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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

1º dia do Festival Global Cultural dos Povos Tradicionais Africanos e Afro-diaspóricos

Jongo da Serrinha / Foto : Zeca Santos 


 O Festival Global Cultural dos Povos Tradicionais Africanos e Afro-diaspóricos, no Arquivo Nacional foi um verdadeiro exemplo de diversidades e pluralidades culturais, religiosas e espirituais. O objetivo do Festival era proporcionar uma melhor e maior integração não só no campo artístico, mas também em todas as ações em defesa da liberdade religiosa e da tolerância, e conseguiu perfeitamente.


O projeto do Grupo Pan Africano de Pesquisa Estratégica e Política (PANAFSTRAG), em parceria com CEAP; Arquivo Nacional, Biblioteca Parque, IFCS e UNIRIO, começou o dia no ARQUIVO NACIONAL, por volta das 10h30, abriu com apresentação da Orquestra de Berimbaus Abadá-Capoeira, que mandou ver o hino nacional com toques de berimbaus, ficou incrível. 

Mesa da Abertura / Foto : Mateus Paiva 


"Precisamos pensar que a consciência negra precisa existir e nos fazer coexistir todos os dias. Pós a comunidade negra existe e resiste todos os dias. Resiste conta o ódio, contra o racismo, contra o machismo, contra a tolerâncias, a estigmatização social!", atesta Ivanir dos Santos, interlocutor PANAFSTRAG.

Outro momento incrível ficou por conta da apresentação Iewá PADE, com um solo da estudante cubana Miriam Bárbara Millares Torres, que cantou uma reza em yorubá - Eleguá (Eleguá em Cuba/Exu no Brasil -  Na Santeria é sincretizado com o Santo Niño de Atocha ou com Santo Antônio de Pádua), o cântico significou abertura dos caminhos. 

Alexandre Carvalho /Ivanir dos Santos / Fernando Porto / Foto : Mateus Paiva 


Na sequência, mesa de abertura com Ivanir dos Santos, Elé Semog (CEAP), Fernando Porto (UNIRIO), André Cardoso (Arquivo Nacional), Alexandre Carvalho (PADE), Angela Bretas (UFRJ) e Michel Fonseca (UFRJ). Por volta das 14h, foi dando início para roda de conversa com o tema "Identidade e Memória: Diáspora e Religiões no Brasil - Mediadora: Carolina Rocha, Doutor Renato Barreto, Carolina Potiguara e Genilson Leite.

Por volta das 17h, aconteceu performance "Corpo Macumba", de autoria de Fábio Costta, que trouxe um festejo, uma rememoração de um corpo que é atravessado por diversos saberes adquiridos na encruzilhada da existência. 


Apresentação Lewá Pade / Foto : Mateus Paiva 


Em seguida foi a vez da oficina de ritmos "Uma vivência Afro-Amazônica", com Mestre Silvan Galvão. O paraense de Santarém arrasou, mostrando os movimentos de salvaguarda do Carimbó, assim como deu uma aula de diversos toques de percussão. E ainda colocou todo mundo pra dançar e cantar.  

A noite, todos foram rumo ao João Caetano, para apresentação do Jongo da Serrinha, que levou o show "Vida ao Jongo", onde contou em espetáculo a história do ritmo, que deu origem ao samba.  E Vovó Maria Joana Rezadeira, foi a estrela da noite, esbanjando vitalidade e simpatia, o grupo fez uma apresentação majestosa. 

"O festival apontou as possibilidades de consolidação de novas parcerias numa perspectiva solidária tanto social quanto científica", atesta Ele Semog, secretário executivo do CEAP
 diversos toques de percussão. E ainda colocou todo mundo pra dançar e cantar.  

A noite, todos foram rumo ao João Caetano, para apresentação do Jongo da Serrinha, que levou o show "Vida ao Jongo", onde contou em espetáculo a história do ritmo, que deu origem ao samba.  E Vovó Maria Joana Rezadeira, foi a estrela da noite, esbanjando vitalidade e simpatia, o grupo fez uma apresentação majestosa. 

"O festival apontou as possibilidades de consolidação de novas parcerias numa perspectiva solidária tanto social quanto científica", atesta Ele Semog, secretário executivo do CEAP.

E quem disse que acabou? Hoje ainda, acontecem atividades na Biblioteca Parque e João Caetano. E amanhã o festival encerra no Arquivo Nacional e UNIRIO.

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