Em clima de Halloween e nostalgia, Brandu lança single “O Beijo do Vampiro”
Em colaboração com Kairee e Yoyô, faixa se inspira na estética dos anos 2000 e dá prévia de EP que está por vir
Fotos de divulgação:
Nostalgia, sensualidade e pista de dança: esses elementos definem bem a pegada da faixa “O Beijo do Vampiro”, dos artistas mineiros Brandu, Kairee e Yoyô
Com referências aos anos 2000, a faixa bebe da estética pop e do R&B da época, com influências que vão de Snoop Dogg ao funk melódico estilo Furacão 2000. O resultado é um som groovado e dançante, convidando o público a mergulhar na atmosfera noturna e envolvente. “A faixa é sensual e feita pra pista. É daquelas pra colocar enquanto se arruma pra sair”, define Brandu.
“O Beijo do Vampiro” conta a saga de três vampiros em clima de flerte e sedução, em uma narrativa que brinca com o duplo sentido entre “morder o pescoço” e o desejo. A faixa dialoga com a icônica novela da Globo que marcou os anos 2000, recriando o imaginário vampiresco sob uma ótica pop contemporânea. O videoclipe, lançado simultaneamente, expande essa trama com uma estética de época.
A parceria entre Brandu, Kairee e Yoyô nasce da afinidade criativa construída em outros projetos e se traduz em uma faixa com muito entrosamento. “A gente já vinha compondo junto. Eu e o Kairee vamos lançar um EP juntos, e eu estou produzindo os próximos trabalhos da Yoyô. Então, quando surgiu a ideia de fazer uma música pro Halloween, todo mundo embarcou. A composição foi coletiva, com os três cantando juntos, e a personalidade dos três encaixou. Parece até uma banda”, conta Brandu.
Mais do que um single, “O Beijo do Vampiro” marca o início da narrativa sonora do próximo projeto de Brandu e Kairee, o EP “Dois Canalhas: em ação”, que será lançado em novembro. O trabalho será um mergulho completo nessa vibe nostálgica, como destaca Brandu. “Essa música é meio que a abertura desse novo projeto. Nela a gente conseguiu reunir tudo o que vem pela frente: a referência a músicas, séries e clipes que a gente consumia na nossa infância e adolescência. Essa mistura com a atualidade também, sempre trazendo o que a gente pode acrescentar para o que já foi feito”.
[Ouça “O Beijo do Vampiro” aqui]
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