ESPETÁCULO | Dança | Grátis | Sexta e Domingo | Campinas | Blog

 Unicamp e Centro Cultural Casarão recebem

espetáculo gratuito de dança-teatro

 

Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, será encenado sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão.

 



Quando dançadas com vivacidade, a aridez do deserto e a escuridão da noite se tornam inspiração para refletir temas relacionados ao âmago do ser humano: memória, solidão e esquecimento. Pois é justamente essa tríade que sustenta o espetáculo de dança-teatro Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, em cartaz em Campinas em dois espaços: sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo. A entrada é franca.

 

Sob a concepção, dramaturgia e direção de Guilherme Viégas, a cena é ocupada pelos intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa. Vale destacar que a montagem foi contemplada pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura, do Governo Federal, com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

 

Em resumo, o espetáculo nasce de uma imagem: uma pessoa caminhando sozinha em meio à imensidão de um deserto, à noite, sob a luz da lua. A partir daí, surge a ideia de trabalhar o deserto e a noite enquanto metáforas para a solidão, construindo uma jornada pessoal que narra a busca para se reencontrar a partir de um retorno a si e aos que vieram antes.

 

“Em meio a uma sociedade dita tão conectada, o que vemos hoje são pessoas cada vez mais distantes, solitárias e desencantadas. Com isso, nosso espetáculo gera um momento de suspensão e desaceleração, abrindo espaço para que possamos refletir sobre quem somos e de onde viemos. Uma forma de pensarmos solidão, pertencimento e ancestralidade por meio da dança”, destaca Guilherme Viégas.

 

Para levar a temática à cena, o Coletivo Efêmeras lança mão da identidade do grupo: as potencialidades da dança contemporânea. “Essa é a nossa base, que serve como canal para integrar as diversas vivências e os estilos que atravessam o repertório de cada intérprete. Também incluímos a  dança-teatro como uma forte inspiração na coreógrafa Pina Bausch, buscando a transmissão de emoções. É uma fusão que acolhe diferentes linguagens corporais”, explica a artista Maria Fernanda Sosa.

 

Quem assistir à montagem também perceberá elementos da cultura marroquina e de povos nômades do deserto. “O público presente poderá vivenciar um misterioso momento de redescoberta de si, que se inicia nas mãos, expande-se para o corpo todo, para, então, movimentar histórias. Mobilizando elementos das culturas marroquina e dos tuaregues, pesquisados pelos artistas envolvidos, o espetáculo busca imaginar e construir coreograficamente um ritual-prece, conduzido pelos sons do oud e do bendir, instrumentos típicos da região desértica”, destaca o diretor.

 

Muito além de pensar a cena apenas como um potente diálogo artístico entre dança, teatro, música e dramaturgia, Noites no Deserto se torna um convite a um mergulho interno e pessoal. “Queremos transportar o espectador para a atmosfera do deserto, fazendo com que ele se sinta parte imersiva desse espaço. A ideia é construir uma experiência ritualística única para cada pessoa da plateia. Assim, por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem realmente somos”, finaliza a intérprete.

 

A sinopse

 

Noites no Deserto mergulha em uma travessia entre memória, solidão e esquecimento, marcada por rastros frágeis que se dissipam na imensidão da noite. Em cena, um ritual de coragem e resistência busca a sobrevivência em um deserto que tudo devora, enquanto o corpo, guiado pelo som hipnotizante do oud, investiga os mistérios do invisível para se manter presente. Por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem somos.

 

A Ficha Técnica

 

Concepção, Dramaturgia e Direção: Guilherme Viégas

Criação Coreográfica: Coletivo Efêmeras

Intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa

Equipe de Apoio: Antero Vilela, Barbi Barbosa e Maria Clara Torres

Dramaturgia Sonora: Guilherme Viégas

Design de Luz: Matheus Janeiro

Concepção e Confecção de Figurinos: Rita Viégas

Concepção e Confecção de Cenários: Letícia Okuyama

Audiodescrição: Isadora Ifanger

Registros Audiovisuais: Mariana Petrucci

Artes de Divulgação: Amira Rald

Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves

Produção: Entrelinhas Produções Culturais

 

Programação

 

ü  Sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp (Rua Pitágoras, 500, Cidade Universitária, em Campinas)

ü  Domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão (Rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Residencial Terras do Barão | Barão Geraldo, em Campinas).

 

Quanto: Entrada franca
Classificação indicativa: Livre
Importante: As apresentações contam com acessibilidade em Audiodescrição
Informações: @coletivo_efemerasUnicamp e Centro Cultural Casarão recebem

espetáculo gratuito de dança-teatro

 

Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, será encenado sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão.

