Moda indígena é tema de bate-papo no Sesc Pinheiro

  

Moda indígena é tema de bate-papo no Sesc Pinheiros 

Com Sioduhi, Dayana Molina e Abi Llanque e mediação de Priscila Brito, atividade acontece dia 2 de dezembro, com entrada gratuita 


 Foto divulgação 

 

Com simbolismos e grafismos próprios e diferentes a cada etnia, novas gerações de estilistas indígenas têm conquistado espaço na indústria da moda. Para conversar sobre esse e outros aspectos da profissão, acontece no Sesc Pinheiros um bate-papo com três profissionais que tem se destacado no meio: Sioduhi (cujo povo Piratapuya, gente-peixe, é reverenciado na logomarca da Sioduhi Studio), Dayana Molina (nascida em Niterói, de família Fulni-ô, do Pernambuco, dona da marca de roupas Nalimo, feita e liderada 100% por mulheres) e Abi Llanque (boliviana, andina ayamara, compositora, MC, rapera, modelista e estilista). A mediação é da especialista e professora de moda Priscila Brito.
 

O evento será no auditório, no dia 2 de dezembro de 2025, terça-feira, às 19h. A entrada é gratuita – os ingressos são distribuídos 1h antes, na bilheteria da unidade.


Na conversa, eles contam um pouco das suas trajetórias, e como estão conseguindo espaço no mercado tradicional produzindo peças utilizando o conhecimento ancestral e materiais naturais da floresta, em um modo de produção que respeita a natureza e dialogam com as suas próprias culturas.

 

Mais sobre os participantes: 

Sioduhi nasceu na comunidade indígena Mariwá as margens do Médio Rio Uaupés (AM). Personalidade do Prêmio Fashion Futures 2023 pelo Instituto C&A, Vencedor do Concurso ECOAR pela Arezzo&Co, na Categoria Processos (2023). Seu nome só pode ser entendido a partir da cosmovisão de seu clã: aquele que carrega o espírito ancestral de um baiá, responsável pelas cerimônias sagradas do Rio Uaupés. E seu povo, gente-peixe, é reverenciado na logomarca da Sioduhi Studio. https://www.sioduhi.com/sioduhi


Dayana Molina aprendeu moda com sua avó, Nana, antes mesmo desse conceito ser entendido por sua família em toda a sua universalidade. Foi com o costurar dela e de outras mulheres indígenas pernambucanas que a estilista passou a conhecer essa arte. Aos 17 anos, passou a tratar como profissão e, hoje, ela é dona da marca de roupas Nalimo, feita e liderada 100% por mulheres.


Abi Llanque é boliviana, andina ayamara, compositora, MC, rapera, modelista e estilista. Criadora do Kantupac La Marka, grupo que mistura moda streetwear com ancestralidade indígena andina com o objetivo de dar voz e visibilidade à cultura originária dos povos andinos, especialmente à juventude boliviana que vive na cidade de São Paulo.


Priscila Brito é Pós-graduanda em Gestão Estratégica e Negócios da Moda, graduada em Design de Moda - Bacharel em Modelagem pela Universidade Senac - Santo Amaro. Atualmente, é docente nos cursos da área de moda do Senac Penha.


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Serviço 

Moda Indígena. Identidade, Ancestralidade e Sustentabilidade 

Com Sioduhi, Dayana Molina e Abi Llanque. Mediação: Priscila Brito

Data: 2 de dezembro, terça-feira, às 19h

Local: Auditório – Sesc Pinheiros

Entrada: Gratuita, com retirada de ingressos 1h antes na bilheteria

 

Sesc Pinheiros  

Rua Paes Leme, 195, Pinheiros - São Paulo (SP)

Horário de funcionamento: Terça a sexta: 10h às 22h. Sábados: 10h às 21h. Domingos e feriados: 10h às 18h30

Estacionamento com manobrista 

 

Como Chegar de Transporte Público: 350m a pé da Estação Faria Lima (metrô | linha amarela), 350m a pé da Estação Pinheiros (CPTM | Linha Esmeralda) e do Terminal Municipal Pinheiros (ônibus).

 

Acessibilidade: A unidade possui rampas de acesso e elevadores, além de banheiros e vestiários adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. Também conta com espaços reservados para cadeirantes.

 

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