Musa da microcintura conta o que faz para manter a menor circunferência da Avenida

 Musa da microcintura conta o que faz para manter a menor circunferência da Avenida


“Tenho cinta para treinar, para ensaio, para o dia a dia e até para dormir”, afirma Ravena Hanniely.
 
Créditos: @ravenahanniely.oficial | CO Assessoria


Durante anos, o bumbum ocupou o posto de principal símbolo estético do Carnaval brasileiro. Para 2026, Ravena Hanniely decidiu reposicionar esse olhar ao colocar a cintura como ponto central da sua imagem na avenida. Sem deixar o bumbum em segundo plano, ela aposta no contraste mais marcado entre tronco e quadril como diferencial visual.

Aos 24 anos, a influenciadora, conhecida nacionalmente pela cintura de cerca de 62 centímetros, transformou a microcintura em estratégia de destaque para o desfile. Segundo Ravena, o resultado não vem apenas da academia. “Tenho cinta pra tudo. Uso para treinar, para ensaiar, para o dia a dia e até para dormir. A cintura é construída ao longo do dia, não só em uma hora de exercício”, afirma.

Além do uso constante de cintas, a rotina envolve treinos específicos. Ravena dedica até uma hora por dia a exercícios com bambolê para fortalecer o tronco e acentuar o desenho da cintura. “O bambolê desenha minha silhueta. Não é só estética, é postura e consciência corporal”, diz.


A preparação tem custo elevado. Ravena revelou que os gastos para o Carnaval já ultrapassam R$ 200 mil, bancados integralmente por ela. O valor inclui procedimentos estéticos, academia, acompanhamento físico, viagens, figurinos e aulas particulares de samba. “Meu corpo mudou rápido. A cintura afinou muito e eu tive que refazer praticamente todo o guarda-roupa”, relata.

Ravena está confirmada como musa da Estácio de Sá no Carnaval 2026, marcando sua estreia na Marquês de Sapucaí. “Desfilar na Sapucaí é a realização de um sonho. Quero mostrar que o Carnaval também evolui na forma de destacar o corpo na avenida”, conclui.

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