 


Quando dançadas com vivacidade, a aridez do deserto e a escuridão da noite se tornam inspiração para refletir temas relacionados ao âmago do ser humano: memória, solidão e esquecimento. Pois é justamente essa tríade que sustenta o espetáculo de dança-teatro Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, em cartaz em Campinas em dois espaços: sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo. A entrada é franca.

 

Sob a concepção, dramaturgia e direção de Guilherme Viégas, a cena é ocupada pelos intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa. Vale destacar que a montagem foi contemplada pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura, do Governo Federal, com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

 

Em resumo, o espetáculo nasce de uma imagem: uma pessoa caminhando sozinha em meio à imensidão de um deserto, à noite, sob a luz da lua. A partir daí, surge a ideia de trabalhar o deserto e a noite enquanto metáforas para a solidão, construindo uma jornada pessoal que narra a busca para se reencontrar a partir de um retorno a si e aos que vieram antes.

 

“Em meio a uma sociedade dita tão conectada, o que vemos hoje são pessoas cada vez mais distantes, solitárias e desencantadas. Com isso, nosso espetáculo gera um momento de suspensão e desaceleração, abrindo espaço para que possamos refletir sobre quem somos e de onde viemos. Uma forma de pensarmos solidão, pertencimento e ancestralidade por meio da dança”, destaca Guilherme Viégas.

 

Para levar a temática à cena, o Coletivo Efêmeras lança mão da identidade do grupo: as potencialidades da dança contemporânea. “Essa é a nossa base, que serve como canal para integrar as diversas vivências e os estilos que atravessam o repertório de cada intérprete. Também incluímos a  dança-teatro como uma forte inspiração na coreógrafa Pina Bausch, buscando a transmissão de emoções. É uma fusão que acolhe diferentes linguagens corporais”, explica a artista Maria Fernanda Sosa.

 

Quem assistir à montagem também perceberá elementos da cultura marroquina e de povos nômades do deserto. “O público presente poderá vivenciar um misterioso momento de redescoberta de si, que se inicia nas mãos, expande-se para o corpo todo, para, então, movimentar histórias. Mobilizando elementos das culturas marroquina e dos tuaregues, pesquisados pelos artistas envolvidos, o espetáculo busca imaginar e construir coreograficamente um ritual-prece, conduzido pelos sons do oud e do bendir, instrumentos típicos da região desértica”, destaca o diretor.

 

Muito além de pensar a cena apenas como um potente diálogo artístico entre dança, teatro, música e dramaturgia, Noites no Deserto se torna um convite a um mergulho interno e pessoal. “Queremos transportar o espectador para a atmosfera do deserto, fazendo com que ele se sinta parte imersiva desse espaço. A ideia é construir uma experiência ritualística única para cada pessoa da plateia. Assim, por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem realmente somos”, finaliza a intérprete.

 

A sinopse

 

Noites no Deserto mergulha em uma travessia entre memória, solidão e esquecimento, marcada por rastros frágeis que se dissipam na imensidão da noite. Em cena, um ritual de coragem e resistência busca a sobrevivência em um deserto que tudo devora, enquanto o corpo, guiado pelo som hipnotizante do oud, investiga os mistérios do invisível para se manter presente. Por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem somos.

 

A Ficha Técnica

 

Concepção, Dramaturgia e Direção: Guilherme Viégas

Criação Coreográfica: Coletivo Efêmeras

Intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa

Equipe de Apoio: Antero Vilela, Barbi Barbosa e Maria Clara Torres

Dramaturgia Sonora: Guilherme Viégas

Design de Luz: Matheus Janeiro

Concepção e Confecção de Figurinos: Rita Viégas

Concepção e Confecção de Cenários: Letícia Okuyama

Audiodescrição: Isadora Ifanger

Registros Audiovisuais: Mariana Petrucci

Artes de Divulgação: Amira Rald

Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves

Produção: Entrelinhas Produções Culturais

 

ProgramaçãoUnicamp e Centro Cultural Casarão recebem

espetáculo gratuito de dança-teatro

 

Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, será encenado sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão.

 

Imagens | Divulgação | Crédito | Paula Arielly

https://drive.google.com/drive/folders/1TOlVyoNKMUBb7Mv19qkd6hP8bSsu-ooJ

 

Quando dançadas com vivacidade, a aridez do deserto e a escuridão da noite se tornam inspiração para refletir temas relacionados ao âmago do ser humano: memória, solidão e esquecimento. Pois é justamente essa tríade que sustenta o espetáculo de dança-teatro Noites no Deserto, do Coletivo Efêmeras, em cartaz em Campinas em dois espaços: sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp, e domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo. A entrada é franca.

