim do ano, inclusive semanas inteiras, o fenômeno ficou conhecido quando um vídeo caseiro de 3:40m foi postada no YouTube pelo cantor Ferrugem, logo bateu a marca de 1 milhão de visualizações com o hit “Climatizar”. Além de letrista de sucessos como “O Som do Tambor” e “Casa Azul”, somam-se composições gravadas por Arlindo Cruz, Péricles, Bom Gosto, Pixote, Thiaguinho, Belo e outros grandes do pagode.

Tiee abriu o show com o hit “Som do Tambor”, emendando com “Cancun” e “Chuva de Arroz”. E prestou homenagem a Dona Ivone Lara, com clássicos como “Alguém Me Avisou” e “Mas Quem Disse Que eu Te Esqueço”.

Palito e Tiee



“Hoje, o show do Tiee, não é um show qualquer, primeiro porque nós perdemos nossa Ivone Lara, que também fez “Tiê , tiê , olha lá....Oxá / Tiê , tiê , olha lá....Oxá / Passarinho estimado...” (cantarolou no camarim a música gravada por Dona Ivone Lara), então é um show especial do Tiee em homenagem a Dona Ivone que fez Tiê...”, Xande fez até um trocadilho como o nome do músico (Tiee), ao se referir a famosa música com o nome Tiê.



Tiee e Sombrinha 




O ponto alto do palco, ficou por conta da emoção do Tiee ao embargar a voz quando cantava a música “Fernando de Noronha”, e nessa hora o coro da plateia ecoou no Rival, ajudando a estrela na noite se recompor.
No repertório, além do seu CD entraram ainda “Homem Aranha”, de Jorge Vercillo e de Hyldon “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”. Outro momento memorável veio com a voz poderosa de Sombrinha (um dos criadores do grupo Fundo de Quintal), segundo Tiee: “É um sambista de todos os tempos, sambista que aprendi a amar desde a infância”, disparou. Onde prestaram também homenagem à Arlindo Cruz, com “Ainda é Tempo de Ser Feliz”, nessa hora, o Rival inteiro cantou junto.
“Cantar com Tiee foi uma surpresa, foi um prazer, ele me chamou e topei de imediato, acho que é um grande talento da nova geração e aqui é um palco iluminado”, atestou Sombrinha.


Tiee e Xande

Xande de Pilares também deu canja com “Não Sou Mais Disso” de Zeca e “Ponta de Dor”, de Aragão. Mauro Jr. (Grupo Revelação) marcou presença. E como era para festejar, Tiee chamou também no palco Palito, do grupo Intimista, que mandou ver com “Deixa Alagar”.


Xande, Tiee, Sombrinha e Mauro Jr 

Em uma fase bastante movimentada no Rio e em outros Estados, Tiee agradeceu a sua banda, desde os mais novos integrantes aos que estão com ele desde o início. Sem sobra de dúvida, um novo ciclo começa para ele e vem com muitas expectativas. E ainda foi atender a longa fila que se formou, com pedidos para fotos no fim do show.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

RODAS DE CONVERSA (grátis) - Teatro do Incêndio

Dança de Santa Cruz e arte cigana são temas de
Rodas de Conversa no Teatro do Incêndio em abril


Festa de Santa Cruz -foto de Reinaldo Meneghin.jpgO Teatro do Incêndio realiza, em abril, mais uma série das Rodas de Conversa - A Gente Submersa, com entrada franca.  Os eventos reúnem mestres da cultura popular e comunidades tradicionais do estado de São Paulo em bate-papos seguidos por vivências (breves apresentações das manifestações).

No dia 20/4 (sexta, às 20h), o tema abordado é a Dança de Santa Cruz, com participação de Helenice Camargo da tradicional Família Santareira. E no dia 27/4 (sexta, às 20h), o foco da Roda de Conversa é Arte e Ancestralidade Ciganas, tendo descendentes da Família Calon como convidados.

Helenice Camargo é autora do livro Sr. Mimi e Dona Nenê e as Festas da Aldeia, no qual relata histórias recolhidas sobre a devoção à Festa de Santa Cruz. Pertence à quarta geração da tradicional Família Santareira, de Carapicuíba (SP), que realiza a Festa e a Dança de Santa Cruz, há mais de 300 anos. É a comemoração mais antiga do Brasil, usada pelos jesuítas na evangelização. A Festa de Santa Cruz tem início com a novena. A Dança de Santa Cruz é uma saudação ao cruzeiro principal e às cruzes enfeitadas, colocadas na frente das casas. Os elementos artísticos são a viola e o reco-reco e a celebração é com gemada de vinho.



Nômades, os integrantes da Família Calon viajam pelo Brasil mostrando a tradição da dança de das cartas ciganas. O encontro no Teatro do Incêndio tem participação de importantes representantes dessa tradição: o pai Carlos, a mãe Maura e filha Bárbara. A Roda de Conversa pretende elucidar a importância do resgate de manifestações ancestrais, a manutenção das atividades e a difusão da arte e da cultura cigana



Rodas de Conversa - A Gente Submersa

O projeto A Gente Submersa foi contemplado pela 29ª edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, em comemoração aos 21 anos da Cia. Teatro do Incêndio. A programação das Rodas de Conversa – que teve início em 2018 - prima pela diversidade saberes e fazeres tradicionais. São vivências com temas ligados à dança, música, religiosidade, dialeto e culinária. O projeto quer mostrar que as raízes da cultura brasileira se manifestam em grupos que resistem e mantém viva a nossa história.

Em parceria com a Comissão Paulista de Folclore, que ao longo de 67 anos vem mapeando, fomentando e salvaguardando as manifestações culturais tradicionais e os patrimônios culturais imateriais, o Teatro do Incêndio torna-se o terreiro, o quintal para esses encontros de artistas, públicos e griôs. Esta iniciativa vem de encontro à verticalização da busca de raízes brasileiras pelo Teatro do Incêndio que apontou caminhos necessários de aprimoramento e investigação, ações vitais para o presente do coletivo. Esses encontros com a cultura popular fazem parte da pesquisa para montagem dos espetáculos Rebelião – O Coro de Todos os Santos (que estreou em janeiro de 2018) e A Rainha Enterrada (que estreia em agosto deste ano).

Serviço

Rodas de Conversa / Vivência: A Gente Submersa

20 de abril. Sexta, às 20h
Tema: Dança de Santa Cruz
Com Helenice Camargo (Carapicuíba/SP)

27 de abril. Sexta, às 20h
Tema: Arte e Ancestralidade Ciganas
Com Família Calon (Atibaia/SP)

Local: Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista/SP. Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561
Ingressos: Grátis (não há necessidade de retirar ingresso).
Duração: 2h. Capacidade: 90 lugares.