Bárbara Bandeira faz ritual de 'descasamento' no clipe de "Mau Olhado", continuação do Ato II de "Lusa"

 Bárbara Bandeira faz ritual de 'descasamento' no clipe de "Mau Olhado", continuação do Ato II de “Lusa”

Single chega nesta sexta-feira, 10 de abril, com um videoclipe gravado na Ilha de Bugio, em Portugal

 

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(Foto: Divulgação)


Bárbara Bandeira lança nesta sexta-feira, 10 de abril, “Mau Olhado”, novo single do álbum “Lusa”, acompanhado de um videoclipeGravado na Ilha do Bugio, na foz do Rio Tejo, em Portugal, o clipe encena um ritual de descasamento: um espelho invertido do casamento, em que alianças são retiradas em vez de colocadas e o buquê é de rosas negras.
 

A faixa marca uma virada dentro do Ato II de “Lusa”. Se em “Marcha” – single lançado em janeiro – o olhar se voltava para fora, conectando identidade, cultura e coletivo, em “Mau Olhado” ele se dirige para dentro. É o momento mais intimista e cinematográfico do projeto até aqui.
 

O clipe acompanha dois personagens em trajetórias ligadas por uma lógica de feitiço e inevitabilidade. À medida que Bárbara escreve num livro, palavras surgem no corpo do rapaz como marcas físicas do ritual. Os dois se encontram na Ilha do Bugio, cercada pelo mar e afastada do continente, onde acontece a cerimônia central. Mas ali o desfecho se revela como uma ironia: Bárbara atira o buquê de rosas negras e é ela própria quem o apanha. Assim o ritual se fecha, mas o loop recomeça.
 

"Quis transformar a emoção que fica em nós, mesmo depois de tudo mudar, numa imagem concreta. Foi assim que chegámos à ideia do descasamento, e a superstição foi a linguagem que encontrámos para isso. Repetimos, voltamos e tentamos de novo. É disso que esta música fala: não do fim, mas de tudo o que insiste em continuar depois dele", declara Bárbara.


 

SOBRE BÁRBARA BANDEIRA
 (Foto: Divulgação)


Bárbara Bandeira lança nesta sexta-feira, 10 de abril, “Mau Olhado”, novo single do álbum “Lusa”, acompanhado de um videoclipeGravado na Ilha do Bugio, na foz do Rio Tejo, em Portugal, o clipe encena um ritual de descasamento: um espelho invertido do casamento, em que alianças são retiradas em vez de colocadas e o buquê é de rosas negras.
 

A faixa marca uma virada dentro do Ato II de “Lusa”. Se em “Marcha” – single lançado em janeiro – o olhar se voltava para fora, conectando identidade, cultura e coletivo, em “Mau Olhado” ele se dirige para dentro. É o momento mais intimista e cinematográfico do projeto até aqui.
 

O clipe acompanha dois personagens em trajetórias ligadas por uma lógica de feitiço e inevitabilidade. À medida que Bárbara escreve num livro, palavras surgem no corpo do rapaz como marcas físicas do ritual. Os dois se encontram na Ilha do Bugio, cercada pelo mar e afastada do continente, onde acontece a cerimônia central. Mas ali o desfecho se revela como uma ironia: Bárbara atira o buquê de rosas negras e é ela própria quem o apanha. Assim o ritual se fecha, mas o loop recomeça.
 

"Quis transformar a emoção que fica em nós, mesmo depois de tudo mudar, numa imagem concreta. Foi assim que chegámos à ideia do descasamento, e a superstição foi a linguagem que encontrámos para isso. Repetimos, voltamos e tentamos de novo. É disso que esta música fala: não do fim, mas de tudo o que insiste em continuar depois dele", declara Bárbara.


 

SOBRE BÁRBARA BANDEIRA

(Foto: Divulgação)


Bárbara Bandeira lança nesta sexta-feira, 10 de abril, “Mau Olhado”, novo single do álbum “Lusa”, acompanhado de um videoclipeGravado na Ilha do Bugio, na foz do Rio Tejo, em Portugal, o clipe encena um ritual de descasamento: um espelho invertido do casamento, em que alianças são retiradas em vez de colocadas e o buquê é de rosas negras.
 

A faixa marca uma virada dentro do Ato II de “Lusa”. Se em “Marcha” – single lançado em janeiro – o olhar se voltava para fora, conectando identidade, cultura e coletivo, em “Mau Olhado” ele se dirige para dentro. É o momento mais intimista e cinematográfico do projeto até aqui.
 

O clipe acompanha dois personagens em trajetórias ligadas por uma lógica de feitiço e inevitabilidade. À medida que Bárbara escreve num livro, palavras surgem no corpo do rapaz como marcas físicas do ritual. Os dois se encontram na Ilha do Bugio, cercada pelo mar e afastada do continente, onde acontece a cerimônia central. Mas ali o desfecho se revela como uma ironia: Bárbara atira o buquê de rosas negras e é ela própria quem o apanha. Assim o ritual se fecha, mas o loop recomeça.
 

"Quis transformar a emoção que fica em nós, mesmo depois de tudo mudar, numa imagem concreta. Foi assim que chegámos à ideia do descasamento, e a superstição foi a linguagem que encontrámos para isso. Repetimos, voltamos e tentamos de novo. É disso que esta música fala: não do fim, mas de tudo o que insiste em continuar depois dele", declara Bárbara.


 

SOBRE BÁRBARA BANDEIRA
 Filha da cearense Siara Holanda, de Fortaleza, e do cantor português Rui Bandeira, Bárbara tem 24 anos e é hoje o maior nome do pop em Portugal. Vencedora de dois MTV Europe Music Awards, um Globos de Ouro e os Prêmios Play de Melhor Artista Feminina em 2024 e 2025, ela ultrapassa 50 milhões de streams no Spotify e acumula mais de 20 certificações – incluindo o primeiro Single de Diamante conquistado por uma artista feminina no país, com Como Tu (feat. Ivandro). Em 2023, abriu quatro shows esgotados do Coldplay em Coimbra a convite de Chris Martin, diante de mais de 220 mil pessoas.

 

A aproximação com o Brasil não é recente nem estratégica, é parte de quem ela é. No Ato I de “Lusa”, Bárbara colaborou com Veigh WIU e incorporou um sample de Zeca Veloso na faixa “Não Gosta”. Se apresentou ao lado de Ludmilla no Numanice, em Lisboa, e mantém conexões com Luísa Sonza, Jão, Giulia Be, Vanessa da Mata e Ana CarolinaO Ato III de “Lusa”, dedicado ao Brasil, já está em produção.
 

"Sou filha de mãe brasileira e cresci com o Brasil muito presente na minha vida. Sempre senti essa ponte cultural dentro de mim, e agora quero que ela se manifeste também na minha carreira. Estar mais perto do público brasileiro é um desejo antigo, e o 'Lusa' é o início disso", afirma Bárbara.
 

Desenvolvido com apoio internacional da Warner Music, Lusa” é um projeto concebido em quatro atos que, juntos, formarão um álbum. Com “Mau Olhado”, Bárbara Bandeira confirma que pop e profundidade não são opostos e que a travessia entre Portugal e Brasil está apenas começando.

 


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