 

Sob a concepção, dramaturgia e direção de Guilherme Viégas, a cena é ocupada pelos intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa. Vale destacar que a montagem foi contemplada pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura, do Governo Federal, com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

 

Em resumo, o espetáculo nasce de uma imagem: uma pessoa caminhando sozinha em meio à imensidão de um deserto, à noite, sob a luz da lua. A partir daí, surge a ideia de trabalhar o deserto e a noite enquanto metáforas para a solidão, construindo uma jornada pessoal que narra a busca para se reencontrar a partir de um retorno a si e aos que vieram antes.

 

“Em meio a uma sociedade dita tão conectada, o que vemos hoje são pessoas cada vez mais distantes, solitárias e desencantadas. Com isso, nosso espetáculo gera um momento de suspensão e desaceleração, abrindo espaço para que possamos refletir sobre quem somos e de onde viemos. Uma forma de pensarmos solidão, pertencimento e ancestralidade por meio da dança”, destaca Guilherme Viégas.

 

Para levar a temática à cena, o Coletivo Efêmeras lança mão da identidade do grupo: as potencialidades da dança contemporânea. “Essa é a nossa base, que serve como canal para integrar as diversas vivências e os estilos que atravessam o repertório de cada intérprete. Também incluímos a  dança-teatro como uma forte inspiração na coreógrafa Pina Bausch, buscando a transmissão de emoções. É uma fusão que acolhe diferentes linguagens corporais”, explica a artista Maria Fernanda Sosa.

 

Quem assistir à montagem também perceberá elementos da cultura marroquina e de povos nômades do deserto. “O público presente poderá vivenciar um misterioso momento de redescoberta de si, que se inicia nas mãos, expande-se para o corpo todo, para, então, movimentar histórias. Mobilizando elementos das culturas marroquina e dos tuaregues, pesquisados pelos artistas envolvidos, o espetáculo busca imaginar e construir coreograficamente um ritual-prece, conduzido pelos sons do oud e do bendir, instrumentos típicos da região desértica”, destaca o diretor.

 

Muito além de pensar a cena apenas como um potente diálogo artístico entre dança, teatro, música e dramaturgia, Noites no Deserto se torna um convite a um mergulho interno e pessoal. “Queremos transportar o espectador para a atmosfera do deserto, fazendo com que ele se sinta parte imersiva desse espaço. A ideia é construir uma experiência ritualística única para cada pessoa da plateia. Assim, por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem realmente somos”, finaliza a intérprete.

 

A sinopse

 

Noites no Deserto mergulha em uma travessia entre memória, solidão e esquecimento, marcada por rastros frágeis que se dissipam na imensidão da noite. Em cena, um ritual de coragem e resistência busca a sobrevivência em um deserto que tudo devora, enquanto o corpo, guiado pelo som hipnotizante do oud, investiga os mistérios do invisível para se manter presente. Por meio de movimentos de retorno e reconexão, o espetáculo convida à reflexão sobre quem somos.

 

A Ficha Técnica

 

Concepção, Dramaturgia e Direção: Guilherme Viégas

Criação Coreográfica: Coletivo Efêmeras

Intérpretes: Camila Silveira, Eduarda Barone, Heloísa Duria, Júlia Simas, Letícia Okuyama e Maria Fernanda Sosa

Equipe de Apoio: Antero Vilela, Barbi Barbosa e Maria Clara Torres

Dramaturgia Sonora: Guilherme Viégas

Design de Luz: Matheus Janeiro

Concepção e Confecção de Figurinos: Rita Viégas

Concepção e Confecção de Cenários: Letícia Okuyama

Audiodescrição: Isadora Ifanger

Registros Audiovisuais: Mariana Petrucci

Artes de Divulgação: Amira Rald

Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves

Produção: Entrelinhas Produções Culturais

 

Programação

 

ü  Sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp (Rua Pitágoras, 500, Cidade Universitária, em Campinas)

ü  Domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão (Rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Residencial Terras do Barão | Barão Geraldo, em Campinas).

 

Quanto: Entrada franca
Classificação indicativa: Livre
Importante: As apresentações contam com acessibilidade em Audiodescrição
Informações: @coletivo_efemeras

 

ü  Sexta-feira (19/6), às 18h e às 20h, no Paviartes, da Unicamp (Rua Pitágoras, 500, Cidade Universitária, em Campinas)

ü  Domingo (21/6), às 17h e às 19h, no Centro Cultural Casarão (Rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Residencial Terras do Barão | Barão Geraldo, em Campinas).

 

Quanto: Entrada franca
Classificação indicativa: Livre
Importante: As apresentações contam com acessibilidade em Audiodescrição
Informações: @coletivo_efemeras

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