Entre Amores e Tambores: voz e piano celebram a canção brasileira no Theatro São Pedro

 Entre Amores e Tambores: voz e piano celebram a canção brasileira no Theatro São Pedro

Com a soprano Erika Muniz e o pianista Marcos Aragoni, concerto do dia 02 de maio terá obras importantes de Villa-Lobos, Claudio Santoro, Camargo Guarnieri, Babi de Oliveira e Francisco Mignone

Soprano Erika Muniz. Crédito Cleber Correa


Fotos do Theatro São Pedro, acesse aqui

 

O Theatro São Pedro, equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, promove mais um concerto da série intimista de música de câmara no dia 02 de maio, sábado, às 17h. Com o programa Entre Amores e Tambores, a apresentação terá presença da soprano Erika Muniz e do pianista Marcos Aragoni, interpretando um repertório que atravessa o modernismo e perpassa diferentes expressões de canções de amor e a pulsação rítmica das tradições afro-brasileiras. Os ingressos custam entre R$ 36 (meia-entrada) e R$ 72 (inteira).

 

O concerto inicia com Canção de amor, de Heitor Villa-Lobos, Amor em lágrimas, de Claudio Santoro e Canção ingênua, de Camargo Guarnieri, explorando a poesia e emoção de peças emblemáticas da música brasileira. Na sequência, Erika Muniz e Marcos Aragoni trazem a releitura de outras composições históricas, como O doce nome de você e Trovas, de Francisco Mignone e Em algum lugar, de Claudio Santoro.

 

Na última parte da apresentação, ancestralidade e festa, devoção e dança se manifestam nas obras Sereia do Mar e Xangô meu Orixá, de Babi de Oliveira, Abaluaiê, de Waldemar Henrique e Dona Janaina, escrita por Franciso Mignone.

Pianista Marcos Aragoni. Crédito Divulgação

 

Temporada de Música de Câmara do Theatro São Pedro - Além do Palco

 

Entre Amores e Tambores

 

Erika Muniz, soprano

Marcos Aragoni, piano

 

HEITOR VILLA-LOBOS
Canção de Amor 

CLAUDIO SANTORO
Amor em lagrimas 

CAMARGO GUARNIERI
Canção Ingênua 

FRANCISCO MIGNONE
O doce nome de você 

CLAUDIO SANTORO
Em algum lugar 

FRANCISCO MIGNONE
Trovas 

BABI DE OLIVEIRA
Sereia do Mar 

BABI DE OLIVEIRA
Xangô, meu orixá

W. HENRIQUE
Abaluaiê 

FRANCISCO MIGNONE
Dona Janaina  

 

Concerto: 02 de maio, sábado, às 17h, Theatro São Pedro

Ingressos: R$ 36 (meia-entrada) a R$ 72 (inteira), no site do Theatro

Classificação etária: Livre

 

THEATRO SÃO PEDRO

Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola, de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país.

 

SANTA MARCELINA CULTURA

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019 e de 2025, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019, 2020 e 2025, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores, instrumentistas, libretistas e compositores para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na Apple Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.


 


 

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